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GVM Consulting
Seguro para ONGs e entidades

Soluções por segmento

Seguro para ONGs, associações, fundações e entidades do terceiro setor

Organizações sem fins lucrativos administram recursos de terceiros, reúnem pessoas em projetos e respondem pela gestão. A GVM estrutura a proteção da sede, das atividades, dos dados e — sobretudo — dos dirigentes que assumem a responsabilidade.

ONGs, associações, fundações, institutos, igrejas e demais entidades do terceiro setor administram recursos que não são seus, reúnem pessoas em atividades e projetos, mantêm sede e patrimônio e tratam dados de beneficiários e doadores — e respondem por tudo isso. Um acidente durante um projeto, um incêndio na sede, um vazamento de dados ou uma ação contra a diretoria por um ato de gestão podem drenar recursos que deveriam ir para a missão. Pior: podem alcançar o patrimônio pessoal de quem aceitou dirigir a entidade, muitas vezes de forma voluntária. A GVM Consulting estrutura um programa de seguros acessível e proporcional à realidade de quem opera com orçamento apertado e alta exigência de prestação de contas.

A base de um programa de terceiro setor reúne quatro frentes: o seguro patrimonial da sede e dos bens, a responsabilidade civil das atividades e eventos, a proteção das pessoas (equipe e voluntários) e — o item mais esquecido e mais importante — o D&O, que protege dirigentes e conselheiros pela responsabilização pessoal por atos de gestão. Para entidades que tratam volume relevante de dados de beneficiários e doadores, soma-se o seguro cyber, dada a exposição à LGPD.

O ponto que diferencia o terceiro setor de uma empresa comum é a governança. Quem dirige uma associação ou uma fundação administra recursos de terceiros e presta contas a associados, doadores, ao poder público e — no caso das fundações — ao Ministério Público, que zela por elas. Decisões sobre contratos, aplicação de recursos, prestação de contas de convênios e cumprimento do estatuto podem virar ações que alcançam o patrimônio pessoal dos dirigentes. O D&O de terceiro setor existe justamente para isso.

A proteção de dados deixou de ser um tema abstrato. Cadastros de beneficiários, prontuários sociais, listas de doadores e dados de saúde de assistidos são informações sensíveis, tratadas por entidades que raramente têm estrutura de TI robusta. Um vazamento pode gerar responsabilização sob a LGPD, custos de resposta ao incidente e danos a terceiros — riscos que o seguro cyber endereça.

O terceiro setor tem orçamento sensível, e cada real gasto com seguro é um real a menos na ponta. Por isso o programa precisa equilibrar proteção e custo, priorizando o essencial: o que causaria dano irreversível à organização ou aos seus dirigentes. A GVM dimensiona as coberturas ao porte, às atividades e à fonte de recursos da entidade, sem empurrar o que não faz sentido.

Entidades que firmam parcerias com o poder público — termos de fomento, termos de colaboração, convênios — vivem sob o marco regulatório das organizações da sociedade civil (Lei 13.019/2014), que impõe prestação de contas rigorosa. Além disso, editais, contratos de locação e patrocinadores frequentemente exigem apólices específicas como condição. O seguro deixa de ser só proteção e passa a ser requisito para operar e captar.

A GVM Consulting estrutura o programa cruzando as linhas certas em uma arquitetura única, sem sobreposição e sem lacunas: patrimônio, responsabilidade civil, gestão (D&O), dados (cyber) e pessoas. O objetivo é que a entidade pague por aquilo de que precisa — e esteja efetivamente coberta quando o sinistro acontecer, que é o único momento em que o seguro é medido.

Os riscos do segmento

O que ameaça o seu negócio

Danos a terceiros em atividades e projetos

Lesão de participante, beneficiário, voluntário ou frequentador durante atividades, atendimentos, cultos ou eventos (RC).

