Seguros de pessoas
Seguro de Vida Individual
A proteção que continua com você — não importa de qual empresa você saia. Renda para a sua família quando ela mais precisar, e amparo a você em caso de invalidez ou doença grave.
O seguro de vida individual existe para responder à pergunta mais difícil: se você faltar, como fica quem depende de você? A apólice paga um capital aos beneficiários em caso de falecimento — e, conforme as coberturas, indeniza o próprio segurado por invalidez acidental, diagnóstico de doença grave ou afastamento temporário. Diferente do seguro do trabalho, ele é seu: acompanha você quando muda de emprego, empreende ou se aposenta, com o capital e as coberturas desenhados sob a sua realidade — renda a substituir, dívidas a quitar, filhos a educar.
O risco real
O que pode dar errado — e custar caro
Renda da família interrompida
A ausência de quem sustenta a casa deixa um buraco no orçamento familiar que dívidas e despesas não esperam para cobrar.
Financiamentos e dívidas
Imóvel, veículo e empréstimos não desaparecem com o titular — podem recair sobre a família sem um capital que os quite.
Dependência do seguro do trabalho
O vida em grupo da empresa acaba quando você sai, é demitido ou se aposenta — justo quando a proteção individual passa a fazer mais falta.
Custo da educação dos filhos
Manter os planos de estudo dos filhos sem a renda de um dos pais é um dos impactos mais subestimados.
Rede de proteção limitada para autônomos
Quem trabalha por conta própria costuma contar apenas com o que o INSS oferece — em regra insuficiente para manter o padrão da família.
Sinistros típicos
Situações reais que o seguro resolve
- Falecimento do segurado: capital pago diretamente aos beneficiários indicados.
- Acidente com invalidez permanente: indenização paga ao próprio segurado, conforme o grau.
- Diagnóstico de doença grave coberta: antecipação do capital, conforme o produto.
- Afastamento temporário por acidente ou doença coberta: diária paga durante o período previsto.
- Assistência funeral acionada para amparar a família no momento imediato.
A cobertura
O que o seguro cobre
Morte por qualquer causa
Capital segurado pago aos beneficiários indicados, por falecimento por causa natural ou acidental, conforme as condições.
Morte acidental
Capital adicional quando o falecimento decorre de acidente, somado à cobertura básica de morte.
Invalidez permanente por acidente (IPA)
Indenização ao próprio segurado em caso de invalidez total ou parcial causada por acidente, conforme a tabela da apólice.
Doenças graves
Antecipação do capital ao diagnóstico de doenças graves previstas em condições, como câncer, infarto e AVC, conforme o produto.
Diária de incapacidade temporária (DIT)
Renda diária ao segurado durante o período de afastamento por acidente ou doença coberta, conforme as condições contratadas.
Assistências
Serviços como assistência funeral e apoio à família no momento imediato, conforme o produto contratado.
Exclusões comuns
- •Suicídio nos dois primeiros anos de vigência (carência legal — art. 798 do Código Civil).
- •Situações e agravamentos de risco excluídos nas condições gerais do produto.
- •Coberturas não contratadas na apólice (verificar o desenho escolhido).
- •Doenças ou lesões preexistentes não declaradas na contratação.
- •Eventos decorrentes de atos ilícitos dolosos praticados pelo segurado ou pelo beneficiário.
Quanto custa
O que influencia o preço do seguro
O preço do seguro de vida individual é calculado sobre o seu perfil — não há tabela única. Os fatores abaixo definem a taxa aplicada ao capital contratado.
Idade e perfil de saúde
Idade, hábitos (como tabagismo) e histórico de saúde influenciam diretamente a taxa do seguro.
Capital segurado
Quanto maior o capital contratado por cobertura, maior o prêmio — por isso dimensionar bem é essencial.
Coberturas escolhidas
Morte, morte acidental, invalidez, doenças graves e DIT somam-se conforme o que você contrata.
Profissão e atividades de risco
Profissões e hobbies de maior exposição (altura, velocidade, viagens) podem ajustar a taxa.
Conte à GVM a sua situação — renda, dependentes e dívidas — e cotamos nas principais seguradoras o desenho certo, sem compromisso.
Para quem é
Este seguro é indicado para você se…
- Quem tem dependentes financeiros — filhos, cônjuge ou pais.
- Autônomos, sócios e profissionais liberais sem seguro de vida do trabalho.
- Quem tem financiamento imobiliário, veículo ou dívidas relevantes.
- Quem quer manter a proteção mesmo trocando de emprego ou se aposentando.
