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GVM Consulting

Responsabilidade Civil Profissional

Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Dentistas

A odontologia combina procedimento clínico e expectativa estética — terreno fértil para reclamações. O seguro de RC Profissional protege o seu consultório, o seu patrimônio e a sua tranquilidade para atender.

A relação entre cirurgião-dentista e paciente envolve, com frequência, expectativa de resultado — sobretudo em procedimentos estéticos —, o que torna a odontologia uma das áreas da saúde mais sujeitas a reclamações. Insatisfação com o sorriso, complicações em implantes, ortodontia, endodontia ou prótese podem se transformar em ações cíveis, reclamações no PROCON e processos éticos no CRO. Mesmo o profissional mais cuidadoso pode ser alvo de uma demanda — e uma única ação, ainda que improcedente, significa advogado, perícia e anos de desgaste. O seguro de Responsabilidade Civil Profissional existe para que esse peso não recaia sobre você: custeia a defesa e responde por eventuais indenizações, dentro das condições contratadas.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Insatisfação estética

Resultado abaixo da expectativa do paciente que vira pedido de indenização — risco elevado em estética, HOF e prótese.

Falha alegada em procedimento

Alegação de erro em implante, ortodontia, endodontia, cirurgia ou reabilitação protética.

Dano corporal ao paciente

Lesão nervosa, perfuração, fratura de instrumento, infecção ou dano a dente adjacente atribuídos à conduta.

Perda de implante ou osseointegração

Falha na integração ou perda tardia do implante, com pedido de refazimento e reparação.

Reclamações no PROCON e no CRO

Demandas administrativas e éticas que exigem defesa técnica e podem afetar a reputação do consultório.

Exposição do patrimônio pessoal

Sem seguro, a indenização pode alcançar os bens pessoais do dentista e da família.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Paciente processa por insatisfação estética após reabilitação anterior ou lentes de contato, alegando cor, forma ou sorriso fora do combinado.
  • Ação por perda de implante ou falha de osseointegração, com pedido de dano material e moral.
  • Reclamação por lesão do nervo alveolar inferior após exodontia de terceiro molar incluso.
  • Fratura de instrumento endodôntico retido no interior do canal, com pedido de indenização.
  • Alegação de dano a dente adjacente ou perfuração durante o tratamento.
  • Reclamação por suposta falha em tratamento ortodôntico, com reabsorção radicular ou resultado insatisfatório.

Responsabilidade técnica e legal

A sua responsabilidade — e como o seguro responde por ela

Conselho: CRO

O cirurgião-dentista responde civilmente pelos danos causados ao paciente e está sujeito à fiscalização do Conselho Regional de Odontologia (CRO). Como profissional liberal, sua responsabilidade pessoal é apurada mediante a verificação de culpa (Código de Defesa do Consumidor, art. 14, § 4º) — ou seja, é preciso demonstrar imprudência, negligência ou imperícia.

Há, porém, uma distinção decisiva. Tratamentos com finalidade funcional configuram, em regra, obrigação de meio: o profissional se compromete a empregar a melhor técnica, não a garantir um desfecho. Já os procedimentos com finalidade estética são tratados pela jurisprudência do STJ como obrigação de resultado — caso em que cabe ao profissional demonstrar que o insucesso decorreu de fator alheio à sua atuação, o que inverte a lógica da prova e amplia a exposição.

Essa diferença reforça a importância de dois pilares: uma defesa técnica bem custeada e um prontuário completo. Demonstrar que a conduta seguiu a boa prática, que o paciente foi devidamente informado e que o resultado foi acompanhado é o que separa a improcedência da condenação.

Vale distinguir as esferas. A cível trata da indenização ao paciente e é a que mais frequentemente atinge o patrimônio. A ética-profissional corre no CRO e pode levar a advertência, censura ou até suspensão do exercício. A criminal é excepcional e independente das demais. O seguro de RC Profissional atua sobre a responsabilidade civil e sobre os custos de defesa — não sobre penalidades administrativas ou criminais.

Conteúdo informativo, com base na legislação vigente; não substitui orientação jurídica individualizada. As coberturas seguem as condições gerais da apólice contratada.

A cobertura

O que o seguro cobre

Danos a pacientes

Indenizações por erro ou omissão no atendimento odontológico, dentro das condições da apólice.

