Seguro Patrimonial / Multirrisco
Seguro para Bares e Restaurantes
Cozinha com fogo aceso o dia inteiro, câmara fria cheia, salão movimentado: poucos negócios concentram tanto risco físico por metro quadrado — e param tão caro.
Um restaurante é um risco patrimonial concentrado: chama e gordura na cozinha, rede elétrica exigida ao limite, estoque perecível dependente de refrigeração, vidros, equipamentos e um salão que não pode fechar. O seguro patrimonial para bares e restaurantes — na forma de multirrisco empresarial do segmento — protege o imóvel, o conteúdo e o estoque contra incêndio, danos elétricos, subtração e outros eventos cobertos, com a opção de lucros cessantes para a receita dos dias parados. É a apólice que decide se o sinistro é um capítulo ou o fim da história.
O risco real
O que pode dar errado — e custar caro
Incêndio de cozinha
Chama, gordura e coifa: a cozinha profissional é a origem clássica de incêndios com perda total.
Danos elétricos
Sobrecarga e oscilação queimam câmaras frias, fornos, chopeiras e todo o parque de equipamentos.
Perda de estoque refrigerado
Falta de energia prolongada ou falha da câmara fria estraga o estoque de uma vez.
Roubo e furto qualificado
Equipamentos de valor, insumos e o caixa do dia atraem arrombamento na madrugada.
Vidros e fachada
Vitrines, portas de vidro e fachada expostas quebram por acidente, vandalismo ou tentativa de invasão.
Dias de porta fechada
Depois do sinistro, cada dia sem operar é receita perdida com custo fixo correndo.
Sinistros típicos
Situações reais que o seguro resolve
- Fogo na coifa se alastra pela cozinha e interdita o restaurante por semanas.
- Queda de energia durante o fim de semana estraga o estoque da câmara fria.
- Oscilação elétrica queima fornos combinados e chopeiras.
- Arrombamento na madrugada leva equipamentos e o caixa do dia.
- Vitrine da fachada é quebrada em tentativa de invasão.
- Vazamento em andar superior atinge o salão e o estoque seco.
A cobertura
O que o seguro cobre
Incêndio, raio e explosão
Danos ao imóvel, instalações, equipamentos e estoque — a cobertura básica do multirrisco, inclusive explosão de gás.
Danos elétricos
Queima de equipamentos e instalações por variação de energia, curto-circuito e descarga atmosférica, conforme a cobertura contratada.
Deterioração de mercadorias refrigeradas
Perda de alimentos e insumos por falha da câmara fria ou falta de energia, conforme as condições da cobertura específica.
Subtração de bens e valores
Roubo e furto qualificado de equipamentos, insumos e valores, incluindo danos do arrombamento, conforme o produto.
Quebra de vidros
Vitrines, portas, espelhos e fachada de vidro, com reposição conforme a cobertura contratada.
Equipamentos e maquinário
Cobertura para fornos, chapas, coifas, chopeiras, freezers e demais equipamentos, conforme o desenho da apólice.
Lucros cessantes
Receita e despesas fixas dos dias de paralisação após sinistro coberto, quando contratada.
Exclusões comuns
- •Danos a clientes e a terceiros (campo da RC para bares e restaurantes, contratada em conjunto).
- •Desgaste natural, defeito de fabricação e falta de manutenção de equipamentos.
- •Estoque perecível fora das condições da cobertura específica de refrigeração.
- •Perda de validade e avarias por conservação inadequada do estoque.
- •Lucro cessante sem cobertura contratada ou sem sinistro material coberto na origem.
- •Eventos não contratados na apólice (verificar o desenho escolhido).
Quanto custa
O que influencia o preço do seguro
Não existe tabela pronta nem preço de prateleira para o seguro de um bar ou restaurante: o prêmio é construído sobre o risco real da casa — o valor do que está segurado, o perfil da cozinha e do imóvel, as proteções instaladas e as coberturas contratadas. Cozinha intensa com fritura e chama aberta, estoque refrigerado de alto valor e salão movimentado puxam o prêmio para cima; prevenção de incêndio em dia, manutenção documentada e histórico limpo puxam para baixo.
Valor em risco (LMI)
O capital segurado de imóvel, equipamentos e estoque forma a base do prêmio — subdimensionar sai caro no dia do sinistro.
Perfil da cozinha e do gás
Fritura, chama aberta, volume de manipulação e instalação de gás concentram o risco de incêndio e pesam na análise.
