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Seguro para escritórios de advocacia e contabilidade
Bancas e escritórios profissionais vivem de confiança e de prazos. A GVM protege a responsabilidade técnica, o patrimônio e os dados sensíveis dos seus clientes em um único programa, sem sobreposição e sem lacunas.
Um escritório de advocacia carrega dois ativos que não aparecem no balanço, mas que sustentam tudo: a responsabilidade técnica sobre cada peça, parecer e prazo que assina, e a confiança de clientes que lhe entregam informação sob sigilo. Um único deslize — um prazo perdido, uma orientação equivocada, um vazamento de dados — pode se transformar em ação de responsabilidade, sanção sob a LGPD e um dano de reputação que leva anos para reconstruir. Por isso a proteção de uma banca não é uma apólice avulsa: é um programa que costura a Responsabilidade Civil Profissional (Errors & Omissions), o seguro cyber, a proteção do patrimônio e dos equipamentos e, para sociedades com estrutura de gestão, o D&O. A GVM Consulting estrutura esse conjunto sob medida, dimensionado ao porte da banca e às áreas em que ela atua.
A espinha dorsal do programa é a Responsabilidade Civil Profissional, o chamado seguro de Errors & Omissions (E&O). Ela responde por erros e omissões no exercício da advocacia — da perda de um prazo fatal à falha em um parecer, um contrato ou uma due diligence — custeando a defesa desde o primeiro momento e a eventual indenização ao cliente, dentro das condições contratadas. É a cobertura que endereça o risco mais característico da profissão, e nenhuma outra a substitui.
Sobre essa base entram as demais camadas. O seguro cyber tornou-se indispensável porque o escritório é, na prática, um repositório de informação sensível: dados pessoais, documentos sigilosos, estratégias e segredos de negócio dos clientes. Um vazamento ou um ataque de ransomware gera não só a parada da operação, mas responsabilização perante os clientes e exposição à LGPD. A RC Profissional cobre esse risco apenas em parte — o cyber fecha o restante.
O patrimônio físico e a tecnologia também pedem proteção própria. Incêndio, roubo, dano elétrico ou um evento que atinja instalações, mobiliário, biblioteca, documentos e, sobretudo, os equipamentos de informática podem paralisar o atendimento e destruir anos de acervo. O seguro patrimonial e a cobertura de equipamentos endereçam essa frente, e a continuidade da operação pode ainda ser protegida contra a perda de faturamento durante a paralisação.
Para sociedades maiores, com sócios administradores e decisões de gestão relevantes, entra o D&O, que protege os administradores por atos de gestão da própria sociedade — uma exposição distinta da atuação técnica coberta pela E&O. E, para a equipe, o seguro de vida em grupo e as coberturas de incapacidade compõem o benefício que ajuda a reter talento e a proteger as famílias dos profissionais.
Nenhuma banca precisa de tudo na mesma medida. O perfil de risco de um escritório tributário, com poucas causas de valor altíssimo, difere do de um contencioso de massa, com milhares de prazos simultâneos; e o de uma sociedade com sede própria e servidores locais difere do de uma banca enxuta que trabalha na nuvem. A GVM dimensiona cada camada ao seu caso, para você pagar pelo risco que realmente tem — nem mais, nem menos.
Os riscos do segmento
O que ameaça o seu negócio
Perda de prazo processual
O sinistro mais comum da advocacia: um prazo fatal perdido que causa preclusão, revelia ou trânsito em julgado desfavorável e gera pedido de indenização.
Erro ou omissão técnica
Falha em parecer, contrato, tese, instrução probatória ou due diligence que resulta em prejuízo ao cliente — o risco central das áreas consultiva e societária.
Perda de uma chance
Deixar de recorrer ou de praticar um ato retira do cliente a chance real de um resultado melhor, hipótese consolidada na jurisprudência do STJ.
Vazamento de dados de clientes
Incidente com informação confidencial e sob sigilo, com responsabilização perante o cliente e exposição às sanções da LGPD.