Responsabilização pessoal dos dirigentes

Ações contra diretores e conselheiros por atos de gestão, contratos, aplicação de recursos e prestação de contas — com risco ao patrimônio próprio (D&O).

Incêndio e danos à sede

Incêndio, raio, explosão, vendaval e danos elétricos que atingem a sede, o templo ou o espaço de atuação e seus bens.

Roubo e furto de bens

Subtração de equipamentos, materiais de projeto, doações e bens da organização.

Vazamento de dados de beneficiários e doadores

Exposição de cadastros, dados de saúde e listas de doadores, com responsabilização sob a LGPD (cyber).

Acidentes com voluntários e equipe

Voluntários e funcionários que dedicam tempo à entidade, expostos a acidentes durante as atividades.

Prestação de contas de convênios e parcerias

Recursos de termos de fomento e convênios exigem prestação de contas rigorosa; falhas podem responsabilizar gestores.

Eventos beneficentes e arrecadações

Bazares, shows, festas e campanhas concentram público e exposição a acidentes e danos a terceiros.

O programa de seguros ideal

Coberturas que recomendamos para o seu segmento

Combinamos as linhas certas em um único programa, sem sobreposição e sem lacunas.

Uma entidade sem fins lucrativos responde por muita coisa

Existe uma ideia difundida de que uma organização sem fins lucrativos, por não visar lucro, também tem poucos riscos. É o contrário. Uma ONG, uma associação ou uma fundação administra recursos que não são seus, reúne pessoas em atividades e projetos, mantém sede e patrimônio, trata dados sensíveis de beneficiários e presta contas a associados, doadores, órgãos públicos e à sociedade. Em termos de exposição, o terceiro setor combina os riscos de uma empresa de médio porte com um agravante que a maioria das empresas não tem: quem dirige responde pessoalmente pela gestão, muitas vezes sem remuneração e sem estrutura para se proteger.

Essa é a mudança de perspectiva que separa uma entidade bem protegida de uma entidade exposta. Não basta pensar no seguro da sede e achar que o problema está resolvido. O que efetivamente protege a organização, o seu caixa e — principalmente — as pessoas que aceitaram dirigi-la é um programa de seguros: um conjunto de coberturas pensado em conjunto, sem sobreposição e sem lacunas. É isso que a GVM Consulting estrutura, e é o que este guia detalha, com atenção especial ao item que quase todo mundo esquece: a responsabilização pessoal dos dirigentes.

O cenário de risco do terceiro setor

Vale começar por um mapa honesto dos riscos, porque o terceiro setor tende a enxergar apenas o patrimônio físico e a ignorar as exposições que mais doem. Os principais grupos de risco de uma entidade são cinco.

Patrimoniais. A sede, o templo ou o espaço de atuação está exposto a incêndio, raio, explosão, vendaval, danos elétricos e a roubo e furto de bens. Muitas entidades ocupam imóveis antigos, cedidos ou alugados, com instalações elétricas que não recebem manutenção há anos — o que eleva a chance de sinistro justamente onde não há reserva para reconstruir.

De responsabilidade civil. A entidade responde por danos causados a terceiros durante suas atividades. Um beneficiário que se machuca em um atendimento, um voluntário lesionado numa ação de campo, um frequentador que cai durante um culto ou um evento, um participante de um bazar beneficente — qualquer um pode gerar pedido de indenização contra a organização.

De gestão. Aqui está o risco mais subestimado do setor. Diretores, presidentes e conselheiros respondem por seus atos de gestão. Decisões sobre contratos, aplicação de recursos, prestação de contas, cumprimento do estatuto e das obrigações legais podem se transformar em ações movidas por associados, doadores, ex-funcionários ou pelo poder público — e alcançar o patrimônio pessoal de quem dirige.

De dados. Cadastros de beneficiários, prontuários sociais, dados de saúde de assistidos e listas de doadores são informações protegidas pela LGPD. Um vazamento, um ataque de ransomware ou um erro de manuseio expõe a entidade a responsabilização e a custos de resposta que raramente cabem no orçamento.

