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GVM Consulting

Seguro de Equipamentos (RD)

Seguro de equipamentos médico-hospitalares

Aparelhos de diagnóstico e imagem custam caro e são essenciais ao atendimento. A GVM protege esses equipamentos contra danos elétricos, quebra, incêndio e roubo.

Equipamentos médicos — de ultrassom e raio-X a tomógrafos, ressonâncias e equipamentos de centro cirúrgico — estão entre os ativos mais valiosos de uma clínica ou hospital, e a sua indisponibilidade interrompe o atendimento. O seguro de Riscos Diversos (RD) para equipamentos médico-hospitalares protege especificamente esses bens contra danos súbitos e imprevistos, com atenção à sua sensibilidade técnica e ao alto valor de reposição. Ele complementa o seguro patrimonial da clínica, não o substitui.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Danos elétricos

Oscilação, surto, curto-circuito e queda de raio que danificam a eletrônica sensível dos aparelhos.

Quebra do equipamento

Falha mecânica ou eletrônica súbita que inutiliza aparelhos de diagnóstico de alto valor.

Incêndio, fumaça e eventos súbitos

Danos por incêndio, explosão, fumaça ou acontecimentos imprevistos que atingem o equipamento.

Roubo e furto qualificado

Subtração de equipamentos fixos e portáteis da clínica ou do hospital.

Danos por água e infiltração

Vazamentos, alagamento e infiltração que atingem salas de exame e aparelhos.

Erro de operação e manuseio

Danos decorrentes de operação inadequada ou acidente durante o uso, conforme a apólice.

Danos em remanejamento e transporte

Quedas e impactos ao mover, transportar ou reinstalar o equipamento.

Interrupção do atendimento

Parada do serviço pela indisponibilidade do aparelho enquanto ele é reparado ou reposto.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Surto elétrico que danifica a placa do aparelho de ultrassom.
  • Quebra do tomógrafo, interrompendo os exames de imagem por semanas.
  • Roubo de equipamentos portáteis da clínica durante a madrugada.
  • Incêndio que atinge o centro de diagnóstico e vários aparelhos.
  • Queda do ultrassom durante o remanejamento entre salas.
  • Vazamento de água do andar superior atinge a sala de raio-X.

A cobertura

O que o seguro cobre

Danos elétricos e quebra

Proteção contra falhas elétricas, curto, surto e quebra súbita dos equipamentos — as principais causas de sinistro.

Incêndio, queda de raio e explosão

Cobertura para incêndio, fumaça, explosão e queda de raio que atinjam os aparelhos.

Roubo e furto qualificado

Cobertura para subtração dos equipamentos mediante arrombamento ou violência, conforme as condições.

Equipamentos portáteis e de uso móvel

Extensão para aparelhos que circulam entre salas, unidades ou domicílios, conforme declarado.

Despesas de desmontagem, remontagem e frete

Custos associados ao reparo e à reinstalação do equipamento após o sinistro, conforme a apólice.

Recomposição de registros e dados

Reconstituição de dados e imagens (ex.: PACS) quando contratada, conforme os limites da apólice.

Lucros cessantes e despesas extraordinárias

Cobertura opcional para a perda de faturamento e os custos extras durante a paralisação.

Reposição e reparo

Indenização para reparar ou repor o equipamento pelo valor de reposição, conforme contratado.

Exclusões comuns

  • Desgaste natural, corrosão, oxidação e falta de manutenção.
  • Atos dolosos, fraude e apropriação indébita.
  • Materiais de consumo, descartáveis, insumos e peças de reposição rotineira.
  • Vícios pré-existentes e defeitos de fabricação cobertos pela garantia do fabricante.
  • Danos estéticos que não comprometem o funcionamento do aparelho.
  • Lucros cessantes e interrupção do atendimento quando essas coberturas não forem contratadas.
  • Riscos de guerra, terrorismo, contaminação nuclear e radioativa (exclusões gerais).

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

O preço do seguro de equipamentos médico-hospitalares é calculado sobre o parque protegido. O valor de reposição dos aparelhos, a sensibilidade técnica, as proteções do imóvel e as coberturas escolhidas definem o prêmio — um consultório com um ultrassom e um centro de diagnóstico com tomógrafo e ressonância têm custos muito distintos.

Valor de reposição dos equipamentos

A soma do valor de reposição por um equivalente novo é a base do cálculo. Subestimar esse valor gera rateio na indenização.

Tipo e sensibilidade dos aparelhos

Equipamentos de imagem e de alta tecnologia, mais sensíveis a dano elétrico, pesam mais na conta.