Ransomware e parada de sistemas
Sequestro de arquivos ou indisponibilidade dos sistemas que paralisa o atendimento e ameaça o acervo de processos e documentos.
Incêndio, roubo e dano ao estabelecimento
Evento que atinge instalações, mobiliário, biblioteca e documentos físicos, interrompendo a operação da banca.
Dano ou furto de equipamentos e TI
Perda ou avaria de computadores, notebooks, servidores e demais equipamentos que sustentam a rotina do escritório.
Responsabilização dos sócios (gestão)
Ações contra os administradores por decisões de gestão da sociedade — uma exposição própria, endereçada pelo D&O e não pela E&O.
Interrupção da operação
Um evento que paralisa o escritório afeta o faturamento e o atendimento aos clientes enquanto a banca não retoma a normalidade.
O programa de seguros ideal
Coberturas que recomendamos para o seu segmento
Combinamos as linhas certas em um único programa, sem sobreposição e sem lacunas.
RC Profissional para Advogados (E&O)
A espinha dorsal: perda de prazo, perda de uma chance, erro técnico, dever de informação, sigilo e custos de defesa.
Ver maisCyber e proteção de dados
Resposta a incidentes, vazamento de dados confidenciais, ransomware e exposição à LGPD — a frente que a E&O cobre só em parte.
Ver maisPatrimonial do escritório
Proteção das instalações, do mobiliário, da biblioteca e dos documentos contra incêndio, roubo e danos elétricos.
Ver maisEquipamentos e TI
Cobertura para computadores, notebooks e servidores que sustentam a rotina da banca, dentro e fora do escritório.
Ver maisD&O dos sócios administradores
Proteção dos administradores da sociedade por atos de gestão — exposição distinta da atuação técnica coberta pela E&O.
Ver maisVida em grupo da equipe
Benefício que protege as famílias dos profissionais e ajuda a reter talento, com coberturas de morte, invalidez e incapacidade.
Ver maisNa GVM Consulting, estruturamos o programa de seguros de escritórios de advocacia como ele deve ser lido: não como uma apólice isolada, mas como um conjunto de camadas que protege, ao mesmo tempo, a responsabilidade técnica da banca, os dados que ela guarda sob sigilo, o patrimônio que a abriga e as pessoas que a sustentam. Cada camada resolve um risco específico, e o valor está em como elas se encaixam — sem sobreposição, sem lacuna e sem letra miúda que só aparece no sinistro.
Este guia foi escrito para o sócio ou o gestor que quer entender o desenho antes de contratar. Vamos percorrer o cenário de risco de uma banca, mostrar quais linhas de seguro compõem o programa e por quê, apontar o que costuma faltar ou dar errado, tratar do preço de forma honesta — sem cravar valores em reais — e explicar como a GVM estrutura tudo isso na prática. O objetivo é simples: que você decida com critério, e não pelo número mais baixo de uma proposta solta.
O cenário de risco de um escritório de advocacia
A advocacia é uma atividade de alta responsabilidade e baixa margem de erro. O escritório vende conhecimento técnico e confiança, e ambos são frágeis: bastam um prazo perdido ou uma informação exposta para converter anos de reputação em uma ação de responsabilidade. Ao contrário de uma indústria, cujo risco está concentrado em ativos físicos, o risco de uma banca é sobretudo imaterial — mora na peça que se assina, no parecer que se entrega e no dado que se guarda. Isso exige um olhar diferente sobre seguro.
Convém enxergar quatro frentes de exposição, porque cada uma pede uma resposta própria.
O risco técnico: erro e perda de prazo
É o risco mais característico da profissão. O advogado responde pelos atos que, no exercício profissional, pratica com dolo ou culpa (Estatuto da Advocacia, Lei nº 8.906/1994, art. 32). Não basta o cliente ter tido prejuízo: é preciso demonstrar a falha, o dano e o nexo entre um e outro. Mas algumas falhas são inequívocas.