Danos morais e estéticos

Conforme as condições contratadas — ponto central em procedimentos com expectativa de resultado.

Custos de defesa

Honorários advocatícios, perícias e custas em ações cíveis e demandas administrativas, conforme a apólice.

Cobertura por especialidade

Apólice ajustada ao rol de procedimentos que você realiza, das áreas clínicas às cirúrgicas e estéticas.

Retroatividade

Proteção para procedimentos anteriores ao início da apólice, desde que a reclamação surja na vigência.

Clínica e equipe

Possibilidade de estruturar cobertura para a pessoa jurídica e para os profissionais e auxiliares sob sua responsabilidade.

Exclusões comuns

  • Atos dolosos (intenção de causar dano) ou fraude.
  • Procedimentos fora da habilitação ou da especialidade do profissional.
  • Penalidades administrativas e éticas aplicadas pelo CRO.
  • Multas, tributos e sanções de natureza criminal.
  • Devolução de honorários e refazimento gratuito do próprio tratamento.
  • Reclamações já conhecidas ou fatos anteriores à data de retroatividade.

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

Não há um preço fixo de seguro de RC para dentistas: o valor reflete o seu perfil de risco. Um clínico geral e um profissional focado em implantes e harmonização orofacial pagam prêmios diferentes para a mesma cobertura, porque a exposição a reclamações é distinta.

Especialidade e procedimentos

Implantodontia, ortodontia, cirurgia e procedimentos estéticos expõem mais — pela complexidade e pela expectativa de resultado — e pesam no preço.

Limite de indenização (LMI)

O teto pago por sinistro. Estética, implantes e reabilitações extensas tendem a exigir limites maiores, o que eleva o prêmio.

Retroatividade

Cobrir procedimentos anteriores ao início da apólice amplia a proteção e entra no cálculo, já que reclamações surgem depois.

Volume e perfil de atendimento

A quantidade de pacientes, o rol de procedimentos e a atuação em clínica ou em equipe compõem a base do preço.

O valor exato depende da sua especialidade e do perfil do consultório. A cotação com a GVM é gratuita e sem compromisso: comparamos as principais seguradoras e apresentamos a melhor relação entre cobertura e preço para o seu caso.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Cirurgiões-dentistas clínicos gerais e especialistas.
  • Implantodontistas, ortodontistas, endodontistas, periodontistas e protesistas.
  • Profissionais de odontologia estética e harmonização orofacial (HOF).
  • Cirurgiões bucomaxilofaciais e profissionais que realizam cirurgias.
  • Donos de consultório e de clínicas odontológicas.
  • Dentistas autônomos e vinculados a clínicas, convênios e redes.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

A odontologia é, hoje, uma das especialidades da saúde que mais recebe ações no Brasil. O motivo não é falta de técnica — é a combinação de um procedimento clínico com uma expectativa estética muito concreta. Quando o paciente troca um sorriso, ele não avalia só a função: avalia a cor, a forma, a simetria, o resultado que imaginou. Essa distância entre o que se espera e o que se entrega é o campo onde nascem a maioria das reclamações.

Este guia explica, de forma direta, por que o cirurgião-dentista está tão exposto, como a Justiça enxerga a sua responsabilidade, o que muda entre um tratamento funcional e um estético, e como o seguro de Responsabilidade Civil Profissional protege o seu patrimônio e a sua defesa. Se você já quer conversar sobre o seu caso, é possível falar com a GVM a qualquer momento.

Por que a odontologia é uma das áreas da saúde mais processadas

Alguns fatores se somam e explicam o volume de demandas contra dentistas:

  • Expectativa de resultado. Boa parte da odontologia moderna é estética. O paciente contrata um sorriso, e a insatisfação com o desfecho vira pedido de indenização com facilidade.
  • Relação de consumo. O atendimento odontológico é, em regra, uma relação de consumo. Isso aproxima o paciente do PROCON e facilita o acesso à Justiça.
  • Tratamentos longos e caros. Ortodontia, implantes e reabilitações se estendem por meses ou anos, envolvem valores altos e muitas etapas — cada uma delas um ponto possível de conflito.
  • Complicações inerentes. Lesão nervosa, fratura de instrumento, alveolite, perda de implante e reabsorção radicular podem ocorrer mesmo com técnica correta, e frequentemente são lidas pelo paciente como erro.
  • Reclamações tardias. Um problema pode aparecer anos depois do procedimento, quando o profissional nem se lembra do caso — daí a importância da retroatividade, que explicamos adiante.

