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GVM Consulting

Seguros Empresariais

Seguro de Riscos de Engenharia

Da obra civil à montagem industrial, o seguro de riscos de engenharia protege o empreendimento contra danos materiais durante a execução — e o entorno contra os efeitos da obra.

Obras e montagens são frentes de risco enquanto duram: intempéries, incêndio, desabamento, erro de execução, roubo de materiais e acidentes convivem com prazos apertados e valores elevados imobilizados no canteiro. O seguro de Riscos de Engenharia (também chamado de RD Obras) cobre os danos materiais ao empreendimento em construção ou montagem durante a execução e agrega coberturas acessórias importantes — responsabilidade civil e RC cruzada, danos a obras e propriedades existentes ou adjacentes, tumultos, despesas de desentulho, período de manutenção e, em projetos maiores, os lucros cessantes antecipados (ALOP). É a apólice central de construtoras, incorporadoras, empreiteiras e indústrias que montam plantas ou ampliam instalações.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Danos durante a obra

Intempéries, incêndio, desabamento, recalque de fundação ou erro de execução que danificam a obra em andamento.

Erro de montagem e comissionamento

Falha na instalação, no içamento ou nos testes de equipamentos que danifica a própria montagem industrial.

Fenômenos da natureza

Vendaval, granizo, alagamento e chuva intensa atingindo a estrutura e os materiais expostos no canteiro.

Roubo de materiais

Subtração de insumos, cabos, equipamentos e ferramentas do canteiro ou do almoxarifado da obra.

Danos a terceiros e ao entorno

Acidente que atinge vizinhos, transeuntes, imóveis lindeiros ou obras já existentes no local.

Atraso por sinistro

Evento que adia a entrega, trava o cronograma e impacta o retorno esperado do empreendimento.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Chuva intensa e vendaval danificam uma estrutura de concreto em execução.
  • Incêndio no canteiro destrói materiais estocados e parte da obra pronta.
  • Desabamento de estrutura durante a montagem de uma planta industrial.
  • Queda de equipamento no içamento danifica a própria montagem em curso.
  • Recalque de fundação provoca trincas em imóvel vizinho, acionando a RC da obra.
  • Furto de cabos e materiais elétricos do almoxarifado do canteiro.

A cobertura

O que o seguro cobre

Danos materiais à obra/montagem

Cobertura básica: danos súbitos e imprevistos ao empreendimento durante a execução, salvo exclusões.

Responsabilidade civil geral

Danos materiais e corporais a terceiros decorrentes das obras, com custos de defesa, conforme a apólice.

Responsabilidade civil cruzada

Estende a RC entre os diversos empreiteiros e subempreiteiros da mesma obra, tratando um como terceiro do outro.

Danos a obras e propriedades existentes

Cobre estruturas já existentes no canteiro e propriedades adjacentes afetadas pela execução, quando contratada.

Tumultos, greves e vandalismo

Danos causados por distúrbios, atos de vandalismo e greves no local da obra, conforme condições.

Despesas de desentulho

Remoção de escombros e limpeza do canteiro após um sinistro coberto, dentro do limite contratado.

Período de manutenção

Cobre danos após a entrega, durante a garantia — na forma simples (visitas) ou ampla, conforme contratado.

Lucros cessantes antecipados (ALOP)

Proteção do retorno esperado caso um sinistro material atrase a entrada do empreendimento em operação.

Exclusões comuns

  • Erro de projeto do profissional habilitado (campo da RC Profissional de engenheiros e arquitetos).
  • Vícios de fabricação e defeitos de material não segurados, e a parcela de melhoria/reparo do próprio item defeituoso.
  • Desgaste natural, corrosão, oxidação e deterioração gradual.
  • Multas, penalidades e cláusulas contratuais de atraso não decorrentes de dano material coberto.
  • Atos dolosos e inobservância deliberada de normas técnicas.
  • Prejuízos exclusivamente financeiros sem dano material (salvo ALOP, quando contratada).