De pessoas. Funcionários e voluntários se expõem a acidentes ao trabalhar pela causa. A entidade que tem empregados é empregadora, com todas as obrigações que isso implica — incluindo, em muitos casos, exigências de convenção coletiva.

Um bom programa endereça os cinco grupos. Ignorar qualquer um deles deixa uma porta aberta — e, no terceiro setor, uma porta aberta pode significar não apenas um prejuízo, mas a interrupção de um projeto e o comprometimento pessoal de quem lidera.

Como montar o programa de seguros de uma entidade

Montar o programa é decidir, para cada grupo de risco, qual linha de seguro responde e com que capital. A seguir, as peças que a GVM avalia em praticamente toda entidade do terceiro setor, na ordem em que costumam importar.

1. Patrimônio da sede e dos bens

É a base mais intuitiva e a que a maioria das entidades já enxerga. A sede, o templo ou o espaço de atuação e os bens que abriga — mobiliário, equipamentos, materiais de projeto, doações estocadas — precisam de proteção contra incêndio, raio, explosão, vendaval, danos elétricos e roubo ou furto. Essa proteção é estruturada como um seguro patrimonial de pequenas e médias empresas, a mesma lógica usada para proteger o patrimônio de uma empresa, adaptada à realidade da entidade.

Dois pontos merecem atenção. O primeiro é o capital segurado: ele deve refletir o valor de reconstrução e reposição, não um número simbólico. Subsegurar a sede leva ao rateio no sinistro — a seguradora indeniza proporcionalmente ao que foi contratado, e a entidade arca com o resto. O segundo é o imóvel de terceiros: muitas ONGs ocupam espaços alugados ou cedidos, e o contrato costuma exigir seguro e definir de quem é a responsabilidade sobre a estrutura e o conteúdo. A GVM lê o contrato antes de dimensionar a apólice, para não deixar lacuna nem pagar em duplicidade.

Danos elétricos merecem destaque à parte. Boa parte dos sinistros de entidades não vem do fogo, e sim da queima de equipamentos por oscilação de energia — computadores, ar-condicionado, som, geladeiras de bancos de alimentos. É uma cobertura barata que resolve um problema frequente.

2. Responsabilidade civil das atividades e projetos

A entidade responde por danos corporais e materiais causados a terceiros no exercício de suas atividades. E as atividades do terceiro setor são muito variadas: atendimento a beneficiários, oficinas, cultos, ações de campo, distribuição de alimentos, transporte de pessoas, eventos e campanhas. Cada uma dessas frentes carrega um ponto de acidente possível.

A cobertura de responsabilidade civil geral empresarial responde por esses danos a terceiros — a queda de um frequentador nas dependências, a lesão de um beneficiário durante uma atividade, o dano a um bem de visitante — custeando defesa e indenização conforme as condições contratadas. É importante declarar as atividades reais da entidade na contratação: uma apólice desenhada para uma associação de bairro que só faz reuniões não cobre adequadamente uma ONG que leva voluntários a campo ou opera um abrigo. Quanto mais fiel a descrição, mais sólida a cobertura na hora do sinistro.

Eventos beneficentes de maior porte — shows, festas, bazares com grande público — podem exigir uma cobertura específica de evento, com capital dedicado ao dia. A GVM orienta quando a RC anual basta e quando vale contratar a proteção pontual do evento, para que a entidade não descubra a lacuna no meio de uma arrecadação.

3. D&O — a proteção dos dirigentes e conselheiros

Este é o item que a GVM mais insiste em explicar, porque é o mais ignorado e o de consequência mais grave. Quem dirige uma associação ou uma fundação responde pessoalmente por seus atos de gestão. Não se trata de um risco teórico: contratos assinados, recursos aplicados, prestação de contas de convênios, folha de pagamento, obrigações fiscais e trabalhistas, cumprimento do estatuto — tudo isso pode gerar questionamento. Um associado inconformado, um ex-funcionário, um doador, um órgão de controle ou o Ministério Público (que, no caso das fundações, tem o dever de fiscalizá-las) pode acionar os dirigentes.