O ponto central é este: você não precisa ter errado para ser processado. Basta a reclamação. E é justamente aí que o seguro trabalha.

Obrigação de meio x obrigação de resultado

Esta é a distinção mais importante para entender o risco odontológico. Ela define o que você precisa provar para se defender.

Quando o tratamento é obrigação de meio

Nos tratamentos com finalidade funcional — uma endodontia para salvar o dente, uma exodontia, o tratamento de uma periodontite —, a obrigação é, em regra, de meio. Você se compromete a empregar a melhor técnica disponível, não a garantir um desfecho específico. Se algo dá errado apesar da conduta correta, cabe ao paciente demonstrar a culpa (imprudência, negligência ou imperícia). Como profissional liberal, a sua responsabilidade é apurada mediante culpa, na forma do art. 14, § 4º, do Código de Defesa do Consumidor.

Quando o tratamento vira obrigação de resultado

Nos procedimentos com finalidade estética — lentes de contato, facetas, clareamento, harmonização orofacial, muitas vezes a própria ortodontia e a prótese com forte apelo estético —, a jurisprudência do STJ costuma tratar a obrigação como de resultado. A diferença é decisiva: aqui, presume-se a culpa do profissional diante do insucesso, e passa a ser você quem precisa provar que o resultado abaixo do esperado decorreu de fator alheio à sua atuação (falta de adesão do paciente, condição biológica, descumprimento de orientações).

Essa inversão da prova é o que mais amplia a exposição do dentista estético — e o que torna o prontuário e o seguro tão importantes. O mesmo raciocínio aparece em outras profissões da saúde com componente estético; se você atua em interface com a medicina, vale conhecer também o seguro de RC para médicos.

O prontuário é a sua principal defesa

Antes mesmo do seguro, o que decide muitas ações é a documentação. Um prontuário completo, honesto e contemporâneo aos fatos é a prova mais forte de que a conduta seguiu a boa prática. A ausência de registro, por outro lado, costuma ser interpretada contra o profissional.

O que documentar em cada caso

  • Anamnese e histórico de saúde do paciente, incluindo condições que afetam o tratamento (diabetes, tabagismo, bruxismo, medicações).
  • Plano de tratamento com alternativas apresentadas, etapas e prognóstico realista.
  • Evolução clínica de cada sessão, com data, procedimento realizado, intercorrências e orientações dadas.
  • Materiais e componentes utilizados, especialmente marca e lote de implantes e biomateriais.
  • Encaminhamentos e recomendações de retorno, faltas e abandonos de tratamento.

Termo de consentimento livre e esclarecido

O consentimento não é uma formalidade nem um “papel para assinar”. É o documento que prova que o paciente foi informado dos riscos, das limitações e das alternativas antes de decidir. Ele deve ser específico para o procedimento, escrito em linguagem acessível e assinado antes da intervenção. Um consentimento genérico protege pouco; um consentimento bem feito, somado ao prontuário, sustenta a defesa — sobretudo nos casos estéticos.

Fotografias, radiografias e exames

Em odontologia, a imagem vale mais que a palavra. Fotografias do antes, do durante e do depois, radiografias, tomografias e modelos são a base para demonstrar a condição inicial do paciente e a evolução do caso. Em estética e HOF, o registro fotográfico padronizado é praticamente indispensável para responder a uma alegação de “ficou pior do que estava”.

Esferas de responsabilidade: cível, ética e criminal

Uma mesma reclamação pode desdobrar-se em frentes diferentes, e é importante não confundi-las:

  • Cível. É a ação de indenização movida pelo paciente. É a esfera que mais atinge o patrimônio e sobre a qual o seguro de RC atua diretamente, cobrindo defesa e indenização, conforme a apólice.
  • Ética-profissional (CRO). O Conselho Regional de Odontologia fiscaliza o exercício e pode instaurar processo ético, com penalidades que vão de advertência e censura à suspensão do exercício. O seguro pode custear a defesa conforme as condições, mas não paga as penalidades do conselho.
  • Criminal. É excepcional na odontologia e independe das demais. Trata de eventual conduta com repercussão penal e foge ao objeto do seguro no que diz respeito a penas.