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

No seguro de riscos de engenharia, o prêmio é calculado sobre o empreendimento, não sobre a pessoa. O valor da obra, o prazo, o método construtivo e as coberturas acessórias definem o custo — por isso cada projeto tem uma cotação própria.

Valor em risco da obra

O custo total do empreendimento em construção ou montagem é a base do cálculo do prêmio.

Tipo e método construtivo

Obra civil, montagem industrial, fundações profundas, contenções e o método adotado influenciam o risco e o preço.

Prazo de execução

Quanto mais longa a obra, maior a janela de exposição a sinistros — e o reflexo no prêmio.

Entorno e exposição

Obra colada em vizinhos, sobre solo instável ou em região sujeita a eventos naturais eleva o risco a terceiros e à própria obra.

Coberturas adicionais

RC cruzada, obras existentes/adjacentes, tumultos, ALOP e desentulho ampliam a proteção e o custo.

O valor sai a partir dos dados do empreendimento (valor, prazo, método e entorno). Envie o projeto à GVM e cotamos com seguradoras especializadas em riscos de engenharia, sem compromisso.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Construtoras e incorporadoras, em obras próprias ou para clientes.
  • Empreiteiras, subempreiteiras e prestadores de serviços de engenharia civil.
  • Montadoras industriais e integradoras de equipamentos e plantas.
  • Indústrias em ampliação, reforma ou montagem de novas linhas.
  • Proprietários, investidores e financiadores que exigem a apólice em contrato.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

Uma obra ou uma montagem industrial é, do primeiro dia ao comissionamento, um ativo caro e exposto. Concreto ainda curando, estrutura sem cobertura, equipamentos içados, materiais estocados no canteiro, dezenas de frentes de trabalho acontecendo ao mesmo tempo — e um cronograma que não perdoa imprevistos. O seguro de riscos de engenharia existe para proteger exatamente essa fase: a da construção e da instalação, quando o empreendimento ainda não é um patrimônio pronto, mas já vale muito e pode ser danificado de muitas formas.

Ele é uma das linhas centrais dos seguros para empresas e o coração do seguro para construtoras e incorporadoras. Nesta página você encontra, em detalhe, o que a cobertura protege, as duas grandes modalidades (obras civis e montagem), as coberturas acessórias que fazem diferença e — o ponto que mais gera confusão — como o riscos de engenharia se distingue do RC de Obras e da RC Profissional.

O que é o seguro de riscos de engenharia

O seguro de riscos de engenharia cobre os danos materiais súbitos e imprevistos ao empreendimento durante a sua execução. Ele opera na lógica “all risks” de canteiro: em regra, cobre-se todo evento acidental que atinja a obra ou a montagem, salvo o que estiver expressamente excluído na apólice.

Na prática, isso significa que a apólice ampara a própria obra — a estrutura em construção, os materiais incorporados, a instalação em curso — contra uma gama ampla de eventos: incêndio, explosão, desabamento, vendaval, granizo, alagamento, chuva intensa, erro de execução, roubo e furto qualificado de materiais, entre outros. A cobertura acompanha o empreendimento do início ao fim do prazo contratado, normalmente casado com o cronograma físico da obra.

Dois pontos definem a natureza dessa cobertura:

  • É temporária e vinculada à execução. O riscos de engenharia é um seguro de projeto, com início e fim atrelados ao cronograma. Quando a obra é entregue e vira patrimônio em operação, quem passa a proteger o bem é o seguro patrimonial ou o multirrisco, não mais o riscos de engenharia.
  • É modular. Além da cobertura básica de danos à obra, agrega coberturas acessórias que ampliam a proteção para o entorno, para terceiros e para o retorno financeiro do projeto. É na escolha certa desses módulos que mora a diferença entre uma apólice adequada e uma apólice com brechas.

CAR e EAR: as duas modalidades

O mercado organiza o seguro de riscos de engenharia em duas grandes modalidades, conforme a natureza predominante do empreendimento. Muitos projetos combinam as duas — e a apólice é ajustada ao peso de cada parte.

