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GVM Consulting

Seguros Empresariais

Seguro Cyber — Riscos Cibernéticos

Vazamento de dados, ransomware, golpe do boleto e ataques param empresas todos os dias. O seguro cyber cobre a resposta ao incidente e a responsabilização decorrente.

Qualquer empresa que trata dados e depende de sistemas está exposta a um incidente cibernético — vazamento de dados de clientes, sequestro de dados por ransomware, fraude por engenharia social (o golpe do boleto ou do e-mail), phishing ou indisponibilidade por ataque. Além do prejuízo operacional e da paralisação do faturamento, há a responsabilização sob a LGPD, os custos de perícia forense, a notificação aos titulares e à ANPD e a gestão da crise. O seguro cyber cobre essa cadeia inteira: da resposta técnica ao incidente até a indenização de terceiros. Esta página explica, em linguagem direta, o que o seguro cobre, o que exclui, para quem serve e como a GVM estrutura a apólice conforme a sua exposição real.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Vazamento e sequestro de dados

Exposição ou criptografia de dados de clientes e parceiros, com responsabilização sob a LGPD e custo de resposta ao incidente.

Ransomware e extorsão digital

Sequestro de sistemas com paralisação da operação e pedido de resgate — hoje um dos sinistros cyber mais frequentes e mais caros.

Fraude por engenharia social e BEC

Golpe do boleto ou do e-mail: um criminoso se passa por fornecedor ou diretor e induz um pagamento ou transferência indevida.

Phishing e roubo de credenciais

E-mails e páginas falsas que capturam senhas e dão ao invasor acesso aos sistemas e caixas de e-mail da empresa.

Interrupção dos sistemas

Indisponibilidade por ataque que paralisa a operação, o e-commerce e o faturamento — lucros cessantes digitais.

Responsabilidade por dados de terceiros

Ações e reclamações de clientes, fornecedores e titulares afetados por um incidente com dados sob sua guarda.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Ransomware criptografa os servidores e paralisa a empresa por dias.
  • Vazamento de dados de clientes gera notificação à ANPD e responsabilização (LGPD).
  • Golpe do boleto: e-mail falso desvia o pagamento de um fornecedor.
  • E-mail de um diretor é comprometido (BEC) e autoriza uma transferência indevida.
  • Ataque derruba a plataforma e interrompe as vendas on-line.
  • Falha em fornecedor de nuvem expõe dados e para a operação por horas.

A cobertura

O que o seguro cobre

Resposta a incidentes

Acionamento de equipe especializada: perícia forense, contenção, apoio jurídico e coordenação da resposta desde a primeira hora.

Notificação a titulares e à ANPD

Custos de comunicar o incidente aos titulares afetados e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, conforme a LGPD.

Responsabilidade por dados (LGPD)

Defesa e indenização por reclamações e ações de terceiros decorrentes de vazamento de dados sob sua responsabilidade.

Extorsão cibernética (ransomware)

Gestão do episódio de extorsão e perdas associadas ao resgate, conforme as condições e limites contratados.

Interrupção de negócios

Reposição do lucro cessante (o resultado que a empresa deixa de gerar) e das despesas extras durante a indisponibilidade causada por um ataque coberto.

Fraude eletrônica e engenharia social

Perdas financeiras por golpes do tipo BEC, boleto e transferência fraudulenta, conforme as condições contratadas.

Gestão de crise e reputação

Comunicação, relações públicas e apoio para conter o dano à imagem após um incidente relevante.

Exclusões comuns

  • Atos dolosos ou fraude cometidos pelo próprio segurado.
  • Falhas e vulnerabilidades conhecidas e não corrigidas, conforme a apólice.
  • Danos a equipamentos físicos (objeto do seguro de equipamentos).
  • Perdas por indisponibilidade programada ou manutenção de rotina.
  • Multas e penalidades quando a lei veda a sua transferência a seguro.
  • Incidentes anteriores à vigência ou já conhecidos na contratação.

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

O prêmio do seguro cyber é calculado sobre a sua exposição digital: porte da empresa, volume e tipo de dados tratados e — cada vez mais — a maturidade das suas defesas. Não há preço de tabela: o valor depende do perfil de risco e das coberturas contratadas. Empresas com controles básicos em dia tendem a pagar menos e a ter acesso a mais seguradoras.

Porte e faturamento

Base da precificação: dimensionam o impacto potencial de um incidente na operação e no faturamento.