A mais clássica é a perda de um prazo fatal. Deixar de contestar, de recorrer ou de cumprir uma intimação pode causar preclusão, revelia ou o trânsito em julgado de uma decisão desfavorável — resultados frequentemente evitáveis, que geram dano concreto ao cliente. O que torna esse risco tão sensível é que ele independe da qualidade técnica da banca: um escritório excelente pode perder um prazo por falha de agenda, problema de sistema ou pura sobrecarga. E há uma relação matemática direta com o volume: quanto mais processos em circulação, maior a probabilidade estatística de que, em algum momento, um prazo escape.
Ao lado da perda de prazo está o erro ou a omissão técnica — uma tese mal escolhida, um contrato mal redigido, uma due diligence que deixa passar um passivo relevante. Em áreas consultiva, societária e de M&A, esse é o risco central, porque o erro consultivo em uma operação relevante pode custar caro. E há a perda de uma chance: a jurisprudência do STJ consolidou que, quando o advogado deixa de praticar um ato viável, ele responde por privar o cliente de uma oportunidade real e séria de um resultado melhor — com a indenização medida pela chance perdida, não pelo valor cheio da causa. Tratamos dessa exposição em profundidade na página do seguro de RC para advogados.
O risco dos dados: sigilo, LGPD e cyber
O escritório de advocacia é um dos ambientes mais densos em informação sensível que existem: dados pessoais de clientes, documentos sigilosos, estratégias processuais, segredos de negócio, informações de operações que ainda não vieram a público. Essa concentração é matéria-prima do trabalho — e também um alvo.
Um vazamento de dados, um ataque de ransomware que sequestra os arquivos ou uma simples falha de sistema podem produzir três danos ao mesmo tempo: a paralisação da operação, a responsabilização perante os clientes cujos dados foram expostos e a exposição às sanções da LGPD, que trata o escritório como controlador de dados pessoais. A quebra do sigilo, ainda que sem intenção, é fonte de dano indenizável na esfera cível, além de repercussão ética na OAB.
A RC Profissional cobre parte dessa exposição — a que se enquadra como falha profissional. Mas a resposta técnica ao incidente (contenção do ataque, notificação de titulares e da ANPD, recuperação de dados, gestão de crise) e boa parte da responsabilidade específica de proteção de dados vivem no seguro cyber empresarial. É a camada que deixou de ser opcional para bancas de qualquer porte.
O risco patrimonial e de continuidade
Por mais imaterial que seja o trabalho, ele acontece em algum lugar. Instalações, mobiliário, a biblioteca, os documentos físicos e — cada vez mais crítico — os equipamentos de informática estão sujeitos a incêndio, roubo, dano elétrico e água. A perda desses ativos não é só o custo de repô-los: é a interrupção do atendimento enquanto a banca não se reorganiza, com processos parados e clientes sem resposta. Para um escritório que vive de prazos, cada dia de paralisação é um risco em si.
Esse risco patrimonial se soma ao de continuidade. Um evento que force o fechamento temporário das instalações reduz ou zera o faturamento durante a retomada, ainda que as despesas fixas continuem correndo. É uma exposição financeira que costuma passar despercebida até acontecer.
O risco da gestão: sócios e administração
Numa sociedade de advogados com estrutura de gestão, os sócios administradores tomam decisões — sobre pessoal, contratos, finanças, conformidade — que podem ser questionadas. Essa é uma exposição distinta da atuação técnica: não se trata de um erro na condução de uma causa, mas de um ato de gestão da própria sociedade. É o território do seguro de D&O, que protege o patrimônio pessoal dos administradores. Advogados que também assumem funções de administração ou conselho em empresas de clientes têm essa exposição de forma ainda mais direta.
Como montar o programa de seguros da banca
Entendidas as frentes de risco, o programa se monta em camadas, cada uma resolvendo uma exposição específica. A arte está em contratar o que faz sentido para o seu perfil e coordenar as apólices para que conversem entre si.