Obras civis — CAR (Contractors All Risks)

A modalidade CAR, ou Riscos de Construção, cobre empreendimentos de natureza predominantemente civil:

  • Edifícios residenciais, comerciais e industriais.
  • Obras de infraestrutura: estradas, pontes, viadutos, túneis, barragens.
  • Redes de água, esgoto, drenagem e saneamento.
  • Reformas e ampliações de grande porte.

Aqui os riscos típicos são as intempéries sobre estruturas expostas, o desabamento, os problemas de fundação e contenção, o incêndio no canteiro e o roubo de materiais. Quanto mais movimento de terra, fundação profunda e contenção houver, mais sensível é o risco — e mais importante fica o desenho das coberturas de solo e de danos a terceiros.

Instalação e montagem — EAR (Erection All Risks)

A modalidade EAR, ou Riscos de Montagem, cobre a instalação e a montagem de equipamentos e plantas industriais:

  • Montagem de linhas de produção e plantas fabris.
  • Instalação de máquinas, caldeiras, turbinas e geradores.
  • Estruturas metálicas, tubulações e sistemas industriais.
  • Subestações, transformadores, sistemas elétricos e parques de geração.

O ponto que caracteriza o EAR é a cobertura da fase de testes e comissionamento — o momento em que os equipamentos são energizados e postos em carga pela primeira vez, tipicamente o de maior risco de toda a montagem. Falhas de içamento, erro de instalação, curto-circuito no start-up e danos durante os ensaios são exposições clássicas dessa modalidade. Para as próprias máquinas de trabalho usadas na obra — guindastes, escavadeiras, plataformas — a proteção correta é o seguro de equipamentos, que é complementar e não se confunde com o EAR.

O que a cobertura básica protege

A cobertura básica (o núcleo da apólice) responde pelos danos materiais à obra ou à montagem. Em linhas gerais, e sempre conforme as condições contratadas, ela alcança:

  • Fenômenos da natureza: vendaval, granizo, alagamento, chuva intensa, deslizamento.
  • Incêndio, raio e explosão no canteiro ou na frente de montagem.
  • Desabamento e colapso de estruturas em execução.
  • Erros de execução: falhas de mão de obra, de método construtivo ou de montagem que resultem em dano físico à obra.
  • Roubo e furto qualificado de materiais, insumos e equipamentos incorporados ou estocados na obra.

A ideia central é simples: se um evento acidental danifica fisicamente a obra durante a execução e não está excluído, a cobertura básica tende a responder pelo reparo ou pela reconstrução, até o limite segurado.

Coberturas acessórias: onde mora a diferença

É nas coberturas acessórias que a apólice deixa de ser genérica e passa a caber no projeto. Elas são contratadas em adição à básica, cada uma com seu próprio limite. As mais relevantes:

Responsabilidade civil geral

Responde por danos materiais e corporais a terceiros decorrentes da execução da obra — o vizinho que tem o muro trincado, o transeunte atingido por queda de material, o veículo danificado na rua. Inclui, em regra, os custos de defesa. Esse é o mesmo campo do seguro de responsabilidade civil de obras, muitas vezes embutido na própria apólice de riscos de engenharia.

Responsabilidade civil cruzada

Numa obra grande, há vários empreiteiros e subempreiteiros trabalhando lado a lado. A RC cruzada trata cada um deles como “terceiro” em relação aos demais dentro da mesma apólice. Se a empresa A causa dano à frente de trabalho da empresa B, a cobertura responde — sem a cláusula, esse dano entre contratados pode ficar descoberto. É essencial em canteiros com múltiplos players.

Danos a obras e propriedades existentes ou adjacentes

Quando a obra acontece dentro ou ao lado de estruturas que já existem — uma ampliação colada ao prédio antigo, uma reforma em galpão em operação, uma escavação junto ao imóvel vizinho — os danos a essas estruturas preexistentes e adjacentes só ficam cobertos com cláusula específica e limite próprio. É um dos pontos que mais gera reclamação e um dos primeiros que a GVM verifica no desenho da apólice.

Tumultos, greves e atos de vandalismo

Cobre danos causados por distúrbios civis, greves e vandalismo no local da obra — do canteiro invadido ao equipamento depredado. Relevante em obras urbanas, de longa duração ou expostas a conflitos trabalhistas.