Dados tratados

Volume de registros, dados pessoais e sensíveis (LGPD) e dados de pagamento elevam a exposição e o prêmio.

Maturidade de segurança

MFA, backup segregado e testado, EDR e gestão de acessos reduzem o risco — as seguradoras perguntam isso e precificam a resposta.

Setor de atuação

Saúde, financeiro, e-commerce e tecnologia concentram dados críticos e são alvos preferenciais — o setor pesa na análise.

Limite e coberturas

Resposta a incidente, interrupção, extorsão e RC por vazamento: o desenho do limite e da franquia define o custo.

O caminho da cotação passa por um questionário de segurança. A GVM orienta o preenchimento, ajuda a fechar as lacunas que barram a aceitação e cota com as seguradoras certas — sem compromisso.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Empresas que tratam dados de clientes — qualquer setor.
  • E-commerce, marketplaces e varejo que processam pagamentos on-line.
  • Empresas de tecnologia, SaaS e provedores de serviço digital.
  • Clínicas, laboratórios, escolas e escritórios com dados sensíveis.
  • Indústrias, transportadoras e logística dependentes de sistemas.
  • Qualquer empresa cuja operação pare se os sistemas caírem.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

Se a sua empresa guarda dados de clientes, emite boletos, vende on-line ou simplesmente para quando o sistema cai, ela tem um risco cibernético — independentemente do setor ou do porte. O seguro cyber existe para o momento em que a proteção técnica falha: quando o ataque já aconteceu, o servidor está criptografado, os dados vazaram ou o pagamento foi desviado. Ele cobre a resposta ao incidente e a responsabilização que vem depois.

O seguro cyber é uma das linhas do programa de seguros para empresas estruturado pela GVM. É central para o seguro de empresas de tecnologia e para o seguro do comércio e varejo, mas hoje é relevante para praticamente qualquer negócio. Abaixo, explicamos o risco real, o que a apólice cobre e o que exclui, e como escolher o limite e as coberturas certas.

O que é o seguro cyber empresarial

O seguro cyber (ou seguro de riscos cibernéticos) é a apólice que protege a empresa contra as consequências financeiras de incidentes digitais. Ele não impede o ataque — nenhum seguro faz isso. O que ele faz é pagar a conta do incidente e colocar, ao seu lado, uma equipe que sabe conduzir a crise.

Na prática, uma boa apólice cobre duas frentes:

  • Perdas próprias (danos à própria empresa): o custo de responder ao incidente, recuperar os sistemas, reconstruir dados, notificar quem precisa ser notificado e repor o resultado perdido durante a paralisação.
  • Responsabilidade civil (danos a terceiros): a defesa e a indenização quando clientes, fornecedores ou titulares de dados são prejudicados por um incidente ocorrido sob a sua guarda.

Essa dupla natureza é o que diferencia o cyber de uma apólice patrimonial comum. Ele acompanha o incidente do primeiro alerta até o encerramento das reclamações que possam surgir meses depois.

Por que a sua empresa está exposta: o risco real

O risco cibernético deixou de ser um problema só de grande empresa de tecnologia. Ele migrou para o comércio, a indústria, a saúde, os escritórios e os prestadores de serviço. A razão é simples: todo mundo passou a depender de sistemas e a guardar dados. Veja onde o incidente costuma nascer.

Ransomware e sequestro de dados

O ransomware é hoje um dos sinistros cyber mais frequentes e mais caros. Um código malicioso criptografa os arquivos e servidores da empresa, a operação para, e o criminoso pede resgate — geralmente em criptomoeda — para devolver o acesso. Em muitos casos, além de criptografar, o atacante copia os dados e ameaça publicá-los (a chamada dupla extorsão).

O prejuízo raramente é só o resgate. Some-se a isso os dias de operação parada, a perícia para entender o que aconteceu, a reconstrução dos sistemas e o risco de que dados vazados gerem responsabilização. É um evento que combina paralisação, extorsão e vazamento em um único incidente.

Vazamento de dados e responsabilidade sob a LGPD

Vazamento é a exposição não autorizada de dados. Pode vir de um ataque, de um erro interno ou de uma falha em um fornecedor. Quando envolve dados pessoais, entra a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): a empresa que trata os dados é responsável e pode ser obrigada a comunicar os titulares afetados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), além de responder a reclamações e ações.

O ponto crítico é que você responde não apenas pelos seus próprios dados, mas pelos dados de terceiros que estão sob a sua guarda — os dados dos seus clientes. É aí que o custo de um incidente cresce, porque cada titular afetado é uma potencial reclamação.

