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GVM Consulting

Responsabilidade Civil Profissional

Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Médicos

Exercer a medicina é conviver com o risco de uma alegação de erro. O seguro de RC Profissional protege o seu patrimônio, custeia a sua defesa e preserva a sua tranquilidade para cuidar de quem precisa.

A medicina é uma das profissões mais expostas a litígios no Brasil, e a judicialização da saúde só cresce. Mesmo o médico mais cuidadoso pode ser alvo de uma reclamação — e uma única ação, ainda que improcedente, significa anos de processo, honorários de advogado, perícia e risco direto ao patrimônio pessoal. O seguro de Responsabilidade Civil Profissional existe para que esse peso não recaia sobre você: dentro das condições contratadas, ele assume os custos da defesa desde o primeiro momento e a eventual indenização ao paciente. Mais do que uma apólice, é o que separa uma acusação de um problema financeiro que atinge a sua família.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Alegação de erro de conduta

Diagnóstico, prescrição ou procedimento questionado pelo paciente, gerando ação de indenização.

Dano estético ou moral

Pedido de reparação por dano moral ou estético atribuído ao atendimento, comum em diversas especialidades.

Custos de defesa elevados

Advogado, perícia e custas correm mesmo quando a acusação é improcedente — e não esperam o fim do processo.

Exposição do patrimônio pessoal

Sem seguro, a indenização pode recair sobre os bens pessoais do médico e da família.

Ação anos após o atendimento

Reclamações costumam chegar muito tempo depois do fato — e, sem a retroatividade correta, a apólice pode não alcançá-las.

Citação individual do médico

O profissional é nomeado na ação além do hospital, e a apólice da instituição pode não responder pessoalmente por ele.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Paciente move ação alegando erro de diagnóstico que teria agravado o quadro — o seguro custeia a defesa e a perícia médica.
  • Reclamação por suposta falha em procedimento cirúrgico, com pedido de dano moral e material.
  • Ação por complicação pós-operatória atribuída à conduta, ainda que dentro do risco inerente ao procedimento.
  • Cobrança de indenização por dano estético após procedimento com expectativa de resultado.
  • Recém-nascido com sequela atribuída à condução do parto, com pedido de indenização de valor elevado (obstetrícia).
  • Intercorrência anestésica em cirurgia eletiva, com alegação de monitorização inadequada.
  • Queda de paciente ou erro de medicação durante plantão de pronto-socorro sobrecarregado.
  • Vazamento de dados de prontuário após atendimento por telemedicina, com repercussão sob a LGPD.

Responsabilidade técnica e legal

A sua responsabilidade — e como o seguro responde por ela

Conselho: CRM

O médico responde civilmente pelos danos causados ao paciente e está sujeito à fiscalização do Conselho Regional de Medicina (CRM). Como profissional liberal, sua responsabilidade pessoal é apurada mediante a verificação de culpa (Código de Defesa do Consumidor, art. 14, § 4º) — ou seja, é preciso demonstrar imprudência, negligência ou imperícia.

A medicina é, em regra, uma obrigação de meio: o médico se compromete a empregar a melhor técnica disponível, não a garantir um resultado. A exceção fica por conta dos procedimentos com finalidade estética, que o STJ entende como obrigação de resultado — o que inverte a lógica probatória contra o profissional e reforça a importância da cobertura.

Isso torna a defesa técnica decisiva: demonstrar que a conduta seguiu a boa prática médica, com consentimento informado e registro adequado em prontuário, é o que separa a absolvição da condenação. O seguro de RC Profissional custeia essa defesa desde o primeiro momento e responde pela indenização quando devida.

Vale lembrar que a esfera cível (indenização ao paciente) é distinta da ética-profissional (processo no CRM) e da criminal. São três frentes independentes, que podem correr ao mesmo tempo pelo mesmo fato. O seguro atua sobre a responsabilidade civil — a que mais frequentemente atinge o patrimônio.