Entender essa separação evita a expectativa errada de que o seguro “resolve tudo”. Ele resolve o que é seguro: a responsabilidade civil e o custo de se defender.

Riscos por especialidade

A exposição varia muito conforme o que você faz. Uma apólice bem feita reflete o seu rol real de procedimentos.

Implantodontia

Uma das áreas de maior litígio. Perda de implante, falha de osseointegração, posicionamento inadequado, lesão de estruturas nobres e insucesso estético da prótese sobre implante geram reclamações de alto valor. O planejamento por imagem e o registro de lote dos componentes são decisivos na defesa.

Ortodontia

Tratamento longo, caro e com forte componente estético. Reabsorção radicular, movimentação indesejada, tempo de tratamento além do previsto e resultado final aquém do combinado estão entre as queixas mais comuns. A adesão do paciente (uso de contenção, comparecimento) é ponto sensível e deve estar documentada.

Endodontia

Fratura de instrumento retido no canal, perfuração, tratamento incompleto, reinfecção e dano a dente adjacente. São complicações que podem ocorrer dentro da boa técnica, mas que o paciente frequentemente lê como erro.

Prótese e reabilitação oral

Adaptação, estética, fonética e durabilidade da prótese, além de falhas em reabilitações extensas que envolvem alto investimento. A expectativa de resultado costuma ser alta, o que aproxima esses casos da obrigação de resultado.

Harmonização orofacial (HOF)

Área em forte expansão e sob debate regulatório, com natureza estética marcante — logo, exposição elevada. Reações, assimetrias e insatisfação com o resultado exigem consentimento robusto, registro fotográfico e declaração correta da atividade na apólice.

Cirurgia, periodontia e odontopediatria

Exodontias de terceiros molares (lesão do nervo alveolar inferior e do lingual), cirurgias bucomaxilofaciais, procedimentos periodontais e o atendimento de crianças — este último com a particularidade de envolver os responsáveis — completam o mapa de risco. Cada perfil pede um dimensionamento próprio de limite e cobertura.

O que o seguro de RC para dentistas cobre

De forma geral, e sempre conforme as condições contratadas, a apólice de Responsabilidade Civil Profissional responde por:

  • Danos ao paciente decorrentes de erro ou omissão no atendimento odontológico.
  • Danos morais e estéticos atribuídos ao tratamento — item central na odontologia.
  • Custos de defesa: honorários advocatícios, perícias e custas em ações cíveis e demandas administrativas.
  • Cobertura por especialidade, ajustada ao rol de procedimentos que você declara.
  • Retroatividade, para procedimentos anteriores ao início da apólice.
  • Estrutura para clínica e equipe, quando você responde por outros profissionais e auxiliares.

O que o seguro não cobre

Nenhuma apólice cobre tudo. Em regra, ficam de fora:

  • Atos dolosos, fraude e má-fé.
  • Procedimentos fora da sua habilitação ou especialidade.
  • Penalidades éticas e administrativas do CRO e multas.
  • Sanções de natureza criminal.
  • Devolução de honorários e refazimento gratuito do próprio tratamento.
  • Reclamações já conhecidas ou fatos anteriores à data de retroatividade.

Conhecer as exclusões é o que evita a frustração no sinistro. A GVM revisa esses pontos com você antes da contratação — inclusive porque declarar corretamente a atividade é o que impede uma recusa legítima da seguradora.

Como funciona o acionamento e a retroatividade

Os seguros de RC Profissional costumam operar à base de reclamações (claims-made). Na prática, o que importa é o momento em que a reclamação chega, não apenas o momento do procedimento. A cobertura é acionada quando a reclamação é apresentada durante a vigência da apólice, desde que o fato gerador seja posterior à data de retroatividade contratada.

Isso tem duas consequências diretas para o dentista:

  • A retroatividade protege o passado. Como um problema pode surgir anos depois — um implante que falha, uma reabsorção que aparece —, contratar uma data de retroatividade adequada garante que procedimentos antigos estejam amparados se a reclamação vier agora.
  • A continuidade importa. Manter a apólice ativa e sem lacunas evita que um período fique descoberto. Ao trocar de seguradora ou encerrar a atividade, o prazo complementar de notificação (quando disponível) preserva a proteção para reclamações tardias.