Fraude por engenharia social e BEC (golpe do boleto e do e-mail)

Nem todo prejuízo cibernético envolve invasão de sistema. Boa parte do dinheiro se perde por engenharia social: o criminoso manipula uma pessoa. Os dois formatos mais comuns no Brasil são:

  • Golpe do boleto: o e-mail de cobrança é interceptado ou falsificado e a empresa paga um boleto com dados bancários trocados. O dinheiro vai para o fraudador.
  • BEC (Business Email Compromise): o criminoso invade ou imita o e-mail de um diretor, sócio ou fornecedor e ordena uma transferência urgente. O funcionário, achando que atende o chefe, paga.

São golpes que exploram pressa e confiança, não firewalls. Por isso as apólices que cobrem esse risco costumam exigir controles simples e eficazes, como a dupla verificação de qualquer alteração de dados bancários por um segundo canal.

Phishing e roubo de credenciais

O phishing é a porta de entrada de grande parte dos incidentes. Um e-mail ou uma página falsa captura a senha de um funcionário, e o invasor passa a ter acesso legítimo aos sistemas, à caixa de e-mail e, às vezes, à rede inteira. A partir daí, o mesmo acesso pode virar um ransomware, um vazamento ou um BEC. Combater o phishing é barato; remediar o que ele causa, não.

Interrupção dos sistemas e lucros cessantes digitais

Quando os sistemas caem por causa de um ataque, a operação para — e o faturamento junto. Para um e-commerce, cada hora fora do ar é venda que não volta. Para uma indústria, um sistema de produção parado é linha parada. Para uma transportadora, é entrega travada.

Essa perda de faturamento durante a indisponibilidade é o equivalente digital dos lucros cessantes: a apólice cyber repõe o resultado que a empresa deixou de gerar e as despesas extras para retomar a operação, conforme as condições contratadas.

O que o seguro cyber cobre

As coberturas variam entre seguradoras, mas uma apólice completa costuma reunir os itens abaixo. O detalhe fino — limites, sublimites e franquias — é o que a GVM confere no clausulado antes de você contratar.

Custos de resposta a incidente

Esta é, muitas vezes, a cobertura mais valiosa. No momento do incidente, a apólice dá acesso a uma equipe de resposta pré-contratada, que costuma incluir:

  • Perícia forense: especialistas que investigam como o ataque entrou, o que foi acessado e como conter.
  • Apoio jurídico: advogados especializados em proteção de dados e resposta a incidentes.
  • Recuperação e contenção: suporte técnico para restabelecer os sistemas com segurança.
  • Coordenação da crise: alguém experiente conduzindo as decisões nas primeiras horas.

Para a maioria das empresas, montar tudo isso do zero, no meio de uma crise, é impossível. A apólice entrega esse time pronto.

Notificação a titulares e à ANPD

Quando o incidente envolve dados pessoais, a LGPD pode exigir comunicação aos titulares afetados e à ANPD. Isso tem custo operacional: identificar quem foi afetado, redigir as comunicações, montar canais de atendimento e, em alguns casos, oferecer monitoramento de crédito aos titulares. A apólice cobre esses custos, conforme as condições.

Responsabilidade civil por dados de terceiros (LGPD)

É a frente que responde pelas reclamações e ações de clientes, fornecedores e titulares prejudicados pelo incidente. Cobre a defesa (custos com advogados e processos) e a indenização eventualmente devida. Como você responde pelos dados que guarda, essa cobertura tende a ganhar peso conforme cresce o volume de clientes.

Extorsão cibernética (ransomware)

Endereça o episódio de extorsão: a gestão da negociação por especialistas, a perícia, a recuperação dos dados e as perdas associadas, conforme os limites e as condições da apólice. A decisão sobre pagar ou não um resgate é sempre delicada e envolve aspectos legais — por isso a experiência da equipe de resposta faz diferença.

Interrupção de negócios

Repõe o lucro cessante — o resultado que a empresa deixaria de obter — e as despesas extras durante o período em que a operação ficou indisponível por causa de um ataque coberto. Funciona a partir de um período de carência (as primeiras horas costumam não contar) e de um período máximo de indenização — parâmetros que definimos conforme o quanto a sua operação depende dos sistemas.