Conteúdo informativo, com base na legislação vigente; não substitui orientação jurídica individualizada. As coberturas seguem as condições gerais da apólice contratada.

A cobertura

O que o seguro cobre

Danos a terceiros por erro ou omissão

Indenizações devidas a pacientes em razão de falha profissional coberta pela apólice.

Custos de defesa

Honorários advocatícios, perícias e custas processuais em ações cíveis, acionados pela reclamação.

Danos morais e estéticos

Conforme as condições contratadas — relevante em especialidades com expectativa de resultado.

Cobertura para a equipe

Possibilidade de estender a proteção à equipe sob sua responsabilidade direta.

Data de retroatividade

Cobre fatos geradores anteriores ao início da apólice, desde que a reclamação surja durante a vigência.

Prazo complementar e suplementar (tail)

Janela para reportar reclamações após o fim da apólice — essencial ao trocar de seguradora ou encerrar a atividade.

Telemedicina

Atendimento remoto contemplado conforme a contratação, cada vez mais relevante na rotina médica.

Exclusões comuns

  • Atos dolosos (intenção de causar dano).
  • Procedimentos fora da habilitação ou da especialidade declarada do profissional.
  • Multas e penalidades administrativas ou criminais.
  • Obrigações de fazer não relacionadas a dano indenizável.
  • Fatos geradores anteriores à data de retroatividade contratada.
  • Reclamações e circunstâncias já conhecidas antes do início da apólice.
  • Procedimentos experimentais ou sem respaldo técnico reconhecido.

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

Não existe um preço único de seguro de RC médica: o valor é calculado a partir do seu perfil de risco. Quanto mais alta a exposição da especialidade e maior o limite contratado, maior o prêmio — por isso a mesma cobertura custa valores bem diferentes entre um clínico e um cirurgião. O que se pode afirmar é o que entra na conta.

Especialidade

Áreas cirúrgicas, obstetrícia, anestesia e estética têm exposição maior e pesam mais no preço do que especialidades clínicas.

Limite de indenização (LMI)

O teto que a apólice paga por sinistro. Limites maiores protegem mais e elevam o prêmio — dimensionamos ao seu risco real.

Retroatividade

Cobrir fatos anteriores ao início da apólice amplia a proteção e influencia o cálculo, já que ações médicas surgem anos depois.

Perfil de atuação

Volume de atendimentos, procedimentos realizados, atuação em equipe e telemedicina entram na conta.

Só dá para cravar um valor depois de entender a sua especialidade e o seu perfil de atuação. A cotação com a GVM é gratuita e sem compromisso — comparamos as principais seguradoras e apresentamos a melhor relação entre cobertura e preço para o seu caso.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Médicos clínicos e cirurgiões, em consultório próprio ou vínculo institucional.
  • Plantonistas e médicos de pronto atendimento.
  • Especialidades com maior exposição (cirurgia, obstetrícia, anestesia, estética).
  • Médicos que atuam em equipe e querem proteção individual além da apólice da instituição.
  • Médicos que atendem por telemedicina ou de forma remota.
  • Recém-formados e residentes que já assumem atendimentos e plantões.
  • Médicos com consultório próprio, responsáveis pela estrutura e pela equipe.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

Na GVM Consulting somos especialistas em seguros para profissionais da saúde. Entendemos a sua rotina, os riscos específicos de cada especialidade e a forma como as ações chegam — muitas vezes anos depois do atendimento. Por isso não vendemos uma apólice genérica: estruturamos a proteção certa para o seu perfil, seja você clínico, cirurgião, plantonista, obstetra ou dono de consultório.

Mais do que contratar o seguro, acompanhamos você quando ele é acionado. No momento de uma reclamação, ter ao lado uma corretora que conhece o terreno faz diferença — e é esse o compromisso da GVM. Este guia reúne o que todo médico deveria entender sobre o seguro de RC Profissional antes de decidir.