Localização e construção
Endereço, tipo de construção e vizinhança influenciam a exposição a incêndio, roubo e alagamento.
Proteções e prevenção
Sistema de combate na coifa, extintores, AVCB, alarme e manutenção documentada melhoram as condições e o preço.
Coberturas e extensões
Incluir lucros cessantes, vidros, refrigeração e equipamentos amplia a proteção — e cada cobertura entra na conta.
Franquia
A participação da casa em cada sinistro é a alavanca para ajustar o prêmio ao caixa do negócio.
Envie os dados da operação à GVM: cotamos o mesmo desenho nas principais seguradoras e apresentamos o comparativo de preço e cobertura, sem compromisso e sem custo para cotar.
Para quem é
Este seguro é indicado para você se…
- Restaurantes, bares, lanchonetes e cafeterias.
- Pizzarias, hamburguerias e churrascarias.
- Dark kitchens e cozinhas voltadas ao delivery.
- Bufês e cozinhas industriais que atendem eventos.
- Casas noturnas, pubs e cervejarias.
- Operações em shopping, food hall ou rua, próprias ou franqueadas.
Por que a GVM
Uma corretora que conhece o seu mundo
Um bar ou restaurante é, antes de qualquer coisa, um pequeno parque industrial disfarçado de salão aconchegante. Atrás da porta de vaivém há fogo aceso o dia inteiro, óleo quente, botijões e rede de gás, uma instalação elétrica exigida ao limite por fornos, câmaras frias e chopeiras, e um estoque perecível que só se mantém enquanto a refrigeração funciona. É muito risco físico concentrado em poucos metros quadrados — e, quando algo dá errado, o negócio não perde só o equipamento: perde os dias de porta fechada. O seguro patrimonial para bares e restaurantes existe para absorver esse choque e permitir que a casa reabra.
O que é o seguro patrimonial para bares e restaurantes
É o seguro do negócio — do patrimônio físico da casa. Na prática, ele é oferecido como um multirrisco empresarial desenhado para o segmento de alimentação: uma apólice única que reúne a cobertura básica de incêndio com um conjunto de coberturas adicionais que você contrata conforme a operação.
O que ele protege, em três blocos:
- O imóvel e as benfeitorias — a construção, as instalações, o piso, o forro, a obra civil da cozinha e do salão (seja o imóvel próprio, seja a benfeitoria feita no ponto alugado).
- O conteúdo — equipamentos de cozinha, mobiliário, balcões, freezers, câmaras frias, sistema de som, caixa e demais bens.
- O estoque — insumos, bebidas, mercadoria seca e, com cobertura específica, o estoque refrigerado.
O ponto que confunde muita gente é a fronteira com a responsabilidade civil. Guarde a divisão: o patrimonial responde pela sua casa; a RC responde pelo terceiro. Se o incêndio destrói a sua cozinha, é patrimonial. Se um cliente passa mal com o que foi servido ou escorrega no salão, é campo do seguro de responsabilidade civil para bares e restaurantes. São duas apólices complementares, e o desenho completo combina as duas — voltamos a isso mais adiante.
Por que o restaurante é um risco patrimonial concentrado
Nem todo comércio carrega o mesmo risco físico. Uma loja de roupas tem estoque parado e pouca energia; um restaurante tem quatro agravantes ao mesmo tempo.
- A cozinha é uma fonte de incêndio. Chama aberta, óleo em alta temperatura e a gordura que se acumula na coifa e no duto formam a combinação clássica do incêndio de restaurante — que muitas vezes começa exatamente na exaustão, onde o fogo é difícil de alcançar.
- O gás está no meio da operação. Botijões, central de GLP ou rede de gás natural adicionam o risco de vazamento e explosão, com potencial de perda total e de dano a terceiros.
- A rede elétrica trabalha no limite. Fornos combinados, câmaras frias, chapas, chopeiras e ar-condicionado puxam muita carga. Sobrecarga, curto e oscilação da concessionária queimam equipamentos caros de uma vez.
- O estoque depende de energia e frio. Boa parte do valor da casa está em alimentos perecíveis que só existem enquanto a câmara fria funciona. Uma queda de energia prolongada num fim de semana pode estragar tudo silenciosamente.
Some-se a isso vitrines e fachada de vidro expostas à rua, e fica claro por que o seguro do restaurante precisa ser desenhado com mais cuidado do que o de um comércio comum. Cada uma dessas frentes tem uma cobertura correspondente na apólice.