Fraude eletrônica e engenharia social

Cobre perdas financeiras diretas por golpes como o do boleto, o BEC e transferências fraudulentas induzidas por engenharia social. Costuma vir com limite próprio e requisitos de controle. É uma cobertura que precisa ser lida com atenção, porque nem toda apólice a inclui de forma ampla — e é justamente onde muita empresa perde dinheiro.

Gestão de crise e reputação

Um incidente relevante vira notícia e chega aos clientes. Esta cobertura apoia a comunicação, as relações públicas e as ações para conter o dano à imagem — algo que, para negócios que dependem de confiança, pode valer mais do que a perda financeira imediata.

O que o seguro cyber normalmente não cobre

Nenhum seguro cobre tudo, e conhecer as exclusões evita frustração no sinistro. Em regra, ficam de fora:

  • Atos dolosos e fraude do próprio segurado — o seguro protege contra o crime de terceiros, não o patrocina.
  • Falhas conhecidas e não corrigidas — vulnerabilidades que a empresa já sabia que existiam e não tratou, conforme a apólice.
  • Danos ao hardware físico — servidor queimado, notebook roubado e afins são objeto do seguro de equipamentos, não do cyber.
  • Incidentes anteriores à vigência — eventos já ocorridos ou conhecidos na contratação.
  • Perda de valor de mercado ou multas quando a lei veda a transferência — alguns tipos de penalidade não podem, por natureza, ser segurados.
  • Guerra e infraestrutura de terceiros fora do escopo — conforme as definições e exclusões de cada clausulado.

Essas linhas variam de seguradora para seguradora. Ler a exclusão junto com a cobertura é parte do trabalho de estruturação — e é o que separa uma apólice que responde de uma que decepciona.

Para quem serve o seguro cyber

A resposta curta é: qualquer empresa que dependa de dados e sistemas. A resposta útil é olhar setor a setor, porque a exposição muda de formato.

E-commerce e varejo digital

Processam pagamentos, guardam dados de clientes e vivem de estar no ar. Um ataque que derruba a loja é faturamento perdido em tempo real, e um vazamento de dados de cartão gera responsabilização imediata. É um dos perfis de maior exposição, e o cyber conversa diretamente com o seguro para comércio e varejo.

Saúde: clínicas, laboratórios e hospitais

Tratam dados de saúde, que a LGPD classifica como sensíveis — a categoria de maior responsabilidade. Um vazamento de prontuários ou exames tem peso legal e reputacional elevado, e a paralisação de sistemas afeta o atendimento. São alvos frequentes de ransomware justamente porque não podem ficar parados.

Serviços profissionais e escritórios

Escritórios de advocacia, contabilidade, arquitetura e consultoria guardam informações confidenciais de muitos clientes em um só lugar. São alvos atraentes e, com frequência, têm defesas mais leves. O cyber costuma andar junto com a responsabilidade civil profissional e empresarial.

Tecnologia, SaaS e provedores digitais

Além do próprio risco, essas empresas guardam dados e operam sistemas de outras empresas — o que multiplica a responsabilidade. Um incidente pode afetar toda a base de clientes de uma vez. É o perfil para quem o cyber é praticamente obrigatório, tema central do seguro para empresas de tecnologia.

Indústria, transportadoras e logística

A digitalização levou o risco cyber ao chão de fábrica e à cadeia logística. Sistemas de produção, rastreamento e roteirização parados significam prejuízo direto. E há a exposição financeira ao golpe do boleto na relação com fornecedores. Um incidente pode paralisar tanto quanto um sinistro físico.

Em comum, todas essas empresas têm um ponto de dor: se os sistemas caem ou os dados vazam, o negócio sente na hora. Se esse é o caso da sua, o cyber merece estar no programa.

Cyber e a LGPD: como as duas coisas se conectam

Muita gente confunde estar em conformidade com a LGPD com estar protegido financeiramente. São coisas diferentes e complementares.

  • A conformidade (o programa de LGPD) é o que a empresa faz para reduzir a chance de um incidente e cumprir a lei: mapear dados, definir bases legais, nomear encarregado, adotar controles.
  • O seguro cyber é o que responde quando, apesar de tudo, o incidente acontece: paga a resposta, a notificação e a responsabilização.

O seguro não substitui o programa de conformidade — e, na verdade, um bom programa ajuda a conseguir melhores condições no seguro. Eles trabalham juntos: a conformidade diminui a frequência; o seguro cobre a severidade. Uma empresa madura tem os dois.

Vale lembrar que a responsabilidade dos administradores por decisões de gestão — inclusive sobre segurança da informação e proteção de dados — é assunto do seguro de D&O, que complementa o cyber quando a discussão chega ao nível dos diretores.