Despesas de desentulho e despesas extraordinárias

Após um sinistro coberto, sobra escombro, entulho e limpeza a fazer antes de retomar. A cobertura de desentulho paga a remoção dos destroços; as despesas extraordinárias cobrem custos adicionais para acelerar o reparo (horas extras, frete expresso), dentro do limite contratado.

Período de manutenção

A obra foi entregue, mas a garantia continua. A cobertura de período de manutenção estende a proteção para essa fase pós-entrega:

  • Manutenção simples: cobre danos causados pelo próprio segurado durante visitas e serviços de manutenção no prazo de garantia.
  • Manutenção ampla: além do acima, cobre danos que surjam nesse período mas tenham origem na fase de execução da obra.

Lucros cessantes antecipados (ALOP)

Em projetos que geram receita ao entrar em operação — uma usina, uma indústria, um empreendimento comercial — um sinistro material que atrase a entrega significa retorno adiado. A cobertura ALOP (Advance Loss of Profits) protege exatamente essa margem esperada durante o período de atraso causado pelo dano. É uma extensão da lógica dos lucros cessantes aplicada à fase de projeto, e costuma ser exigida por financiadores em grandes empreendimentos.

O que geralmente não está coberto

Tão importante quanto saber o que a apólice cobre é entender os limites. Em regra, ficam de fora (sempre conforme as condições contratadas):

  • Erro de projeto do profissional habilitado — é campo da RC Profissional, não do riscos de engenharia.
  • Vícios de fabricação e defeitos de material, e a parcela de melhoria ou reparo do próprio item defeituoso (o dano que ele causa a outras partes pode ser coberto; o conserto do defeito em si, não).
  • Desgaste natural, corrosão, oxidação e deterioração gradual.
  • Multas, penalidades e cláusulas contratuais de atraso que não decorram de um dano material coberto.
  • Atos dolosos e inobservância deliberada de normas técnicas.
  • Prejuízos exclusivamente financeiros sem dano material — salvo a cobertura ALOP, quando contratada.

Cada seguradora e cada produto trazem sua própria lista de exclusões. Ler essa lista com atenção — e não só o rol de coberturas — é parte do trabalho de corretagem.

Riscos de Engenharia x RC de Obras x RC Profissional

Este é o trio que mais confunde. As três coberturas convivem no universo da construção, mas protegem coisas diferentes. Entender a fronteira evita comprar cobertura sobreposta e, pior, deixar risco descoberto.

  • Seguro de Riscos de Engenharia — protege a própria obra ou montagem. É o dano físico à estrutura, aos materiais e à instalação em execução. Se a laje desaba, se o incêndio destrói o que já estava pronto, se a montagem cai no içamento, é aqui que se aciona.
  • RC de Obras — protege terceiros e o entorno. É o dano que a obra causa a quem está fora dela: vizinhos, transeuntes, imóveis lindeiros. Trinca no prédio ao lado, queda de material na rua, tubulação pública rompida na escavação. Frequentemente vem embutida na apólice de riscos de engenharia como cobertura de RC.
  • RC Profissional (engenheiros e arquitetos) — protege contra o erro intelectual do projeto. Cálculo estrutural equivocado, especificação errada, falha de dimensionamento. Não é dano físico da execução: é a falha de concepção do profissional habilitado. É uma cobertura de outra natureza, contratada à parte.

Uma forma simples de guardar a diferença: Riscos de Engenharia = dano à obra; RC de Obras = dano de quem faz a obra a terceiros; RC Profissional = erro de quem projetou a obra. Um empreendimento bem estruturado costuma ter as três frentes desenhadas em conjunto, sem lacuna e sem duplicidade.

Para quem é o seguro de riscos de engenharia

O seguro é indicado — e muitas vezes exigido em contrato — para quem executa, contrata ou financia obras e montagens:

  • Construtoras e incorporadoras, em obras próprias ou para clientes.
  • Empreiteiras e subempreiteiras de engenharia civil e infraestrutura.
  • Montadoras industriais e integradoras de equipamentos e plantas.
  • Indústrias em ampliação, reforma ou montagem de novas linhas — parte natural do programa de seguros para indústrias.
  • Proprietários, investidores e financiadores que exigem a apólice como condição do contrato ou do financiamento.