Camada 1 — RC Profissional (E&O): a espinha dorsal
Nenhuma outra cobertura substitui esta. A Responsabilidade Civil Profissional responde por erros e omissões no exercício da advocacia — perda de prazo, perda de uma chance, erro técnico, falha no dever de informação, quebra de sigilo — custeando a defesa desde o primeiro momento e a eventual indenização ao cliente, conforme as condições contratadas.
Um ponto técnico é decisivo aqui: a E&O é vendida, em regra, à base de reclamações (o modelo claims-made). Ela responde pelas reclamações apresentadas durante a vigência, desde que o fato gerador seja posterior à data de retroatividade contratada. Como as ações contra advogados costumam nascer anos depois do serviço — muitas vezes só quando o processo original termina mal —, a retroatividade e o prazo de reporte estendido (tail) são tão importantes quanto o limite. Dimensionar esse desenho é o coração do programa, e é o que separa uma apólice sólida de uma economia perigosa.
Vale lembrar, ainda, que o benefício mais usado da E&O não é a indenização, e sim os custos de defesa: eles são acionados pela existência da reclamação, independentemente de procedência. Numa ação infundada que se arrasta por anos, é justamente aí que a apólice mais se paga — o advogado, que defende terceiros o tempo todo, quando é réu precisa contratar a própria defesa em vez de tocar os clientes.
Camada 2 — Cyber e proteção de dados
A segunda camada endereça o risco que mais cresceu: o dos dados. O seguro cyber responde por incidente cibernético, vazamento de informação confidencial, ransomware e as despesas de resposta — perícia forense, recuperação de sistemas, notificação de titulares e da ANPD, e frequentemente a gestão de crise e a comunicação após o evento. Também endereça a responsabilidade civil por danos a terceiros decorrentes do incidente, uma fronteira que a E&O cobre apenas parcialmente.
Para uma banca que trabalha na nuvem, com equipe em regime híbrido e trânsito constante de documentos por e-mail, essa camada não é luxo: é o reconhecimento de que o sigilo profissional hoje depende tanto da segurança da informação quanto da conduta do advogado.
Camada 3 — Patrimonial do escritório
A terceira camada protege o estabelecimento. O seguro patrimonial cobre instalações, mobiliário, a biblioteca e os documentos físicos contra incêndio, roubo, danos elétricos e outros eventos, e costuma incluir a responsabilidade civil do estabelecimento por danos a terceiros nas dependências do escritório. É a base que garante que um sinistro físico não pare a operação de forma prolongada nem consuma capital que deveria estar no negócio.
Camada 4 — Equipamentos e TI
Os computadores, notebooks e servidores da banca merecem atenção própria, porque concentram tanto o valor de reposição quanto o risco de perda de dados. A cobertura de equipamentos de informática protege esses ativos dentro e fora do escritório — importante para quem leva o notebook para audiências, viagens e home office. Ela se articula com o patrimonial e com o cyber: o equipamento é o meio físico, o dado é o conteúdo, e cada um exige sua proteção.
Camada 5 — D&O e a exposição dos sócios
Para sociedades com estrutura de gestão, o seguro de D&O protege os sócios administradores por decisões de gestão da própria sociedade — uma exposição que a E&O não alcança, porque não se trata de erro técnico na condução de uma causa. O D&O ganha relevância à medida que a banca cresce, contrata, assume compromissos financeiros e passa a ser cobrada por conformidade. E é especialmente pertinente para o advogado que acumula assento em conselhos ou funções de administração em empresas de clientes.
Camada 6 — Pessoas: vida em grupo e continuidade
O programa se completa com as pessoas. O seguro de vida em grupo é um benefício que protege as famílias dos profissionais e ajuda a banca a atrair e reter talento, com coberturas de morte, invalidez e, conforme o desenho, incapacidade temporária — relevante para o sócio ou o advogado cuja produção sustenta parte do faturamento. Para escritórios que dependem fortemente de poucos profissionais-chave, o afastamento prolongado de um deles é um risco de continuidade que vale endereçar.