Quanto custa e o que influencia o prêmio

Não existe preço de tabela para o seguro cyber, e desconfie de quem cravar um valor sem conhecer a sua operação. O prêmio depende do perfil de risco. Os principais fatores que a seguradora avalia são:

  • Porte e faturamento — dimensionam o impacto potencial de um incidente.
  • Volume e sensibilidade dos dados — quantos registros você guarda e se há dados pessoais, sensíveis ou de pagamento.
  • Setor de atuação — saúde, financeiro, e-commerce e tecnologia concentram risco.
  • Maturidade de segurança — controles como MFA, backup segregado e testado, EDR e gestão de acessos reduzem o risco percebido e o prêmio.
  • Limite, franquia e coberturas — quanto de proteção você contrata e como o risco é dividido entre você e a seguradora.

A maturidade de segurança é o fator sobre o qual a empresa tem mais controle. Controles básicos bem implantados podem ser a diferença entre uma proposta aceita e uma recusa — e, quando aceita, entre um prêmio caro e um justo.

Os requisitos de segurança que as seguradoras pedem

O seguro cyber é o ramo em que a subscrição mais evoluiu nos últimos anos. Hoje, cotar passa por responder a um questionário de segurança. Os controles que aparecem com mais frequência como condição ou como fator de preço são:

  • Autenticação multifator (MFA) para acessos remotos, e-mail e sistemas críticos.
  • Backup segregado e testado, de preferência com uma cópia isolada da rede (offline ou imutável).
  • EDR/antivírus de nova geração nos endpoints e servidores.
  • Gestão de atualizações (patches) para fechar vulnerabilidades conhecidas.
  • Controle de acessos privilegiados e remoção de contas de ex-funcionários.
  • Plano de resposta a incidentes e treinamento contra phishing.
  • Dupla verificação de pagamentos para conter o golpe do boleto e o BEC.

Preencher esse questionário sozinho é onde muita empresa tropeça: uma resposta imprecisa pode encarecer ou até inviabilizar a apólice. A GVM traduz o questionário, aponta as lacunas que barram a aceitação e ajuda você a chegar à cotação em melhores condições.

Se quiser saber de antemão como a sua operação seria vista pela subscrição, o diagnóstico de risco digital percorre esses mesmos controles em poucos minutos e mostra onde estão as lacunas antes de a seguradora perguntar.

Como funciona um sinistro cyber, passo a passo

Saber o que acontece na hora do incidente ajuda a entender o valor da apólice. Em linhas gerais, o fluxo é:

  1. Detecção e acionamento. A empresa identifica o incidente e aciona a central de resposta da seguradora — em regra, disponível 24 horas. Quanto antes, melhor.
  2. Contenção e forense. A equipe especializada entra para conter o ataque, preservar evidências e entender a extensão do dano.
  3. Decisões críticas. Com o apoio jurídico e técnico, define-se a estratégia: recuperação por backup, negociação, notificações necessárias.
  4. Notificações. Se houver dados pessoais envolvidos, comunicam-se titulares e ANPD nos prazos da LGPD.
  5. Recuperação e retomada. Reconstrução dos sistemas e retorno seguro à operação.
  6. Indenização. A apólice cobre os custos de resposta, as perdas de interrupção e a responsabilização por terceiros, conforme as condições e os limites contratados.

Se quiser ver o fluxo geral de um sinistro empresarial em detalhe, escrevemos um guia sobre como funciona um sinistro passo a passo. O princípio vale para o cyber: avisar rápido e documentar bem acelera tudo.

Como a GVM estrutura o seu seguro cyber

O seguro cyber é técnico, e o clausulado varia bastante entre seguradoras — duas apólices com o mesmo nome podem cobrir coisas diferentes. O trabalho da corretora é justamente esse: ler o que está escrito e alinhar a apólice ao seu risco real.

Com a GVM, o processo costuma seguir estes passos:

  • Diagnóstico da exposição. Entendemos o seu setor, o volume e o tipo de dados, a dependência de sistemas e os controles já existentes.
  • Apoio no questionário de segurança. Traduzimos as perguntas, apontamos lacunas e ajudamos a apresentar a empresa da melhor forma possível às seguradoras.
  • Cotação com o mercado certo. Levamos o risco às seguradoras especializadas em cyber e comparamos limites, coberturas, sublimites, franquias e exclusões — não só o preço.
  • Estruturação do programa. Encaixamos o cyber junto às demais linhas empresariais, evitando sobreposições e lacunas com o patrimonial, o D&O e a responsabilidade civil.
  • Acompanhamento no incidente. No sinistro, ficamos ao seu lado na relação com a seguradora, do aviso à indenização.