O que o seguro cobre
As coberturas do multirrisco são modulares: existe uma base obrigatória (incêndio) e um conjunto de garantias adicionais que você escolhe conforme o risco real da casa. Estas são as principais.
Incêndio, raio e explosão
É a cobertura básica e o motivo de existir da apólice. Responde pelos danos ao imóvel, às instalações, aos equipamentos e ao estoque causados por incêndio, queda de raio e explosão — inclusive explosão de gás, o cenário mais temido de uma cozinha profissional. É sobre essa base que todas as demais coberturas se apoiam.
Danos elétricos
Cobre a queima de equipamentos e instalações por variação anormal de tensão, curto-circuito, sobrecarga e efeitos de descarga atmosférica, conforme a cobertura contratada. Num restaurante, é uma das garantias mais acionadas: uma oscilação da rede pode danificar de uma só vez o compressor da câmara fria, o forno combinado e a placa da chopeira. Costuma ter limite e franquia próprios, que dimensionamos pelo valor do parque de equipamentos.
Deterioração de mercadorias refrigeradas
A cobertura específica para o coração do estoque de um restaurante. Responde pela perda de alimentos e insumos refrigerados decorrente de falha do equipamento de refrigeração ou de interrupção do fornecimento de energia, conforme as condições do produto — que em regra preveem um prazo mínimo de interrupção e a comprovação da perda. Sem essa cobertura, o estoque da câmara fria estragado por uma queda de energia fica descoberto, mesmo com a apólice básica em dia.
Subtração de bens e valores
Roubo e furto qualificado (com arrombamento ou mediante violência) de equipamentos, insumos e valores, incluindo os danos causados na invasão, conforme o produto. A garantia costuma separar os bens (equipamentos, estoque) dos valores em caixa, cada um com seu limite. Atenção a um detalhe recorrente: o furto simples — sem vestígio de arrombamento — em regra não é coberto, o que torna alarme e controle de acesso importantes tanto para o risco quanto para a apólice.
Quebra de vidros
Vitrines, portas de vidro, espelhos e fachada envidraçada por acidente, vandalismo ou tentativa de invasão, com reposição conforme a cobertura contratada. É uma extensão de custo baixo e muito usada por casas de rua com fachada exposta, onde o vidro é ao mesmo tempo cartão de visitas e ponto frágil.
Equipamentos e maquinário
Fornos, chapas, coifas, chopeiras, freezers, câmaras frias e demais equipamentos podem ser protegidos dentro do multirrisco ou por uma cobertura dedicada de seguro de equipamentos, conforme o valor e a mobilidade do parque. Para operações que levam equipamento a eventos externos — bufês e cozinhas móveis —, a cobertura precisa contemplar o bem também fora do endereço segurado.
Vendaval, alagamento e outras garantias
Vendaval, granizo, fumaça, impacto de veículos e, conforme a região e o produto, alagamento e danos por água (o vazamento do andar de cima que atinge o salão). São garantias que se somam ao desenho de acordo com a exposição do endereço.
Lucros cessantes
Talvez a cobertura mais subestimada — e a que mais salva o caixa. Ela repõe a receita e paga as despesas fixas (aluguel, folha, encargos) do período em que o restaurante fica fechado para reforma após um sinistro coberto. O dano físico o seguro básico reconstrói; quem sustenta o negócio durante as semanas de porta fechada é essa cobertura. Por ser um cálculo à parte, tratamos os lucros cessantes como item central do desenho, dimensionado pelo tempo provável de paralisação do seu formato.
O que o seguro normalmente não cobre
Toda apólice tem exclusões, e conhecê-las antes evita a frustração no sinistro. As mais comuns no ramo:
- Danos a clientes e a terceiros — intoxicação, queda no salão, incêndio que atinge o vizinho. Isso é campo da RC, não do patrimonial.
- Desgaste natural, defeito de fabricação e falta de manutenção dos equipamentos — o seguro cobre o evento súbito, não o fim da vida útil.
- Deterioração de estoque fora das condições da cobertura de refrigeração (por exemplo, abaixo do prazo mínimo de interrupção) e a perda de validade por conservação inadequada.
- Lucro cessante sem cobertura contratada ou sem um sinistro material coberto na origem — a paralisação precisa decorrer de um dano coberto.
- Eventos não contratados — o que não está no desenho escolhido não está garantido; por isso a leitura do clausulado importa.