O agravante é que muitos desses dirigentes são voluntários. Aceitaram presidir a entidade ou compor o conselho por compromisso com a causa, sem remuneração, e sem imaginar que estavam colocando o próprio patrimônio em jogo. Quando surge uma ação, a defesa custa caro mesmo quando o dirigente está certo — e a insegurança afasta boas pessoas dos cargos de direção.

O seguro de D&O — diretores e administradores, na sua modalidade para entidades sem fins lucrativos, custeia a defesa e eventuais indenizações decorrentes de atos de gestão, protegendo o patrimônio pessoal de quem assume a responsabilidade. Vale ser honesto sobre os limites: o D&O não cobre fraude ou desvio comprovado, não substitui uma prestação de contas bem feita e não paga penalidades que a lei considera não indenizáveis. Ele protege o gestor honesto contra o custo e o risco de responder por decisões tomadas de boa-fé — que é a imensa maioria dos casos. Para muitas entidades, é essa cobertura que torna a direção administrável sem medo, e é por isso que a GVM a trata como item central do programa, e não como acessório opcional.

4. Cyber e proteção de dados (LGPD)

Entidades do terceiro setor tratam alguns dos dados mais sensíveis que existem: informações de saúde de assistidos, dados de crianças e adolescentes, situação socioeconômica de famílias, prontuários sociais e listas de doadores. E, em geral, fazem isso com estrutura de TI modesta — planilhas, sistemas gratuitos, computadores compartilhados. Essa combinação de dado sensível com baixa proteção é exatamente o cenário que a LGPD tenta endereçar, e a entidade está sujeita à lei independentemente de ter ou não fins lucrativos.

O seguro cyber empresarial responde a esse risco em duas frentes. Na resposta ao incidente, cobre os custos de conter o ataque, recuperar sistemas, investigar o ocorrido e notificar os titulares e a autoridade, conforme as condições. Na responsabilização, cobre as reclamações de terceiros afetados pelo vazamento. Um ataque de ransomware que sequestra o cadastro de beneficiários, um e-mail de phishing que expõe a lista de doadores, um site institucional invadido — são eventos concretos, cada vez mais comuns, e cujo custo de resposta costuma superar em muito o prêmio da apólice. Vale avaliar o cyber sempre que a entidade mantiver uma base de dados relevante.

5. Proteção das pessoas — equipe e voluntários

O terceiro setor é feito de pessoas, e elas se expõem ao trabalhar pela causa. Aqui é preciso separar duas figuras. Os funcionários — a entidade que tem empregados é empregadora, e muitas categorias têm em sua convenção coletiva de trabalho a exigência de um seguro de vida em grupo. O seguro de vida em grupo atende a essa exigência, protege a equipe e ajuda a organização a se manter em conformidade com a norma coletiva, evitando multa e passivo trabalhista silencioso.

Os voluntários, por sua vez, não são empregados, mas se expõem tanto quanto — às vezes mais, porque vão a campo, dirigem, carregam, atendem. Para eles, o instrumento adequado costuma ser uma cobertura de acidentes pessoais coletivo, que protege contra acidentes durante as atividades da entidade. Incluir os voluntários não é só uma questão de proteção: é um reconhecimento de que quem dá seu tempo à causa merece amparo se algo acontecer. Para dirigentes e prestadores que dependem da própria renda, um seguro de vida individual pode ser orientado à parte. A GVM verifica a convenção aplicável aos funcionários e desenha a proteção dos voluntários conforme quem realmente participa das atividades.

O que costuma faltar ou dar errado

Depois de estruturar programas para organizações do terceiro setor, alguns erros se repetem com frequência suficiente para merecerem uma lista própria. Reconhecer qualquer um deles na sua entidade já é motivo para uma revisão.