Some-se a isso a possibilidade de proteger o faturamento contra uma paralisação: o seguro de lucros cessantes recompõe a perda de receita quando um sinistro coberto interrompe a operação. É a peça que fecha o ciclo entre o dano ao patrimônio e o impacto no negócio.
O que costuma faltar ou dar errado
Depois de ver muitos programas de banca, alguns erros se repetem — e quase todos cobram o preço na hora errada, no sinistro.
Contratar só a E&O e parar por aí. A RC Profissional é indispensável, mas não cobre o vazamento de dados, o incêndio no escritório nem a decisão de gestão questionada. Uma banca que tem apenas a E&O acredita estar protegida e descobre, tarde, que o incidente que a atingiu ficou de fora. As camadas existem porque os riscos são distintos.
Perder a retroatividade ao trocar de seguradora. Como a E&O é claims-made, a data de retroatividade é um dos maiores patrimônios da apólice. Trocar de seguradora buscando apenas o menor prêmio, sem carregar a retroatividade original, abre uma lacuna de anos no histórico — o tipo de erro que só aparece quando uma reclamação tardia chega. Continuidade vale dinheiro, e é preciso cuidar de cada transição, como explicamos no guia sobre renovação de seguro empresarial.
Subdeclarar a atividade para pagar menos. Descrever a banca de forma vaga ou omitir uma área de atuação “para reduzir o prêmio” gera recusa de cobertura no sinistro. Não se economiza: compra-se uma apólice que não vai pagar. Declarar a área com precisão é o que garante que a proteção corresponda ao risco real.
Rebaixar o limite em vez de ajustar a franquia. Contratar um limite baixo demais preserva o custo do sinistro pequeno e deixa a banca exposta no cenário catastrófico — exatamente o oposto do que o seguro deveria fazer. Quando o orçamento aperta, mexer na franquia é quase sempre melhor do que rebaixar o teto. Entender o papel da franquia ajuda a decidir, e tratamos disso no guia sobre como funciona a franquia do seguro.
Ignorar onde entram os custos de defesa. Em muitas apólices de E&O, os honorários de defesa são pagos dentro do limite — e uma causa longa pode consumir boa parte do teto antes da sentença. Comparar apenas o número do prêmio, sem olhar essa estrutura, é comparar coisas diferentes.
Deixar apólices soltas, sem coordenação. Contratar a E&O com um corretor, o patrimonial com outro e o cyber por conta própria costuma gerar sobreposição em um ponto e lacuna em outro. Um programa coordenado elimina a redundância e fecha os vãos — e é mais barato no conjunto do que a soma de peças avulsas. Há caminhos legítimos de economia sem perder proteção, e os reunimos em como economizar no seguro sem perder cobertura.
Quanto custa: uma leitura honesta, sem cravar valores
Por decisão editorial e por honestidade técnica, não publicamos valores em reais. Preço de seguro muda com a seguradora, o perfil da banca, a vigência e o ciclo de mercado — qualquer número solto envelhece rápido e induz ao erro. O que não muda é a lógica que forma o preço, e é ela que ajuda a calibrar a expectativa.
O custo do programa de uma banca é a soma de camadas, e cada uma tem seus próprios fatores. Na E&O, o prêmio nasce do porte (número de advogados e faturamento), da área de atuação — que desloca o preço mais do que qualquer outro fator, porque contencioso de alto valor, tributário e societário concentram mais risco do que a consultiva de baixo volume —, do limite, da franquia, da retroatividade e do histórico. No cyber, pesam o volume e a sensibilidade dos dados tratados e a maturidade dos controles de segurança. No patrimonial e em equipamentos, pesa o valor dos bens a proteger e a localização. No D&O, o porte e a complexidade da gestão.