As condições variam de seguradora para seguradora: o que uma trata como exclusão, outra oferece como extensão. Comparar o clausulado item a item é uma etapa que a GVM cumpre com você antes da assinatura.
Patrimonial e RC: duas apólices, um desenho
Este é o ponto que mais gera lacuna quando o seguro é contratado às pressas. Fixe a divisão de trabalho entre as três frentes que protegem um restaurante:
- O patrimonial responde pela casa: incêndio de cozinha, danos elétricos, quebra de vidros, roubo de bens, perda do estoque na câmara fria.
- A RC responde pelo terceiro: o cliente que passou mal, o que caiu no salão, o vizinho cujo imóvel pegou fogo por causa da sua fritadeira.
- Os lucros cessantes respondem pelo faturamento parado enquanto a casa fica fechada após um sinistro coberto.
O incêndio é o exemplo perfeito de por que essas apólices devem ser desenhadas juntas: o fogo que destrói a sua cozinha (patrimonial), interrompe o serviço por semanas (lucros cessantes) e ainda danifica a loja ao lado (RC) é um só evento com três respostas diferentes. Contratadas isoladamente e sem coordenação, essas coberturas costumam deixar buracos. Por isso estruturamos a proteção do restaurante como um conjunto, dentro de um programa de seguros da empresa, e não como apólices soltas. Quem quiser entender a lógica do multirrisco empresarial de forma mais ampla pode ver o seguro patrimonial para pequenas e médias empresas, do qual o seguro do restaurante é uma especialização.
Como dimensionar o capital segurado (LMI)
O erro mais caro do seguro patrimonial não é escolher a seguradora errada — é segurar por menos do que se tem. O capital segurado (o Limite Máximo de Indenização de cada cobertura) deve refletir o valor real de reposição do imóvel, dos equipamentos e do estoque. Quando ele é subdimensionado, entra em cena a cláusula de rateio: se no dia do sinistro se constata que a casa estava segurada por uma fração do valor em risco, a indenização é reduzida na mesma proporção — mesmo em prejuízos parciais.
Na prática, isso significa que um restaurante segurado por metade do que vale pode receber cerca de metade de um prejuízo que seria integralmente coberto. O sub-seguro é silencioso: não aparece na proposta, não incomoda na renovação, e só se revela no pior momento. Por isso o capital segurado precisa sair de números reais — inventário de equipamentos, valor de reconstrução da obra civil, giro médio de estoque —, não de uma estimativa apressada para baratear a apólice. Levantar esses valores com você, no início, é parte do trabalho da corretora.
Quanto custa
Não existe tabela fixa nem preço de prateleira para o seguro de um bar ou restaurante. O prêmio é construído sobre o risco real da casa, e entender o que move esse cálculo ajuda o dono a enxergar onde paga mais — e onde pode pagar menos com o mesmo nível de proteção. Antecipando a pergunta que todo mundo faz: não citamos valores em reais aqui porque um número fora do seu contexto seria chute; o preço real vem da cotação com o seu perfil.
O que puxa o preço para cima
- O valor em risco (LMI). Quanto maior o capital segurado de imóvel, equipamentos e estoque, maior o prêmio — é a base do cálculo. Mas atenção: subdimensionar para baratear não é economia, é sub-seguro, e o rateio devolve essa “economia” na forma de indenização menor.
- O perfil da cozinha. Fritura, chama aberta, alto volume de manipulação e a instalação de gás concentram o risco de incêndio. Uma churrascaria ou uma cozinha intensa pesa mais que uma cafeteria de cardápio frio.
- A localização e a construção. Endereço, tipo de construção, vizinhança e o histórico de roubo da região influenciam a exposição a incêndio, subtração e alagamento.
- As coberturas e extensões contratadas. Lucros cessantes, deterioração de refrigerados, vidros, equipamentos fora do local — cada garantia adicionada amplia a proteção e entra na conta.
- O histórico de sinistros. Ocorrências anteriores sinalizam risco recorrente e influenciam a renovação.
O que ajuda a reduzir o prêmio
- Prevenção de incêndio em dia. Sistema de combate na coifa, extintores, manutenção da exaustão e do sistema de gás, AVCB regular: uma cozinha bem cuidada é uma cozinha mais barata de segurar — e, muitas vezes, uma condição para certas coberturas.
- Proteções contra roubo. Alarme monitorado, câmeras, grades e controle de acesso melhoram a análise da cobertura de subtração.