Quando o empreendimento é financiado ou vai a licitação, o riscos de engenharia costuma vir acompanhado do seguro garantia, que garante o cumprimento do contrato de construção. São peças diferentes de um mesmo tabuleiro: uma protege a obra contra danos, a outra garante que o contrato será cumprido.

Como o prêmio é calculado

No riscos de engenharia, o prêmio é calculado sobre o empreendimento, não sobre a pessoa ou a empresa. Não há tabela: cada obra tem sua cotação. Os principais fatores:

  • Valor em risco da obra — o custo total do empreendimento em construção ou montagem é a base do cálculo.
  • Tipo e método construtivo — obra civil, montagem industrial, fundações profundas, contenções e o método adotado mudam o grau de risco.
  • Prazo de execução — quanto mais longa a obra, maior a janela de exposição a sinistros.
  • Entorno e exposição — obra colada em vizinhos, sobre solo instável ou em região sujeita a eventos naturais eleva o risco à obra e a terceiros.
  • Coberturas acessórias — RC cruzada, obras existentes e adjacentes, tumultos, ALOP e desentulho ampliam a proteção e compõem o preço.

Nunca cravamos um número sem analisar o projeto. O valor depende do perfil de risco do empreendimento, e o caminho correto é enviar os dados (valor, prazo, método, entorno e cronograma) para cotação com seguradoras especializadas.

Como funciona o sinistro

No momento do dano, a agilidade e a documentação decidem a qualidade da indenização. Em linhas gerais, o fluxo é:

  1. Comunicação imediata à seguradora, assim que o dano é identificado, com preservação do cenário e das evidências.
  2. Medidas de contenção para evitar o agravamento do prejuízo — parte do dever do segurado.
  3. Documentação: relatórios técnicos, fotos, boletim de ocorrência quando houver roubo ou vandalismo, e comprovação dos valores.
  4. Regulação: o regulador da seguradora avalia causa, extensão e enquadramento na cobertura.
  5. Indenização conforme a apólice, descontada a franquia aplicável.

A GVM Consulting acompanha esse processo do lado do segurado, orientando o acionamento e sustentando a regulação. Se quiser entender o passo a passo em detalhe, veja como funciona um sinistro, do aviso à indenização.

Como a GVM estrutura a sua apólice

A GVM Consulting trata o seguro da obra como um conjunto, não como uma apólice de prateleira. Lemos o projeto, o cronograma e o contrato para entender o que financiadores, editais e contratantes exigem — e traduzimos isso em coberturas que passam na análise sem sobra de custo e sem lacuna de proteção.

Na prática, isso significa desenhar a cobertura básica no valor certo, dimensionar os limites de RC e RC cruzada conforme o número de empreiteiros, verificar a necessidade de danos a obras existentes e adjacentes, avaliar ALOP quando há receita em jogo, e integrar o riscos de engenharia ao RC de Obras e ao Garantia como um único programa coerente. E, quando o sinistro chega, estamos ao seu lado no acionamento — porque obra parada é prejuízo por dia.

Se você tem uma obra ou uma montagem no horizonte, fale com a GVM. Envie o projeto e o cronograma que estruturamos a cobertura sob medida e cotamos com seguradoras especializadas em riscos de engenharia, sem compromisso.

Protege o empreendimento

Cobertura desenhada para os riscos específicos da fase de execução — o momento mais vulnerável do projeto.

Atende exigências

Frequentemente requerido por financiadores, editais e contratos de construção e de fornecimento.

Estruturação técnica

Dimensionamos por valor, prazo, método construtivo e coberturas acessórias — sem lacuna e sem excesso.

Visão do conjunto da obra

Integramos Riscos de Engenharia, RC de Obras e Garantia como um só programa, coerente com o contrato.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O que o seguro de riscos de engenharia cobre?