- Recém-casados e novos pais, que passaram a ter alguém dependendo da sua renda.
- Jovens e saudáveis, que garantem taxas menores e aceitação ampla contratando cedo.
Por que a GVM
Uma corretora que conhece o seu mundo
Ninguém gosta de pensar na própria ausência. Mas quem tem alguém dependendo da sua renda — filhos, cônjuge, pais — precisa fazer essa conta pelo menos uma vez. O seguro de vida individual é a resposta prática a ela: um capital que chega à sua família no pior momento, para que a dor não venha acompanhada de aperto financeiro.
A GVM Consulting estrutura essa proteção pela sua necessidade real, não por um pacote de prateleira: quanto de renda a sua família precisaria repor, quais dívidas quitar e por quanto tempo. Com esse desenho em mãos, cotamos nas principais seguradoras e comparamos coberturas e custo lado a lado. Este guia explica como o produto funciona, quais coberturas existem, como dimensionar o capital e por que a decisão de contratar cedo pesa mais do que parece.
O que é o seguro de vida individual
O seguro de vida individual é um contrato feito no seu nome, e não da sua empresa. Você define as coberturas, o capital segurado e os beneficiários — e a apólice acompanha você ao longo da vida, independentemente de onde trabalha.
É um seguro de risco, na mesma lógica do seguro do carro ou da casa: você paga um prêmio (mensal ou anual) e, em troca, a seguradora assume o compromisso de pagar um capital caso o evento coberto aconteça. Não é uma poupança nem um investimento — é proteção pura, e é justamente por isso que consegue oferecer um capital alto por um custo relativamente baixo.
Como funciona na prática
O mecanismo é simples e transparente:
- Você contrata um capital segurado por cobertura (por exemplo, um valor para morte e outro para invalidez).
- Indica os beneficiários que receberão a indenização em caso de falecimento.
- Paga o prêmio, calculado sobre o seu perfil de risco.
- Se ocorrer um evento coberto, a seguradora paga a indenização — aos beneficiários, no caso de morte, ou a você mesmo, nas coberturas de invalidez, doença grave e diária.
Diferente do seguro coletivo do trabalho, aqui o contrato é seu. Se você trocar de emprego, empreender ou se aposentar, a proteção continua exatamente igual. É o que chamamos de proteção portável.
As coberturas do seguro de vida individual
Um seguro de vida moderno é modular: você monta o conjunto de coberturas que faz sentido para a sua realidade. As principais são estas.
Morte por qualquer causa
É a cobertura básica. Paga o capital segurado aos beneficiários no falecimento do segurado, seja por causa natural (uma doença, por exemplo) ou por acidente. É o coração do seguro de vida: o valor que substitui, ao menos em parte, a renda que a família deixa de ter.
Morte acidental
Cobertura adicional que paga um capital extra quando a morte decorre especificamente de um acidente. Ela soma-se à cobertura básica de morte. Como acidentes tendem a ser eventos súbitos e sem aviso, muitas famílias contratam esse reforço para ampliar a proteção a um custo pequeno.
Invalidez permanente por acidente (IPA)
Aqui o beneficiário é o próprio segurado. Se um acidente causar uma invalidez permanente — total ou parcial —, a apólice paga uma indenização, calculada conforme a tabela de perdas prevista nas condições. É uma proteção importante porque uma invalidez muitas vezes traz, ao mesmo tempo, queda de renda e aumento de despesas (adaptações, tratamentos, cuidadores).
Doenças graves
Cobertura que antecipa parte ou todo o capital diante do diagnóstico de uma doença grave prevista em contrato — como câncer, infarto do miocárdio, AVC e outras, conforme a lista de cada produto. O dinheiro chega enquanto você está vivo e em tratamento, ajudando a cobrir despesas médicas e a manter o orçamento durante um período difícil.
Diária de incapacidade temporária (DIT)
A DIT paga uma renda diária ao segurado durante o período em que ele fica temporariamente afastado do trabalho por acidente ou doença coberta, respeitada a franquia em dias prevista na apólice. É especialmente valiosa para autônomos e profissionais liberais, para quem “parar de trabalhar” significa “parar de faturar”. Enquanto a IPA cobre a invalidez permanente, a DIT cobre o intervalo temporário de recuperação.
Assistências
Muitos produtos incluem serviços de apoio, como assistência funeral, que ampara a família nos custos e trâmites do momento imediato. As assistências variam conforme o produto contratado.