Coberturas contratadas

Incluir dano elétrico, roubo, equipamentos portáteis e lucros cessantes amplia a proteção e influencia o preço.

Manutenção e proteções técnicas

Manutenção preventiva em dia, no-break, estabilizador e aterramento reduzem o risco — e ajudam a baixar o prêmio.

Proteções do imóvel e localização

Alarme, brigada, hidrantes, controle de acesso e a região da clínica influenciam a precificação.

Histórico de sinistros

O histórico de perdas do segurado é considerado pela seguradora na renovação e na taxa.

O valor depende da relação de equipamentos (marca, modelo, ano e valor de reposição de cada um). Envie a lista à GVM e cotamos com seguradoras especializadas em Riscos Diversos, sem compromisso.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Clínicas médicas e de diagnóstico por imagem.
  • Hospitais, prontos-socorros e centros cirúrgicos.
  • Laboratórios de análises clínicas e anatomia patológica.
  • Consultórios com equipamentos de alto valor.
  • Clínicas de oncologia e radioterapia.
  • Clínicas odontológicas com tomógrafo e imagem digital.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

Um tomógrafo, uma ressonância ou um ultrassom de última geração podem representar uma fração enorme do patrimônio de uma clínica — e, ao mesmo tempo, ser a peça que sustenta o faturamento do dia a dia. Quando um desses aparelhos para, não é só um bem que fica indisponível: é a agenda de exames que trava, o paciente que remarca e a receita que deixa de entrar.

O seguro de equipamentos médico-hospitalares existe para proteger justamente esse ponto sensível. É uma modalidade de Riscos Diversos (RD) — parte da nossa página geral de seguro de equipamentos — desenhada para cobrir os danos súbitos e imprevistos que atingem aparelhos de diagnóstico, imagem e centro cirúrgico. Abaixo, explicamos como essa cobertura funciona, o que ela protege, onde estão as principais armadilhas e como estruturá-la corretamente.

O que é o seguro RD de equipamentos médico-hospitalares

Riscos Diversos é a linha de seguro usada para proteger bens específicos e de alto valor que não são bem atendidos por uma apólice patrimonial genérica. No caso dos equipamentos médicos, a apólice é montada sobre uma relação nominal de aparelhos — cada tomógrafo, mamógrafo, aparelho de raio-X ou monitor cirúrgico entra com marca, modelo, ano e valor.

A lógica da cobertura é proteger o equipamento contra danos materiais súbitos, acidentais e imprevistos, exceto o que estiver expressamente excluído. Na prática, isso captura os eventos que mais tiram um aparelho de operação:

  • Danos elétricos e quebra (as causas mais frequentes);
  • Incêndio, explosão, fumaça e queda de raio;
  • Roubo e furto qualificado;
  • Danos por água, infiltração e alagamento;
  • Acidentes de manuseio, operação e remanejamento.

O escopo exato — riscos cobertos, limites, franquias e exclusões — é definido no clausulado. Por isso, dizemos sempre que a leitura das condições contratadas é parte do serviço: dois seguros com o mesmo nome podem proteger de formas bem diferentes.

Por que ele complementa (e não substitui) o seguro da clínica

Muita clínica já tem um seguro patrimonial — normalmente uma apólice empresarial/compreensiva que cobre o imóvel e o conteúdo contra incêndio, roubo e alguns danos elétricos, com limites modestos. Esse seguro é importante, mas costuma ser insuficiente para os aparelhos de imagem, por três motivos:

  • Limites baixos para dano elétrico. A verba de danos elétricos de uma apólice patrimonial padrão raramente cobre a placa de um tomógrafo.
  • Ausência de cobertura de quebra. A quebra súbita de um equipamento eletrônico, sem incêndio nem roubo envolvidos, frequentemente fica de fora do compreensivo.
  • Base de indenização inadequada. O patrimonial pode indenizar por valor de mercado depreciado, o que não recoloca o aparelho novo em operação.

O seguro RD de equipamentos resolve isso com cobertura específica, limites dimensionados ao aparelho e base de valor de reposição. O ideal é que os dois programas convivam: o patrimonial cuida do imóvel e do conteúdo em geral; o RD cuida dos equipamentos críticos. É exatamente essa integração que estruturamos no seguro para clínicas e consultórios médicos, reunindo patrimonial, responsabilidade civil e a proteção dos equipamentos num programa único.

O que costuma estar coberto

As coberturas variam conforme a seguradora e o clausulado, mas o núcleo desta linha se organiza assim.