Cobre danos materiais súbitos e imprevistos ao empreendimento durante a obra ou montagem — intempéries, incêndio, desabamento, erros de execução, roubo de materiais — e pode incluir RC contra terceiros, RC cruzada, danos a obras existentes/adjacentes, tumultos, desentulho, período de manutenção e lucros cessantes antecipados, conforme as condições.

Qual a diferença entre CAR (obras civis) e EAR (montagem)?

O CAR (Contractors All Risks / Riscos de Construção) cobre obras predominantemente civis — edifícios, pontes, estradas, infraestrutura. O EAR (Erection All Risks / Riscos de Montagem) cobre a instalação e montagem de equipamentos e plantas industriais, incluindo os testes e o comissionamento. Muitos projetos combinam as duas naturezas, e a apólice é ajustada ao peso de cada parte.

Qual a diferença entre este seguro e o RC de Obras?

São complementares. O Riscos de Engenharia protege a PRÓPRIA obra ou montagem (a estrutura, os materiais e a instalação em si). O RC de Obras responde por danos causados a TERCEIROS pela execução — vizinhos, transeuntes, imóveis lindeiros. Obras bem seguradas normalmente têm as duas frentes, muitas vezes na mesma apólice.

E a diferença para a RC Profissional (erro do projetista)?

A RC Profissional de engenheiros e arquitetos responde por erros de projeto, cálculo ou especificação técnica do profissional habilitado — uma falha intelectual. O Riscos de Engenharia cobre o dano físico à obra durante a execução, não o erro de concepção do projeto. São coberturas de naturezas diferentes e frequentemente contratadas em conjunto.

O que é a RC cruzada?

É a cobertura que, numa obra com vários empreiteiros e subempreiteiros segurados, trata cada um como terceiro em relação aos demais. Se uma empresa da obra causa dano a outra, a RC cruzada responde — evitando que o conjunto de contratados fique sem amparo entre si.

O seguro cobre danos a obras já existentes e a propriedades adjacentes?

Pode cobrir, mediante cláusula específica. Estruturas preexistentes no local da obra e propriedades vizinhas afetadas pela execução são um ponto sensível e devem ser contratadas de forma expressa, com limite próprio — é uma das origens mais comuns de reclamação.

O que é o período de manutenção?

É a extensão da cobertura para a fase posterior à entrega, durante o prazo de garantia. Na forma simples, cobre danos causados durante visitas de manutenção; na forma ampla, também danos surgidos nesse período com origem na fase de execução, conforme contratado.

O que é a cobertura ALOP (lucros cessantes antecipados)?

ALOP (Advance Loss of Profits) protege o retorno esperado do empreendimento caso um sinistro material atrase a entrada em operação. É relevante em projetos com receita prevista na conclusão — usinas, indústrias, empreendimentos que geram fluxo ao entrar em funcionamento.

Montagem de plantas industriais está coberta?

Sim, essa é a essência da modalidade EAR (Riscos de Montagem): cobre a instalação de equipamentos e plantas industriais, inclusive testes e comissionamento, conforme a apólice.

Cobre roubo de materiais no canteiro?

Sim, o roubo e o furto qualificado de materiais e equipamentos da obra podem ser cobertos, conforme as condições contratadas e as medidas de segurança do canteiro.

Qual a diferença entre este seguro e o seguro de equipamentos de construção?

Este protege a obra/montagem em si; o de equipamentos protege as máquinas de trabalho (escavadeiras, guindastes, betoneiras). São complementares — veja o seguro de equipamentos.

É exigido em obras financiadas e licitações?

Com frequência, sim. Financiadores, editais e contratos costumam exigir o seguro de riscos de engenharia com limites mínimos, muitas vezes junto com o seguro garantia.

Como é definido o valor do seguro?

Pelo valor da obra, prazo de execução, método construtivo, entorno e coberturas escolhidas. A GVM cota com seguradoras especializadas a partir do projeto e do cronograma.

Atendem obras em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende construtoras, incorporadoras, montadoras e indústrias em todo o território nacional.

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