Proteger só a sede e esquecer a gestão. É o erro mais comum e mais grave. A entidade contrata o seguro do imóvel, sente-se protegida, e deixa os dirigentes completamente expostos. Quando surge uma ação de gestão, descobre-se que o risco mais sério do setor era justamente o que ficou de fora.

Achar que não visar lucro elimina o risco. Não visar lucro não elimina a responsabilidade civil, não elimina a LGPD e não elimina a responsabilização pessoal dos dirigentes. A ausência de fins lucrativos muda a natureza tributária da organização, não a sua exposição a sinistros.

Subsegurar a sede e os bens. Contratar um capital simbólico, muito abaixo do valor de reconstrução e reposição, leva ao rateio no sinistro. A entidade recebe uma fração do prejuízo e arca com o resto — justamente quando não tem reserva para isso.

Não declarar as atividades reais. Contratar uma RC genérica sem descrever o que a entidade de fato faz cria o risco de a atividade que causou o dano estar fora da cobertura. A descrição fiel das atividades é o que sustenta a apólice no sinistro.

Ignorar os dados. Entidades que tratam dados sensíveis de beneficiários e não avaliam o cyber apostam que o vazamento nunca vai acontecer — uma aposta que a estatística de ataques a pequenas organizações não recomenda.

Deixar os voluntários fora. Voluntários se acidentam, e a entidade que não os incluiu descobre a lacuna no pior momento, com um dano humano e uma exposição de imagem que uma cobertura barata teria evitado.

Não revisar a apólice a cada renovação. A entidade muda: assume um novo projeto, muda de sede, contrata equipe, firma uma parceria com o poder público, informatiza o cadastro. A apólice de dois anos atrás não reflete a organização de hoje. A renovação é o momento de reavaliar capitais e coberturas, não de repetir o contrato anterior no automático.

Não saber como acionar o seguro. De nada adianta uma boa apólice se, no dia do sinistro, ninguém na entidade sabe o que fazer. Entender de antemão como funciona um sinistro, passo a passo reduz o estresse e acelera a indenização. A GVM orienta a equipe sobre o procedimento antes de qualquer evento.

Quanto custa o seguro de uma ONG ou entidade

Não é honesto cravar um valor sem conhecer a organização — e desconfie de quem o faz. O preço do seguro é a tradução do risco, e o risco de cada entidade é diferente. Ainda assim, dá para explicar com clareza o que faz o prêmio subir ou descer, para que a diretoria decida com informação.

Os principais fatores são:

  • Valor da sede e dos bens. Quanto maior o patrimônio a proteger, maior o capital segurado e o prêmio da parte patrimonial. É a variável mais direta.
  • Atividades realizadas. Uma entidade que apenas realiza reuniões tem exposição de RC muito menor do que uma que opera um abrigo, leva voluntários a campo, transporta pessoas ou promove grandes eventos. Quanto mais atividade e mais público, maior o prêmio da responsabilidade civil.
  • Número de participantes, funcionários e voluntários. As coberturas de pessoas — vida em grupo e acidentes pessoais — variam com a quantidade e o perfil de quem se protege.
  • Volume e sensibilidade dos dados. O prêmio do cyber acompanha o tamanho e a sensibilidade da base de dados tratada. Uma entidade com cadastro pequeno paga menos do que uma que administra prontuários de milhares de assistidos.
  • Perfil da gestão e do D&O. Faturamento (ou volume de recursos movimentados), fontes de recurso, existência de parcerias com o poder público e histórico de questionamentos influenciam o prêmio do D&O. Ainda assim, para muitas entidades, o D&O costuma ter custo modesto diante do risco que evita.
  • Estado do imóvel e das instalações. Idade da construção, conservação e, sobretudo, o estado da instalação elétrica pesam na precificação patrimonial.
  • Histórico de sinistros. Uma entidade com histórico limpo negocia melhor. Um histórico carregado sinaliza risco e pressiona o prêmio.