- Manutenção documentada dos equipamentos. Registros de manutenção da câmara fria e do parque elétrico ajudam tanto a evitar o sinistro quanto a comprovar a boa conservação na regulação.
- Franquia bem calibrada. Assumir uma participação maior em cada sinistro reduz o prêmio, desde que a franquia caiba no caixa. Se a mecânica da franquia não estiver clara, vale ver como funciona a franquia do seguro antes de decidir.
- Histórico limpo e continuidade. Renovar sem sinistros, ano após ano, constrói um perfil que a seguradora precifica melhor — um dos motivos para tratar a renovação do seguro como oportunidade de ajuste, e não como piloto automático.
As faixas de risco por perfil
Nem todo estabelecimento de alimentação carrega o mesmo risco patrimonial, e é isso que explica por que um custa mais que o outro:
- Menor exposição — cafeterias, casas de bolo, sorveterias e operações de baixa manipulação, com cozinha fria ou leve, sem fritura intensa e com estoque perecível reduzido.
- Exposição intermediária — restaurantes à la carte, pizzarias e hamburguerias de porte médio, com cozinha ativa, câmara fria relevante e salão movimentado, mas sem grandes agravantes.
- Maior exposição — churrascarias e rodízios com braseiro, casas noturnas, cozinhas industriais e bufês, operações com grande instalação de gás e estoque refrigerado de alto valor. Aqui somam-se chama aberta intensa, energia pesada e patrimônio concentrado.
Duas casas do mesmo tamanho podem ter prêmios bem diferentes só pela operação: a lanchonete de chapa e a churrascaria com braseiro a lenha não vivem o mesmo risco de incêndio — e não devem pagar o mesmo preço.
Como conseguir o número real
O único jeito de saber quanto custa a sua apólice é cotar com o seu perfil. E há uma particularidade do ramo que torna a comparação decisiva: as seguradoras tratam a cozinha profissional com critérios diferentes, e as condições variam bastante de uma para outra — limite de danos elétricos, prazo da cobertura de refrigeração, inclusão de vidros e de equipamentos, franquias. Perseguir apenas o menor prêmio, sem olhar o clausulado, é como escolher o fornecedor só pelo preço do quilo: você só descobre o que faltou quando precisa. Um seguro barato que não responde ao sinistro mais provável do seu negócio é, no fim, o mais caro de todos.
Por isso a cotação com a GVM é o caminho para o número real. Você informa o porte, o perfil da cozinha, o valor de equipamentos e estoque e as coberturas desejadas; a GVM compara as seguradoras lado a lado e apresenta a proposta que melhor equilibra preço e cobertura para a sua casa — gratuitamente e sem compromisso. Fale com a GVM para receber a cotação.
Boas práticas que reduzem o sinistro
Além do seguro, a rotina da casa diminui a frequência dos danos e fortalece a sua posição quando um sinistro acontece — a seguradora reconhece a diligência tanto na análise quanto na regulação.
- Limpeza periódica da coifa e do duto de exaustão, com registro — a gordura acumulada é a causa número um do incêndio de cozinha.
- Manutenção do sistema de gás e da rede elétrica, com laudos e revisões, para conter os dois maiores riscos de perda total.
- Extintores adequados à cozinha (classe K para óleo e gordura) e brigada treinada para agir nos primeiros segundos.
- Termômetros e alarme na câmara fria, para detectar a falha de refrigeração antes que o estoque estrague.
- Alarme, câmeras e controle do caixa, reduzindo tanto o roubo quanto o valor exposto na madrugada.
- Inventário e notas fiscais em dia, que sustentam o valor dos equipamentos e do estoque no momento da indenização.
Essas práticas não só reduzem o número de sinistros como demonstram cuidado — e cuidado documentado é o que encurta a regulação quando algo, ainda assim, dá errado.
O sinistro na prática
Quando o pior acontece, os primeiros passos determinam a rapidez e o tamanho da indenização. O roteiro básico:
- Priorizar a segurança — evacuar, acionar bombeiros e cortar energia e gás antes de qualquer preocupação com o patrimônio.
- Comunicar a seguradora dentro do prazo previsto na apólice; o aviso tardio pode comprometer a regulação.
- Preservar o cenário e documentar — fotos e vídeos do dano antes de qualquer limpeza, além do registro do que foi atingido (equipamentos, estoque, obra civil).
- Reunir a comprovação — notas fiscais dos equipamentos, inventário do estoque e, na perda de refrigerados, o registro da falta de energia ou da falha do equipamento.