É um tema técnico e frequentemente mal explicado. Vale a leitura do nosso guia sobre como funciona a retroatividade no seguro de RC para entender a lógica com calma. Para uma visão focada na odontologia, veja também o guia de seguro para dentistas.

Quanto custa o seguro de RC para dentistas

Não existe um preço fixo. O prêmio reflete o seu perfil de risco, e os principais fatores são:

  • Especialidade e procedimentos. Um clínico geral e um implantodontista focado em HOF pagam valores diferentes pela mesma cobertura, porque a exposição é distinta.
  • Limite máximo de indenização (LMI). O teto por sinistro. Estética, implantes e reabilitações extensas pedem limites maiores, o que eleva o prêmio.
  • Retroatividade. Ampliar a cobertura para o passado entra no cálculo.
  • Volume e perfil de atendimento. Quantidade de pacientes, rol de procedimentos e atuação em clínica ou em equipe compõem a base.

O ponto prático: dá para equilibrar cobertura e preço quando a apólice é desenhada sobre o seu perfil real, sem coberturas que você não usa nem lacunas nas áreas de maior risco. É esse ajuste fino que a GVM faz.

Clínica com vários dentistas: como estruturar

Se você é dono de clínica, há uma camada a mais. A responsabilidade pode recair sobre a pessoa jurídica e, ao mesmo tempo, sobre o profissional que executou o procedimento — que costuma ser citado nominalmente. Uma estrutura bem feita combina a cobertura da clínica com a proteção individual dos dentistas e da equipe auxiliar, evitando que alguém fique descoberto. Para consultórios e clínicas, vale conhecer o pacote de proteção para clínicas e consultórios, que vai além da RC e alcança o patrimônio e a operação.

Boas práticas que reduzem o risco de processo

O seguro é a última linha de defesa. Antes dele, algumas práticas diminuem muito a chance de uma reclamação prosperar:

  • Alinhe expectativas por escrito, com prognóstico realista — especialmente em estética.
  • Use consentimento específico e mantenha o prontuário completo e contemporâneo.
  • Fotografe e radiografe o antes, o durante e o depois.
  • Documente faltas, abandonos e descumprimento de orientações pelo paciente.
  • Guarde a rastreabilidade de implantes e biomateriais.
  • Comunique intercorrências com transparência — boa parte das ações nasce da falha de comunicação, e não da falha técnica.

Converse com a GVM

Na GVM Consulting somos especialistas em seguros para profissionais da saúde. Conhecemos a rotina do consultório, os riscos de cada especialidade e a forma como as reclamações chegam — muitas vezes tempos depois do atendimento. Por isso não vendemos uma apólice genérica: estruturamos a proteção certa para o seu perfil, seja você clínico geral, implantodontista, ortodontista ou dono de clínica. Conheça também as demais soluções para profissionais liberais e a nossa linha completa de seguros.

Mais do que contratar, acompanhamos você quando o seguro é acionado: orientamos o passo a passo, apoiamos na reclamação e no processo. Não cravamos preço sem entender o seu caso — cada consultório tem um perfil de risco próprio. A cotação é gratuita e sem compromisso: conte para a gente a sua especialidade e o seu volume de atendimento, e comparamos as principais seguradoras para apresentar a melhor relação entre cobertura e preço para você.

Especialistas na saúde

Conhecemos os riscos da odontologia e a forma como as reclamações chegam — muitas vezes tempos depois do atendimento.

Apólice por procedimento

Declaramos corretamente a sua atividade e especialidade para que a cobertura responda quando você precisar.

Suporte no sinistro

Orientamos o acionamento e acompanhamos o profissional na reclamação, no PROCON e no processo.

Comparação isenta

Cotamos com as principais seguradoras e apresentamos a melhor relação entre cobertura e preço para o seu caso.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O seguro cobre tratamento estético e harmonização orofacial?

Sim, em regra. As apólices de RC para dentistas normalmente cobrem procedimentos estéticos e HOF, observados os limites e condições contratados — ponto crítico, já que esses casos costumam gerar mais reclamações. É essencial declarar corretamente essas atividades na contratação.