Vale uma observação sobre a franquia: aceitar uma participação maior nos sinistros pequenos costuma reduzir o prêmio, mas transfere risco de volta para o caixa da entidade — que, no terceiro setor, costuma ser apertado. É uma decisão de equilíbrio, não uma economia automática; entender como funciona a franquia ajuda a diretoria a escolher com consciência. E a melhor forma de reduzir custo sem se expor é ajustar cobertura e capital à realidade da organização, não simplesmente cortar coberturas — o caminho de economizar sem perder proteção que a GVM sempre prioriza.

Uma nota final sobre preço: no terceiro setor, o seguro mais barato que não paga o sinistro é o mais caro que existe, porque o prejuízo não recai sobre um acionista, e sim sobre a missão e sobre as pessoas que a sustentam. O objetivo não é o menor prêmio, e sim o menor custo total de risco — o que a entidade paga de prêmio somado ao que teria de arcar do próprio caixa (ou do patrimônio pessoal dos dirigentes) nos eventos não cobertos.

Como a GVM estrutura o programa da sua organização

A GVM Consulting trabalha como corretora e consultoria de riscos — não representamos uma seguradora, representamos a entidade. Na prática, o trabalho segue algumas etapas.

Diagnóstico de riscos. Antes de cotar, entendemos a organização: natureza jurídica (associação, fundação, instituto, entidade religiosa), atividades e projetos, sede própria, cedida ou alugada, quadro de funcionários e voluntários, convenção aplicável, dados tratados, fontes de recurso e existência de parcerias com o poder público, além da apólice atual, se houver. É desse diagnóstico que sai a lista real de exposições — e não de um formulário genérico.

Desenho do programa. Com o mapa de riscos em mãos, definimos quais linhas respondem por cada exposição e com que capital: patrimonial, responsabilidade civil, D&O, cyber e proteção das pessoas. O objetivo é uma arquitetura única, sem sobreposição (pagar duas vezes pela mesma coisa) e sem lacunas (descobrir um buraco no sinistro), respeitando o orçamento do terceiro setor e priorizando o que causaria dano irreversível.

Cotação com várias seguradoras. Levamos o programa a diferentes seguradoras e comparamos não só preço, mas condições, exclusões, franquias e capacidade de pagamento — com atenção especial às apólices que aceitam bem o perfil de entidade sem fins lucrativos. Entender como funciona uma cotação bem feita é parte do valor que uma corretora independente entrega. Apresentamos as opções em linguagem clara, do jeito que a diretoria e o conselho precisam para decidir e documentar a escolha.

Apoio na gestão e na prestação de contas. Ajudamos a entidade a atender exigências de editais, contratos de locação e parcerias, a documentar as coberturas para a prestação de contas e a explicar o programa ao conselho. Depois da contratação, ficamos ao lado da organização na vigência: dúvidas, alterações, inclusão de novos projetos e, sobretudo, o acompanhamento do sinistro quando ele acontece — porque é aí que o seguro é medido de verdade.

Revisão a cada renovação. A entidade muda, e a apólice tem de acompanhar. A cada ciclo, revisamos capitais, coberturas e novidades da organização, para que o programa continue aderente à realidade e ao orçamento.

Se você dirige, coordena ou faz parte do conselho de uma ONG, associação, fundação ou entidade religiosa, o melhor primeiro passo é uma avaliação de riscos sem compromisso. Conheça as soluções da GVM para empresas e entidades ou fale diretamente com a nossa equipe: montamos, junto com você, o programa de seguros que protege a sede, as atividades, os dados e — sobretudo — as pessoas que assumem a responsabilidade de tocar a organização.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre seguro para ongs e entidades

Quais seguros uma ONG ou entidade precisa?