- Evitar descartar ou reparar antes da vistoria, salvo o necessário para conter danos maiores.
A partir daí, a seguradora nomeia a regulação, que confere a cobertura e apura o valor devido. Para ver o fluxo completo, vale a leitura de como funciona um sinistro passo a passo. É nesse ponto que a documentação da operação e uma apólice bem dimensionada fazem a diferença entre uma indenização travada e uma casa que reabre rápido.
Como a GVM estrutura a sua proteção
A GVM Consulting desenha o seguro do restaurante a partir da operação: o perfil da cozinha, o parque de equipamentos, o estoque e o formato do salão. O capital segurado sai de números reais — porque sub-seguro descoberto no dia do incêndio é prejuízo em dobro. E o desenho contempla tanto o restaurante independente quanto operações dentro de complexos de hotelaria e turismo, integrando a proteção da casa ao programa mais amplo do empreendimento.
A proteção completa tem dois lados, e a GVM estrutura os dois em conjunto: a casa, por esta apólice patrimonial, e o cliente, pela RC para bares e restaurantes. Duas apólices, um só desenho — sem lacuna e sem sobreposição —, com os lucros cessantes calibrados para o tempo que o seu formato leva para reabrir. Quando o imprevisto acontece com a casa cheia, a GVM fica ao lado no acionamento e na condução do sinistro, quando cada dia de porta fechada custa caro. Conte a sua operação para a gente: fale com a GVM e receba uma cotação comparada entre seguradoras, sem compromisso.
Desenho pela cozinha real
Capital segurado calculado por equipamentos, estoque e obra civil de verdade — sem sub-seguro que aparece no sinistro.
Patrimonial + RC integrados
A casa e o cliente protegidos num desenho único, sem lacuna entre as apólices.
Lucros cessantes na medida
Dimensionamos os dias de paralisação prováveis do seu formato — é a cobertura que salva o caixa.
Comparação entre seguradoras
Cotamos o mesmo desenho nas principais seguradoras e apresentamos o comparativo de preço e cobertura, sem compromisso.
Perguntas frequentes
Tudo o que você precisa saber
O que o seguro para restaurante cobre, em resumo?
O núcleo é o patrimônio: incêndio, danos elétricos, subtração e coberturas adicionais (vidros, vendaval, equipamentos, refrigeração), além de lucros cessantes para os dias parados. Danos a clientes são objeto da apólice de RC, contratada em conjunto.
A perda do estoque da câmara fria está coberta?
Há cobertura específica para deterioração de mercadorias refrigeradas por falha de refrigeração ou falta de energia, conforme as condições do produto (incluindo prazos mínimos de interrupção). É item essencial no desenho de restaurantes.
O que são lucros cessantes e por que contratar?
É a cobertura que repõe a receita (e paga as despesas fixas) do período em que o restaurante fica fechado após um sinistro coberto. O dano físico o seguro básico paga; quem paga os meses de porta fechada é essa cobertura.
Cozinha com fritadeira e chapa encarece o seguro?
O perfil da cozinha influencia a análise e o prêmio — é o coração do risco. Proteções como sistema de combate na coifa e manutenção documentada melhoram as condições.
O seguro cobre a quebra de vidros e a fachada?
Sim, quando a cobertura de quebra de vidros é contratada — vitrines, portas, espelhos e fachada de vidro entram na garantia, com a reposição conforme as condições da apólice. É uma extensão barata e muito usada por casas com fachada envidraçada.
Imóvel alugado: o que eu seguro?
Você segura o conteúdo (equipamentos, estoque, benfeitorias) e a sua responsabilidade pelo imóvel locado — cobertura própria para danos ao prédio pelo qual você responde ao locador.
E se um cliente passar mal ou se acidentar no salão?
Isso é risco de responsabilidade civil — coberto pela apólice de RC para bares e restaurantes, que desenhamos junto com a patrimonial para fechar a proteção da casa.
Como funciona a franquia neste seguro?
A franquia é a parte de cada sinistro que fica por conta da casa; acima dela, a seguradora indeniza. Coberturas como danos elétricos e roubo costumam ter franquia própria. Calibrá-la é uma das formas de ajustar o prêmio ao caixa do negócio.
Quanto custa o seguro de um restaurante?
O prêmio varia com o porte, o perfil da cozinha, o valor de equipamentos e estoque e as coberturas escolhidas. A cotação comparada entre seguradoras é rápida, gratuita e sem compromisso.
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