A GVM orienta: não é preciso contratar tudo. O bom desenho é aquele em que cada cobertura tem um motivo claro dentro da sua realidade — e o prêmio reflete só o que protege você de verdade.
Quanto de capital contratar: dimensionar por objetivo
Essa é a decisão mais importante — e a que mais gente erra, para menos ou para mais. O capital segurado não deveria ser um número tirado do ar, e sim a soma de objetivos concretos. A GVM trabalha com quatro perguntas.
1. Proteção da renda da família
Quanto a sua família precisaria por mês para manter o padrão de vida atual? Multiplique por quantos meses ou anos ela precisaria desse fôlego até se reorganizar. Esse costuma ser o maior componente do capital, sobretudo para quem é a principal fonte de renda de casa.
2. Quitação de dívidas e financiamentos
Some o saldo devedor de financiamentos, empréstimos e outras dívidas que, na sua falta, recairiam sobre a família. Um imóvel financiado, por exemplo, pode virar um peso insustentável. Um capital que quita essas dívidas devolve tranquilidade e evita a perda de patrimônio.
3. Educação dos filhos
Manter escola, faculdade e cursos é um dos impactos mais subestimados. Estime o custo de levar os filhos até a formação e inclua esse valor no capital. É a forma de garantir que os planos deles não parem junto com a sua renda.
4. Sucessão e liquidez
Para quem tem patrimônio, sócios ou um negócio, o seguro cumpre um papel de liquidez sucessória: entrega dinheiro rápido à família para pagar despesas, tributos e custos do inventário — sem precisar vender bens às pressas. Como o capital não entra no inventário (veja abaixo), ele chega antes e livre de disputa.
Feita a soma desses objetivos, subtraímos o que você já tem de proteção (inclusive o seguro da empresa). O que sobra é o capital que falta. Se quiser um ponto de partida, use a nossa ferramenta para dimensionar o capital segurado — e traga o resultado para refinarmos juntos.
Beneficiários: quem recebe e por que o capital não entra no inventário
Este é um dos pontos mais fortes — e menos compreendidos — do seguro de vida.
Como indicar e alterar beneficiários
Você indica na apólice quem vai receber a indenização em caso de falecimento e em que proporção. Pode dividir entre várias pessoas, e pode alterar os beneficiários quando quiser, sem depender de ninguém. O beneficiário não precisa ser herdeiro: pode ser um companheiro, um afilhado, uma instituição.
O capital não entra no inventário
Por força do art. 794 do Código Civil, o capital pago pelo seguro de vida não é considerado herança e não responde pelas dívidas do segurado. Na prática, isso significa que:
- O valor vai diretamente aos beneficiários, sem passar pelo inventário.
- A família recebe com rapidez, justamente quando mais precisa de dinheiro em caixa.
- O capital fica protegido de credores do segurado.
É por isso que o seguro de vida é uma ferramenta clássica de planejamento sucessório: garante liquidez imediata e direcionada, algo que nenhum bem “preso” no inventário oferece.
Se não houver beneficiário indicado
Caso a apólice não tenha beneficiário indicado (ou o indicado não possa receber), a lei define a ordem: em regra, metade do capital vai ao cônjuge e a outra metade aos herdeiros. Ainda assim, indicar expressamente é sempre melhor — evita dúvidas e agiliza o pagamento.
Seguro de vida individual x vida em grupo
As duas modalidades se complementam, mas resolvem coisas diferentes. Vale entender a distinção antes de decidir.
Vida em grupo (o da empresa):
- Contratado pela empresa para toda a equipe, com custo por vida baixo.
- Em regra, sem exames e com aceitação simplificada.
- Acaba quando o vínculo acaba — demissão, pedido de saída ou aposentadoria.
- Capital muitas vezes padronizado (um múltiplo do salário), nem sempre suficiente.
Vida individual (o seu):
- Contratado no seu nome, com coberturas e capital sob medida.
- Portável: continua igual, troque de emprego quantas vezes for.
- Taxa calculada pelo seu próprio perfil — e aceitação garantida enquanto a saúde permite.
- Você escolhe e altera beneficiários livremente.
A recomendação da GVM, na maioria dos casos, não é escolher entre um e outro — é ter os dois. O individual funciona como a base permanente da sua proteção; o seguro de vida em grupo da empresa entra como reforço enquanto durar o vínculo. Aprofundamos essa comparação no artigo seguro de vida individual ou em grupo.
Para quem é o seguro de vida individual
O seguro faz sentido para qualquer pessoa que tenha alguém dependendo da sua renda — ou dívidas que sobreviveriam a ela. Na prática, ele é especialmente indicado para:
- Pais e mães com filhos em idade escolar ou universitária.