Em geral, o patrimonial da sede, a responsabilidade civil das atividades, a proteção das pessoas (equipe e voluntários) e o D&O da diretoria. Entidades que tratam muitos dados de beneficiários e doadores acrescentam o cyber. A GVM prioriza o essencial conforme o orçamento e as atividades.

O que é o D&O e por que uma ONG precisa?

O D&O protege dirigentes e conselheiros por ações decorrentes de atos de gestão — contratos, aplicação de recursos, prestação de contas, cumprimento do estatuto. Como esses dirigentes respondem pessoalmente, muitas vezes de forma voluntária, o D&O custeia a defesa e eventuais indenizações, resguardando o patrimônio próprio de quem aceitou dirigir a entidade.

Dirigentes de associações e fundações respondem com o patrimônio pessoal?

Podem responder, sim, por atos de gestão, especialmente quando há falha na prestação de contas, uso indevido de recursos ou descumprimento de obrigações legais. Fundações ainda estão sujeitas à fiscalização do Ministério Público. O D&O foi desenhado exatamente para esse risco, que é real e frequentemente ignorado.

O seguro cobre acidentes durante atividades, projetos e eventos?

Sim. A responsabilidade civil cobre danos a participantes, beneficiários e terceiros durante as atividades, e a cobertura de acidentes pessoais protege as pessoas envolvidas, conforme as condições contratadas. Eventos beneficentes maiores podem exigir uma cobertura específica de evento.

Voluntários estão cobertos?

É possível incluir voluntários em uma cobertura de acidentes pessoais coletivo, reconhecendo que eles se expõem a riscos ao colaborar com a entidade. O seguro de vida em grupo, por sua vez, costuma cobrir os funcionários. A GVM ajusta o desenho conforme quem participa das atividades.

Precisamos de seguro cyber mesmo sendo uma organização pequena?

Se a entidade trata dados pessoais de beneficiários e doadores — cadastros, dados de saúde, listas de contribuintes — está sujeita à LGPD, independentemente do porte. O cyber cobre custos de resposta a incidente, notificação e responsabilização civil por vazamento, conforme as condições. Vale avaliar sempre que houver base de dados relevante.

Igrejas e templos podem ser segurados?

Sim. O patrimonial protege o templo e seus bens contra incêndio, raio, explosão, danos elétricos e outros riscos, e a RC cobre acidentes com frequentadores durante cultos e atividades. Para a diretoria da entidade religiosa, o D&O também se aplica. A GVM estrutura conforme o porte da comunidade.

Associações de bairro, clubes e institutos também são atendidos?

Sim. Associações, clubes, institutos e entidades de classe têm patrimônio, atividades, dados e responsabilidade de gestão — e a GVM estrutura a cobertura conforme o tipo de organização e a fonte de seus recursos.

O seguro cabe no orçamento de uma organização pequena?

Sim. A GVM prioriza as coberturas essenciais e dimensiona os limites para caber na realidade do terceiro setor. Algumas das proteções mais importantes, como o D&O, costumam ter custo modesto diante do risco que evitam. O foco é o essencial, não o supérfluo.

Editais e parcerias com o poder público exigem seguro?

Frequentemente sim. Termos de fomento, convênios, editais de patrocínio e contratos de locação costumam exigir apólices específicas como condição. Além disso, o marco regulatório das OSCs (Lei 13.019/2014) impõe prestação de contas rigorosa. A GVM ajuda a entidade a cumprir esses requisitos sem contratar mais do que o necessário.

Como é definido o valor do seguro?

Pelo valor da sede e dos bens, pelas atividades realizadas, pelo número de participantes e voluntários, pelo volume de dados tratados e pelas coberturas escolhidas — como o D&O e o cyber. A GVM cota com várias seguradoras e nunca crava valor antes de conhecer a entidade.

Atendem entidades em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende ONGs, associações, fundações, institutos, igrejas e entidades em todo o território nacional. Fale com a gente para uma avaliação de riscos sem compromisso.

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