Duas verdades ajudam a colocar o custo em perspectiva. A primeira: pagar mais em termos absolutos não é pagar mais caro. Uma banca grande paga um prêmio maior porque protege um risco maior — o que importa é a relação entre prêmio e exposição, e ela costuma melhorar com a diluição por profissional. A segunda: o prêmio anual do programa é ordens de magnitude menor do que um único sinistro relevante — uma condenação por perda de prazo em causa de valor, somada a anos de honorários de defesa, ou o custo integral de responder a um vazamento de dados com notificação, perícia e paralisação. O programa não é uma despesa a minimizar; é a troca de um risco imprevisível e potencialmente ruinoso por um custo conhecido e planejável.
A maior fonte de economia saudável não está em cortar cobertura, e sim em organização e comparação: declarar a atividade com precisão, documentar os controles internos (gestão de prazos, segurança da informação), preservar a continuidade das apólices e cotar o mesmo desenho de cobertura em várias seguradoras. É esse último ponto que revela, para coberturas equivalentes, diferenças de preço que costumam surpreender.
Como a GVM estrutura o programa
O trabalho começa por um diagnóstico de riscos, não por uma cotação. Entender o porte da banca, as áreas de atuação e sua proporção real, o volume de processos e prazos, como os dados são tratados, onde ficam os servidores, qual o patrimônio a proteger e como é a estrutura de gestão — é isso que define quais camadas fazem sentido e em que dimensão. Uma banca predominantemente consultiva na nuvem tem um programa diferente de um contencioso de massa com sede própria, e o diagnóstico captura essa diferença.
Com o perfil em mãos, levamos o mesmo desenho de cobertura às principais seguradoras e retornamos com um comparativo explicado — não apenas listado. É nessa etapa que aparecem as diferenças de preço para coberturas equivalentes, e é onde uma corretora se prova útil de verdade: traduzindo a letra miúda, alinhando limites, franquias e retroatividades, e apontando onde uma apólice aparentemente mais barata esconde uma exclusão que atinge a sua área real de atuação.
Depois, coordenamos as camadas para que conversem entre si, sem sobreposição e sem lacuna. A fronteira entre E&O e cyber, entre patrimonial e equipamentos, entre RC do advogado e D&O — tudo isso é ajustado no conjunto, para que nenhum risco fique órfão e nenhum prêmio seja pago em dobro. E cuidamos das transições: a renovação sem interrupção que preserva a retroatividade, o tail ao encerrar ou trocar de seguradora, a atualização do programa quando a banca cresce ou muda de perfil.
Por fim, o compromisso vai além da contratação. Quando um seguro precisa ser acionado, a GVM orienta cada passo e acompanha a banca — do aviso de sinistro à condução com a seguradora. É no sinistro que uma boa corretoria se prova, e o caminho, do aviso ao pagamento, está descrito no guia como funciona o sinistro passo a passo.
Atendemos advogados autônomos, sociedades unipessoais e escritórios de todos os portes — e, com a mesma lógica de programa, contadores e consultorias, cuja exposição a erros e omissões segue o mesmo raciocínio. Se você quer entender qual proteção faz sentido para a sua banca, conheça também como apoiamos profissionais liberais e empresas na estruturação de seus programas.
O próximo passo
O programa de seguros de um escritório de advocacia não é um item de despesa a ser resolvido no menor preço, e sim uma decisão de gestão de risco que protege os dois ativos que sustentam a banca: a responsabilidade técnica e a confiança dos clientes. Feito com critério, ele custa uma fração do que evita e libera o escritório para trabalhar sem o fantasma do erro único e irreversível.
A forma de descobrir o desenho certo para o seu caso é conversar. Fale com a GVM: fazemos o diagnóstico de riscos da sua banca, comparamos as principais seguradoras e apresentamos o programa sob medida, sem compromisso. Conhecer as opções antes de precisar é sempre a decisão mais barata.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre seguro para escritórios profissionais
Quais seguros um escritório de advocacia precisa?