- Autônomos, sócios e profissionais liberais, sem a rede do seguro do trabalho e, muitas vezes, com proteção limitada do INSS.
- Quem tem financiamento imobiliário ou dívidas relevantes que recairiam sobre a família.
- Recém-casados e novos pais, que passaram a ter alguém contando com a sua renda.
- Quem sustenta os pais ou outros familiares.
- Empresários e gestores, que somam a proteção pessoal ao planejamento do negócio — quem lidera uma empresa costuma combiná-la com o seguro de D&O e com os benefícios da equipe.
Se você é profissional liberal ou trabalha por conta própria, vale conhecer a nossa página para profissionais, que reúne as proteções mais relevantes para quem não tem CLT por trás.
Por que contratar cedo pesa mais do que parece
Existe um custo silencioso em adiar essa decisão, e ele tem duas dimensões.
A taxa sobe com a idade e com a saúde. O prêmio do seguro é calculado sobre o risco. Quanto mais jovem e saudável você é, menor a taxa aplicada ao capital — e contratar cedo garante melhores condições de aceitação e um custo de partida mais baixo. Esperar significa entrar mais tarde e pagar mais caro pela mesma proteção.
A aceitação também depende da saúde. Uma restrição de saúde que apareça no futuro pode encarecer o seguro, restringir coberturas ou dificultar a contratação. Contratar enquanto está tudo bem é o que garante acesso amplo e sem ressalvas.
Em outras palavras: o melhor momento para contratar um seguro de vida quase sempre já passou; o segundo melhor é agora. Não porque algo vá acontecer amanhã, mas porque a decisão fica mais cara e mais difícil a cada ano de espera.
Quando revisar o seu seguro de vida
Contratar é o primeiro passo; manter a apólice alinhada à sua vida é o que garante que ela funcione quando for preciso. Um seguro de vida não é um documento para guardar na gaveta — ele acompanha mudanças que alteram tanto o capital de que a sua família precisa quanto a lista de quem deve recebê-lo. Vale revisar o desenho sempre que a vida virar uma página:
- Nascimento ou adoção de um filho. Mais um dependente significa mais anos de renda a proteger e um novo capítulo de educação a custear — normalmente, capital a acrescentar.
- Um novo financiamento. Ao assumir um imóvel ou outra dívida relevante, o capital deveria crescer o suficiente para quitá-la, evitando que ela recaia sobre a família.
- Casamento, união estável ou divórcio. Mudanças na sua estrutura familiar quase sempre pedem atualização dos beneficiários — um dos ajustes mais esquecidos e mais delicados.
- Salto ou queda de renda. O capital costuma ser dimensionado a partir da renda a repor; quando ela muda de patamar, o seguro deveria acompanhar.
- Objetivos já cumpridos. Nem toda revisão é para cima: dívidas quitadas e filhos já formados podem permitir reduzir o capital e o prêmio, sem manter proteção sobrando.
A GVM revisita a sua apólice periodicamente e a cada um desses marcos, para que o capital e os beneficiários reflitam a sua realidade atual — e não a de quando você assinou o contrato. Atualizar um beneficiário, aliás, é simples e pode ser feito quando você quiser, sem depender de terceiros.
Carências, exclusões e a declaração de saúde
Ser honesto sobre os limites do produto é parte de um bom trabalho de corretagem. Três pontos merecem atenção.
Carência do suicídio. Por lei (art. 798 do Código Civil), o suicídio não é coberto nos dois primeiros anos de vigência. Após esse prazo, passa a ser coberto normalmente. É uma regra do produto, comum a todas as seguradoras — não uma “pegadinha”.
Exclusões das condições gerais. Cada produto lista situações não cobertas (agravamentos de risco, atos ilícitos dolosos, coberturas não contratadas). Ler as condições — ou pedir que a GVM as explique em linguagem simples — evita surpresas na hora do sinistro.
Declaração de saúde. Na contratação, você declara informações de saúde. Preencher com verdade e cuidado é o que garante o pagamento no futuro: omitir uma condição preexistente pode dar à seguradora motivo para negar a indenização justamente quando a família mais precisa. Declarar corretamente é proteger o próprio seguro.
Quando um evento coberto acontece, o caminho é objetivo: a família (ou o segurado) comunica o sinistro, apresenta a documentação e recebe a indenização. Explicamos esse fluxo em detalhe no artigo como funciona um sinistro passo a passo, e a GVM acompanha cada etapa ao lado de quem precisa.