Se a sua empresa depende de dados e de sistemas — e hoje quase toda depende — vale colocar o risco cibernético na mesa. Fale com a GVM: analisamos a sua exposição, orientamos o questionário de segurança e cotamos com as seguradoras certas, sem cravar preço antes de entender o seu risco. Entre em contato e receba uma proposta de seguro cyber desenhada para o seu negócio.

Resposta rápida no incidente

Acesso imediato a uma equipe especializada de resposta — forense, jurídico e comunicação — no momento em que cada hora conta.

Proteção sob a LGPD

Cobre os custos de resposta, notificação e a responsabilização por incidentes com dados pessoais de terceiros.

Continuidade do negócio

Mitiga as perdas pela interrupção causada por um ataque e apoia o retorno da operação.

Estruturação por corretora

A GVM traduz o questionário de segurança, compara clausulados e cota com as seguradoras certas para o seu risco.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O que o seguro cyber cobre?

Cobre a resposta a incidentes (perícia forense, notificação, gestão de crise), a responsabilidade por vazamento de dados de terceiros, a extorsão digital (ransomware), a fraude por engenharia social e as perdas por interrupção decorrente de um ataque, conforme as condições contratadas.

O seguro cyber ajuda com a LGPD?

Sim. Cobre custos de resposta, a notificação aos titulares e à ANPD e a responsabilização decorrente de incidentes com dados pessoais. Não substitui o programa de conformidade, mas protege financeiramente quando um incidente acontece.

Cobre ataque de ransomware?

Sim, a cobertura de extorsão digital endereça o ransomware, incluindo a gestão do episódio, a perícia, a recuperação e as perdas associadas, conforme a apólice e os limites contratados.

Cobre o golpe do boleto ou do e-mail (BEC)?

Pode cobrir. A fraude por engenharia social e o comprometimento de e-mail corporativo (BEC) costumam ser uma cobertura específica, muitas vezes com limite próprio e requisitos de controle. A GVM verifica esse ponto na estruturação da apólice.

Minha empresa é pequena. Preciso de cyber?

Sim. Pequenas e médias empresas são alvos frequentes justamente por terem menos defesas. O risco existe para qualquer empresa que trate dados e dependa de sistemas para operar.

Cobre a interrupção das vendas por um ataque?

Sim, a cobertura de interrupção de negócios repõe o lucro cessante (o resultado que a empresa deixa de gerar) e as despesas extras decorrentes da indisponibilidade causada por um incidente cibernético coberto, conforme a apólice.

O cyber cobre multas da LGPD e da ANPD?

Depende. Algumas apólices cobrem multas e penalidades administrativas quando a lei permite a sua transferência a seguro; outras excluem. É um ponto que varia entre seguradoras e que a GVM confere no clausulado antes de contratar.

Cobre fraude por engenharia social?

Pode cobrir perdas por fraude eletrônica e engenharia social, conforme as condições contratadas. Em regra há requisitos, como dupla verificação de pagamentos. A GVM confirma o alcance dessa cobertura na proposta.

Qual a diferença entre cyber e o seguro de equipamentos de TI?

O de equipamentos protege o hardware (dano, roubo). O cyber protege contra incidentes digitais (vazamento, ataque, fraude, indisponibilidade). São complementares — um não substitui o outro.

Preciso de requisitos mínimos de segurança?

Em regra, sim. Controles básicos como backup segregado, autenticação multifator (MFA) e atualização de sistemas costumam ser condição de aceitação e melhoram o prêmio. A GVM orienta os requisitos exigidos pelas seguradoras.

Como é definido o valor do seguro?

Pelo faturamento, pelo volume e sensibilidade dos dados, pelo setor e pela maturidade de segurança. Não cravamos preço: depende do perfil de risco. A GVM cota com seguradoras especializadas em risco cibernético.

E se o incidente começou em um fornecedor de nuvem ou de TI?

Muitas apólices contemplam incidentes originados em prestadores de serviço de TI e provedores de nuvem sob sua dependência, conforme as condições. É um ponto importante de verificar no clausulado, e a GVM avalia isso na estruturação.

Atendem empresas em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende empresas de todos os setores em todo o território nacional, presencialmente e a distância.

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