A base é a RC Profissional (E&O), somada ao seguro cyber, à proteção patrimonial e de equipamentos/TI. Para sociedades maiores, soma-se o D&O, e a equipe pode contar com vida em grupo. A GVM define o conjunto conforme o porte e as áreas de atuação da banca, sem cobertura sobreposta nem lacuna.
O seguro cobre perda de prazo?
Sim. A perda de prazo é o sinistro mais comum da advocacia e está entre as coberturas centrais da RC Profissional de advogados (Errors & Omissions), desde que decorrente de culpa e não de ato doloso.
Escritório de contabilidade ou consultoria tem cobertura parecida?
Sim. Contadores e consultores também respondem por erros e omissões (E&O), com exposições próprias — erro em apuração, perda de prazo fiscal, orientação equivocada. A lógica do programa é a mesma; muda o desenho da apólice, que a GVM ajusta à atividade.
Por que um escritório precisa de seguro cyber?
Porque trata grande volume de dados confidenciais e sob sigilo. Um vazamento ou um ataque de ransomware pode gerar responsabilização sob a LGPD, custos de resposta ao incidente, parada da operação e dano de reputação — riscos que a RC Profissional cobre apenas em parte e que o seguro cyber endereça.
A apólice cobre todos os sócios e advogados associados?
Pode cobrir a sociedade, os sócios e os advogados associados que atuam sob a banca, conforme a estrutura contratada. Numa ação de responsabilidade, o cliente costuma citar todos os potenciais responsáveis, por isso a proteção precisa acompanhar a realidade do escritório. A GVM dimensiona o limite e o escopo ao tamanho da banca.
O que é a cobertura à base de reclamações (claims made)?
A apólice responde pelas reclamações apresentadas durante a vigência, observada a data de retroatividade. É o padrão em E&O e exige continuidade na contratação para preservar a proteção do passado — perder a retroatividade abre uma lacuna de anos no seu histórico profissional.
RC Profissional e D&O são a mesma coisa?
Não. A RC Profissional (E&O) cobre o exercício da advocacia — erro técnico, prazo, parecer. O D&O cobre os sócios administradores por decisões de gestão da própria sociedade. São exposições diferentes; sociedades com estrutura de gestão relevante costumam precisar das duas, e a GVM avalia se o seu caso justifica combiná-las.
O seguro protege contra dano à imagem do escritório?
A cobertura foca a responsabilidade civil e os custos associados. Algumas apólices cyber incluem gestão de crise e comunicação após um incidente de dados. A GVM esclarece o alcance dessa proteção no seu caso concreto.
Escritório pequeno ou advogado autônomo vale a pena segurar?
Sim. O risco existe independentemente do porte, e o custo para bancas menores costuma ser proporcionalmente acessível. É a forma mais barata de proteger a reputação e o patrimônio construídos, e quem contrata cedo começa a acumular retroatividade desde o início da atuação.
Ao trocar de seguradora, o escritório perde a cobertura do passado?
Não, se a transição for bem cuidada. É preciso carregar a data de retroatividade original para a nova apólice e observar o prazo complementar e suplementar (tail). Trocar buscando apenas o menor prêmio, sem preservar a retroatividade, é o erro que só se descobre quando a reclamação tardia chega. A GVM conduz essa passagem sem deixar período descoberto.
Como é definido o valor do seguro?
Pelo porte da banca, número de profissionais, áreas de atuação, valor das causas, limite, franquia e retroatividade, além das camadas contratadas (cyber, patrimonial, D&O). Não há tabela única. A GVM cota com várias seguradoras e apresenta o comparativo lado a lado para a melhor relação entre cobertura e preço.
Atendem escritórios em todo o Brasil?
Sim. A GVM atende escritórios de advocacia, contabilidade e consultoria em todo o território nacional. Fale com a gente para uma avaliação de riscos sem compromisso.
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Conte com um diagnóstico de riscos e uma recomendação sob medida para o seu segmento.