Implantodontia, ortodontia e endodontia estão cobertas?

Sim, conforme a especialidade e o rol de procedimentos declarados. A GVM ajusta a apólice à sua atuação real para não deixar lacunas justamente nas áreas de maior exposição.

Por que os procedimentos estéticos exigem mais atenção?

Porque a jurisprudência costuma tratá-los como obrigação de resultado, o que amplia a responsabilidade e inverte a lógica da prova. Por isso declaramos corretamente esses procedimentos e reforçamos a importância do prontuário e do consentimento.

O seguro paga a defesa mesmo em reclamação sem fundamento?

Sim. Os custos de defesa são acionados pela existência da reclamação, independentemente de ela ser procedente. É exatamente nas ações improcedentes que esse benefício mais se prova, porque o desgaste e o custo existem mesmo quando você não errou.

O consentimento assinado pelo paciente me protege sozinho?

Ajuda muito, mas não basta. O termo de consentimento livre e esclarecido demonstra que o paciente foi informado dos riscos e limitações, mas ele se soma ao prontuário completo, às fotografias, às radiografias e à boa técnica. O conjunto é que sustenta a defesa.

Por quanto tempo devo guardar o prontuário do paciente?

Em regra, recomenda-se guardar o prontuário e toda a documentação por prazo prolongado, conforme as normas do conselho e os prazos prescricionais aplicáveis. Como reclamações podem surgir tempos depois, a orientação é preservar registros, imagens e exames por período extenso. A GVM orienta a melhor prática no seu caso.

Cobre reclamação no PROCON?

A apólice foca a responsabilidade civil e os custos de defesa; a forma de cobertura para demandas administrativas depende das condições contratadas. A GVM esclarece o alcance no seu caso antes da contratação.

O processo ético no CRO está coberto?

O seguro atua sobre a responsabilidade civil e pode custear a defesa conforme a apólice, mas não paga as penalidades éticas aplicadas pelo conselho (advertência, censura, suspensão). São esferas distintas e independentes.

Tenho clínica com outros dentistas. Dá para cobrir todos?

Sim. É possível estruturar cobertura para a pessoa jurídica e para os profissionais e auxiliares que atuam sob sua responsabilidade, conforme o modelo da clínica. Avaliamos o melhor desenho com você.

O que é a cobertura retroativa?

É a proteção para procedimentos realizados antes do início da apólice, desde que a reclamação surja durante a vigência e o fato seja posterior à data de retroatividade. É relevante porque problemas odontológicos costumam aparecer depois.

O seguro cobre se o instrumento fraturar dentro do canal?

Complicações como fratura de instrumento endodôntico podem ser cobertas quando decorrem do exercício da atividade e há reclamação de dano, dentro das condições contratadas. O que a apólice não cobre é o dolo ou o procedimento fora da sua habilitação.

Qual limite de indenização contratar?

Depende do volume de atendimentos e dos procedimentos realizados. Estética, implantes e reabilitações extensas pedem limites maiores. A GVM faz essa análise com você para dimensionar o limite ao seu risco real.

O seguro devolve o valor que o paciente pagou pelo tratamento?

Não. A apólice responde por danos indenizáveis a terceiros, não pela devolução de honorários nem pelo refazimento gratuito do próprio tratamento. Essas são obrigações contratuais do serviço, fora do escopo da RC.

Atendo por convênio ou em clínica popular. Muda algo?

O modelo de atuação influencia o desenho da apólice, mas a proteção continua sendo importante — inclusive porque o profissional pode ser citado nominalmente na ação, mesmo atendendo por uma rede. A GVM ajusta a cobertura ao seu vínculo.

Sou recém-formado. Vale a pena já contratar?

Sim. O risco existe desde o primeiro atendimento, e o custo inicial costuma ser proporcionalmente acessível — é a forma mais barata de proteger uma carreira inteira desde o começo.

Como contrato com a GVM?

Pelo WhatsApp, telefone ou formulário. Você informa a sua especialidade e o perfil de atuação, cotamos com as principais seguradoras e apresentamos a melhor opção, sem compromisso.

Atendem dentistas de todo o Brasil?

Sim. A GVM atende cirurgiões-dentistas, consultórios e clínicas em todo o território nacional.

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