Danos elétricos: a causa número um

Aparelhos médicos são eletrônica sensível. Surto de tensão, curto-circuito, oscilação da rede e queda de raio danificam placas, fontes e componentes de imagem — e o conserto de uma peça de tomógrafo ou ressonância pode custar caro. O dano elétrico está entre as causas mais frequentes de sinistro nesta linha, e por isso é uma cobertura central, não um “opcional”. Vale conferir o limite dedicado a esse risco: ele precisa ser compatível com o valor dos equipamentos, não simbólico.

Quando a clínica depende de infraestrutura elétrica própria — nobreaks de grande porte, cabines de transformação — vale olhar também para o seguro de transformadores e subestações, que protege esses ativos de alimentação.

Quebra súbita (falha mecânica ou eletrônica)

É a interrupção repentina do funcionamento por falha interna do próprio equipamento, sem causa externa como incêndio ou roubo. Um motor que trava, uma bobina que rompe, um sistema de refrigeração que falha. Essa cobertura é o que diferencia um RD de equipamentos de uma apólice patrimonial comum — e é decisiva para aparelhos de imagem.

Incêndio, explosão e eventos súbitos

Cobre os danos causados por incêndio, fumaça, explosão e queda de raio que atinjam os aparelhos, além de outros acontecimentos súbitos e imprevistos previstos no clausulado. Aqui a cobertura conversa com o seguro patrimonial: a diferença está no limite e na base de indenização voltados ao equipamento.

Roubo e furto qualificado

Protege contra a subtração dos aparelhos mediante arrombamento, escalada ou violência. Note a palavra qualificado: o furto simples (sem vestígios de arrombamento) em regra não é coberto. Equipamentos portáteis — dopplers, ultrassons de mão, monitores — são os mais visados e exigem atenção às condições e à comprovação do evento.

Coberturas adicionais que valem avaliar

  • Equipamentos portáteis e de uso móvel — para aparelhos que circulam entre salas, unidades ou até atendimentos externos.
  • Despesas de desmontagem, remontagem e frete — os custos de logística que acompanham um reparo de grande porte.
  • Recomposição de registros e dados — reconstituição de imagens e laudos, dentro de limites.
  • Lucros cessantes e despesas extraordinárias — a cobertura que endereça a perda de faturamento durante a parada (detalhada mais abaixo).

Valor de reposição: a base que evita surpresas

A base de indenização mais recomendada nesta linha é o valor de reposição (também chamado de valor de novo): quanto custaria comprar hoje um equipamento equivalente, com frete e instalação. É diferente do valor de mercado, que já embute a depreciação do aparelho usado.

Por que isso importa: se o tomógrafo tem perda total, a intenção é recolocar a clínica em operação — e um valor depreciado dificilmente compra um substituto à altura. Segurar pelo valor de reposição alinha a indenização à realidade da reposição.

Cuidado com o subseguro e o rateio

Se a clínica declara um valor abaixo do valor de reposição real, ativa-se a cláusula de rateio: em um sinistro parcial, a indenização é reduzida na mesma proporção da subdeclaração. Exemplo do mecanismo: declarar metade do valor real do aparelho pode significar receber apenas metade do prejuízo, mesmo num dano pequeno. Por isso, manter a relação de bens atualizada — com os valores revistos periodicamente — é parte essencial de manter o seguro útil. A GVM revisa essa lista com você na contratação e na renovação.

Equipamentos em comodato, leasing e financiados

É muito comum que aparelhos de imagem cheguem à clínica por comodato do fornecedor de insumos, por arrendamento (leasing) ou por financiamento bancário. Nesses arranjos, o seguro quase sempre é exigência contratual — e por uma razão simples: o aparelho ainda não é integralmente seu, e quem o cedeu ou financiou quer o bem protegido.

Pontos de atenção nesses contratos:

  • Costuma haver cláusula beneficiária a favor do fornecedor, do banco ou da arrendadora, direcionando a indenização a quem detém o direito sobre o bem.
  • O contrato pode exigir coberturas mínimas e limites específicos — o seguro precisa espelhar essas exigências, sob pena de descumprimento.
  • Ao quitar ou encerrar o comodato, a apólice deve ser ajustada para refletir a nova titularidade.

A GVM estrutura a cobertura lendo essas exigências e ajustando a apólice para que ela seja aceita pelo fornecedor ou pela instituição financeira, sem lacunas.

Manutenção preventiva: condição, não detalhe

A manutenção preventiva costuma ser condição da cobertura. Aparelhos médicos exigem calibração e revisão periódicas por assistência técnica autorizada, e a seguradora conta com isso ao aceitar o risco. Deixar a manutenção vencer pode, além de elevar a chance de falha, comprometer a indenização caso se conclua que o dano decorreu de negligência na conservação.