Como a GVM estrutura a sua proteção
Corretora não é intermediário de papel: é quem senta com você, entende a sua vida e traduz isso em uma apólice que faz sentido. O nosso processo tem três passos.
- Diagnóstico. Conversamos sobre renda, dependentes, dívidas e objetivos, e dimensionamos o capital por necessidade real — nem a mais, nem a menos.
- Cotação comparada. Levamos o mesmo desenho às principais seguradoras e apresentamos coberturas e preço lado a lado, para você decidir com clareza.
- Acompanhamento. Ajustamos coberturas conforme a sua vida muda e, no momento do sinistro, estamos do lado da sua família — que é quando o seguro realmente prova o seu valor.
Trabalhamos com pessoas e famílias, mas também com empresas e equipes: veja o panorama completo em nossos seguros.
Vamos dimensionar a sua proteção
Não existe seguro de vida “de tabela”. Existe o que faz sentido para a sua renda, a sua família e os seus objetivos. Conte à GVM a sua situação e montamos o desenho certo, com cotação comparada e sem compromisso.
Fale com a GVM Consulting pela nossa página de contato. O melhor momento para proteger quem depende de você é enquanto está tudo bem.
Dimensionamento por necessidade
Calculamos o capital a partir da renda a substituir, das dívidas e dos objetivos da família — nem a mais, nem a menos.
Cotação comparada
Cotamos o mesmo desenho nas principais seguradoras e apresentamos coberturas e preço lado a lado.
Proteção que é sua
Estruturamos uma apólice portável, que não depende do vínculo empregatício e acompanha as fases da sua vida.
Perguntas frequentes
Tudo o que você precisa saber
O seguro de vida do meu trabalho não basta?
Costuma ser um bom começo, mas tem dois limites: o capital muitas vezes é baixo para as reais necessidades da família e, principalmente, ele acaba quando você sai da empresa, é demitido ou se aposenta. O seguro individual é portável e continua com você.
De quanto de capital eu preciso?
A conta parte da renda que a sua família precisaria repor por alguns anos, somada às dívidas a quitar e a objetivos como a educação dos filhos, menos o que você já tem de proteção. A GVM faz esse dimensionamento com você.
O seguro de vida cobre suicídio?
Por lei (art. 798 do Código Civil), há carência de dois anos: o suicídio não é coberto nos dois primeiros anos de vigência; após esse período, passa a ser coberto normalmente. É uma regra do produto, não uma exclusão da seguradora.
Preciso fazer exames médicos para contratar?
Depende do capital contratado. Para capitais dentro dos limites de aceitação, em geral basta uma declaração de saúde; capitais elevados podem exigir exames. Declarar as informações corretamente é o que garante o pagamento no futuro.
O que é a diária de incapacidade temporária (DIT)?
É uma cobertura que paga uma renda diária ao próprio segurado enquanto ele estiver afastado do trabalho por acidente ou doença coberta, após a franquia em dias prevista na apólice. Ajuda autônomos e profissionais liberais a manter o orçamento durante a recuperação, conforme as condições contratadas.
O capital do seguro entra no inventário?
Em regra, não. O art. 794 do Código Civil determina que o capital pago pelo seguro de vida não é considerado herança e não responde pelas dívidas do segurado. Ele é pago diretamente aos beneficiários indicados, sem depender do trâmite do inventário — o que dá liquidez rápida à família.
Posso resgatar o valor se nunca acionar o seguro?
O seguro de vida tradicional é um seguro de risco — como o do carro ou da casa: você paga pela proteção e não há resgate. Ele é diferente de produtos de acumulação como o VGBL. A vantagem é o custo baixo para um capital alto de proteção.
Posso ter o seguro individual e o da empresa ao mesmo tempo?
Sim, e é comum. As coberturas se somam. O individual funciona como a base portável da sua proteção, e o da empresa como um complemento enquanto durar o vínculo.
Quem recebe a indenização?
Os beneficiários que você indicar na apólice — e você pode alterá-los quando quiser. Na falta de indicação, a lei define a ordem (metade ao cônjuge e metade aos herdeiros, em regra).
Vale a pena contratar sendo jovem e saudável?
Sim. A taxa do seguro sobe com a idade e com o histórico de saúde. Contratando cedo, você entra com uma taxa menor e garante a aceitação enquanto ainda está tudo bem — antes de qualquer restrição de saúde aparecer. O prêmio pode acompanhar a idade ao longo do tempo, mas você parte de um custo mais baixo e com cobertura ampla.
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