Recomendações práticas:

  • Mantenha contrato de manutenção com técnico autorizado e guarde os comprovantes.
  • Registre laudos, calibrações e trocas de peça — esse histórico agiliza a regulação do sinistro.
  • Instale proteção elétrica adequada (estabilizador, nobreak, aterramento) para os aparelhos sensíveis; isso reduz sinistros e pode reduzir o prêmio.

Vale lembrar a fronteira: o seguro cobre o evento súbito e acidental, não o desgaste natural nem a falta de manutenção. Peças de consumo, descartáveis e a degradação esperada pelo uso ficam fora — são custo operacional, não sinistro.

O impacto da interrupção do atendimento

Quando um equipamento crítico para, o prejuízo raramente se resume ao conserto. Há a agenda de exames interrompida, os pacientes que migram para concorrentes, os contratos com operadoras que precisam ser honrados e os custos fixos que continuam correndo. Em um centro de diagnóstico, poucos dias de tomógrafo parado já pesam.

A cobertura de lucros cessantes / despesas extraordinárias endereça esse buraco: quando contratada, ajuda a compensar a perda de faturamento e os custos extras — como alugar capacidade em outra unidade — durante o período de reparo ou reposição. É uma cobertura opcional, mas frequentemente a mais estratégica para clínicas cujo modelo gira em torno de um ou dois aparelhos-chave. Sem ela, o seguro indeniza apenas o dano ao bem, e a receita perdida fica por conta da clínica.

O que normalmente não está coberto

Toda apólice tem exclusões. As mais comuns nesta linha:

  • Desgaste natural, corrosão, oxidação e falta de manutenção;
  • Atos dolosos, fraude e apropriação indébita;
  • Materiais de consumo, descartáveis, insumos e peças de reposição rotineira;
  • Vícios pré-existentes e defeitos de fabricação cobertos pela garantia;
  • Danos estéticos que não afetam o funcionamento;
  • Lucros cessantes quando essa cobertura não foi contratada;
  • Riscos de guerra, terrorismo e contaminação nuclear/radioativa (exclusões gerais).

Um ponto importante para clínicas hoje: dano cibernético não é escopo do RD de equipamentos. Vírus, ransomware, sequestro de sistemas de imagem e vazamento de dados de pacientes são tratados no seguro cyber empresarial. Os dois seguros se complementam, mas respondem a naturezas de risco distintas.

Como estruturar a proteção com a GVM

A montagem de um bom seguro de equipamentos começa por informação organizada. O que costumamos pedir:

  • Relação de equipamentos com marca, modelo, ano de fabricação e valor de reposição de cada um;
  • Indicação de quais aparelhos são fixos e quais são portáteis;
  • Situação contratual — próprios, em comodato, leasing ou financiados — e eventuais cláusulas beneficiárias;
  • Informações de proteção: alarme, controle de acesso, nobreak, estabilizador, aterramento e contrato de manutenção;
  • As coberturas prioritárias — dano elétrico, quebra, roubo, portáteis, lucros cessantes.

Com esses dados, cotamos com seguradoras especializadas em Riscos Diversos e apresentamos as opções lado a lado, explicando limites, franquias e exclusões em linguagem clara. Para quem quer se aprofundar antes de decidir, mantemos um guia sobre o seguro de equipamentos médico-hospitalares com os pontos essenciais.

Vale lembrar que a proteção de uma clínica não se esgota nos aparelhos. A atividade médica também expõe o profissional a processos por alegação de erro — risco tratado no seguro de responsabilidade civil para médicos. Combinar as duas frentes, patrimônio e responsabilidade, é o que dá tranquilidade real para operar.

Se você tem equipamentos de imagem, diagnóstico ou centro cirúrgico e quer entender como protegê-los pelo valor certo — sem pagar por cobertura que não usa nem descobrir uma lacuna no pior momento —, envie a relação dos seus aparelhos para a GVM. Analisamos o seu parque, apontamos os riscos que mais importam no seu caso e cotamos sem compromisso. Fale com a GVM Consulting e comece pela lista de equipamentos.

Ativo de alto valor

Cobertura específica e robusta para os equipamentos que sustentam o atendimento e o faturamento.

Sensibilidade técnica

Atenção ao dano elétrico e à quebra, as principais causas de sinistro em aparelhos eletrônicos.

Continuidade do atendimento

Reduz o impacto financeiro e assistencial da indisponibilidade do equipamento.

Exigência de terceiros

Atende às exigências de seguro em contratos de comodato, leasing e financiamento.

Corretora especializada

A GVM estrutura a cobertura, revisa o valor em risco e acompanha o sinistro de perto.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O que o seguro de equipamentos médicos cobre?

Cobre danos súbitos e imprevistos aos aparelhos: danos elétricos, quebra, incêndio, eventos súbitos e roubo, com reparo ou reposição, conforme as condições contratadas. Coberturas como equipamentos portáteis e lucros cessantes podem ser incluídas.

Equipamentos de imagem (ultrassom, raio-X, tomógrafo, ressonância) estão cobertos?

Sim. Aparelhos de diagnóstico por imagem são justamente o foco desta cobertura, dado o alto valor e a sensibilidade a danos elétricos e à quebra.

Cobre dano elétrico?

Sim. Danos elétricos (surto, curto, oscilação e queda de raio) estão entre as coberturas centrais, pois são a principal causa de sinistro em equipamentos eletrônicos. Confirme sempre limites e franquia na apólice.

Equipamentos portáteis e de centro cirúrgico entram?

Sim, podem ser incluídos, fixos ou portáteis, conforme a relação de bens declarada. Aparelhos que circulam entre salas ou unidades exigem uma cláusula específica de uso móvel.

Esse seguro é diferente do seguro patrimonial da clínica?

Sim, e um complementa o outro. O seguro patrimonial (incêndio/compreensivo) cobre o imóvel e o conteúdo em termos amplos; a cobertura RD de equipamentos é específica e mais robusta para os aparelhos de alto valor, incluindo dano elétrico e quebra. A GVM integra os dois programas.

Equipamentos em comodato, leasing ou financiados podem ser segurados?

Sim. Nesses contratos o seguro costuma ser exigência do fornecedor, do banco ou da arrendadora, muitas vezes com cláusula beneficiária a favor deles. A GVM estrutura a cobertura atendendo a essas exigências.

Preciso de manutenção em dia?

Sim. A manutenção preventiva por assistência técnica autorizada costuma ser condição da cobertura e ajuda a reduzir o prêmio. Guarde os comprovantes: eles são úteis na regulação do sinistro. A GVM orienta os requisitos.

Preciso listar os equipamentos?

Sim. O ideal é uma relação com marca, modelo, ano e valor de reposição de cada equipamento. Isso torna a contratação e a indenização mais precisas e evita rateio por subseguro.

Como é definido o valor do seguro?

Pelo valor de reposição dos equipamentos — o custo de comprar um equivalente novo hoje — somado à sensibilidade técnica e às coberturas escolhidas. A GVM ajuda a revisar esses valores para não segurar a menor nem a maior.

O que é valor de reposição e por que ele é a base?

É quanto custaria repor o aparelho por um equivalente novo, com frete e instalação. Ele é a base porque, em caso de perda total, a intenção é recolocar a clínica em operação. Segurar pelo valor de mercado depreciado costuma gerar indenização insuficiente.

O seguro cobre o equipamento durante transporte ou remanejamento?

Pode cobrir, desde que contratado. Quedas e impactos ao mover ou reinstalar aparelhos são frequentes; para trechos externos ou entre unidades, verifique a extensão de transporte na apólice.

E se o dano estiver na garantia do fabricante?

Danos cobertos pela garantia de fábrica e defeitos de fabricação em regra são excluídos do seguro, pois já têm quem responda. O seguro atua sobre eventos súbitos e acidentais fora do escopo da garantia.

Lucros cessantes e a interrupção do atendimento estão cobertos?

Somente se contratados como cobertura adicional. Quando incluídos, ajudam a compensar a perda de faturamento e as despesas extras enquanto o equipamento está parado. Sem essa cobertura, o seguro indeniza apenas o dano ao bem.

O seguro cobre a recomposição de dados e imagens (PACS)?

A recomposição de registros e dados pode ser contratada como cobertura, dentro de limites. Ataques cibernéticos e vazamento de dados, porém, são tratados no seguro cyber empresarial, não no RD de equipamentos.

Como funciona a franquia?

A maioria das coberturas de RD tem franquia — a parte do prejuízo que fica por conta do segurado em cada sinistro. Franquias menores tendem a elevar o prêmio. A GVM apresenta as opções para você equilibrar custo e proteção.

O que fazer em caso de sinistro?

Preserve o cenário, registre fotos, comunique a GVM imediatamente e, em caso de roubo, lavre o boletim de ocorrência. Reúna a nota fiscal e o histórico de manutenção. A GVM conduz o aviso e acompanha a regulação para reduzir o tempo de parada.

Atendem clínicas e hospitais em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende clínicas, laboratórios e hospitais em todo o território nacional. Fale com a gente para proteger os seus equipamentos.

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