A judicialização da medicina no Brasil

O número de ações contra médicos vem crescendo de forma consistente há anos. Pacientes mais informados, expectativa de resultado, facilidade de acesso ao Judiciário e a própria natureza do cuidado — em que nem todo desfecho ruim decorre de erro — formam um cenário em que praticamente qualquer médico pode ser processado ao longo da carreira.

O ponto central é que ser processado não é o mesmo que ter errado. A maior parte das ações discute conduta, e boa parte é julgada improcedente. Mas até chegar a essa conclusão, o médico já enfrentou anos de processo, honorários de advogado, perícia e desgaste. É esse custo — o de se defender, mesmo quando a razão está com você — que o seguro de Responsabilidade Civil Profissional foi feito para absorver.

Como funciona a apólice: base de reclamações (claims-made)

A RC Profissional médica no Brasil é comercializada, em regra, à base de reclamações (o chamado modelo claims-made). Entender essa lógica é o que evita a maior armadilha do produto.

Numa apólice à base de reclamações, o que dispara a cobertura não é apenas a data do atendimento, mas o momento em que a reclamação é apresentada contra você. Para a apólice responder, dois pontos precisam coincidir:

  • A reclamação chega durante a vigência da apólice (ou no prazo de reporte previsto).
  • O fato gerador ocorreu após a data de retroatividade contratada.

Isso é diferente do modelo à base de ocorrências, em que basta o fato ter acontecido durante a vigência. Na medicina, em que a ação costuma nascer muito tempo depois do atendimento, a base de reclamações torna dois elementos decisivos: a data de retroatividade e o prazo de reporte após o fim do contrato.

Data de retroatividade

A retroatividade é a data a partir da qual os fatos passam a estar cobertos. Quanto mais para trás ela alcança, mais o seu passado profissional fica protegido. Ao contratar o primeiro seguro, o ideal é buscar retroatividade que cubra o tempo de atuação; ao trocar de seguradora, o cuidado é preservar a data já conquistada — perder essa data abre um buraco no seu histórico. Explicamos esse mecanismo em detalhe no guia sobre retroatividade no seguro de RC.

Prazo complementar e suplementar (tail)

Quando a apólice termina — porque você trocou de seguradora, reduziu a atividade ou se aposentou —, ainda podem surgir reclamações sobre atendimentos do passado. Para isso existe o prazo de reporte estendido, o chamado tail:

  • Prazo complementar: costuma ser automático e mais curto, garantido pelas condições da própria apólice.
  • Prazo suplementar: é contratado à parte e mais longo, indicado para quem encerra a atividade e quer manter a proteção sobre o que já atendeu.

É por isso que a RC médica não é um produto que se “liga e desliga” sem consequências. A GVM cuida dessas transições para que você nunca fique com um período descoberto. Para uma visão passo a passo de como a cobertura opera na prática, veja também como funciona o seguro de erro médico.

Custos de defesa: o benefício mais usado

Muita gente contrata pensando na indenização ao paciente. Na prática, o benefício que mais se usa são os custos de defesa: honorários de advogado, perícia médica e custas processuais.

Esses custos são acionados pela existência da reclamação, e não pela procedência dela. Ou seja: mesmo quando a ação é improcedente — e boa parte é —, o seguro já esteve trabalhando por você desde o primeiro momento, arcando com a defesa que, sem apólice, sairia do seu bolso. Numa ação que se arrasta por anos, é frequentemente aqui que o seguro mais se paga.

Obrigação de meio x obrigação de resultado

Um conceito jurídico define boa parte da exposição do médico. Em regra, a medicina é uma obrigação de meio: você se compromete a empregar a melhor técnica disponível, com diligência, mas não pode garantir a cura. Para responsabilizá-lo, é preciso demonstrar culpa — imprudência, negligência ou imperícia.

A grande exceção são os procedimentos com finalidade estética. O STJ entende, de forma consolidada, que aí a obrigação é de resultado: o paciente contratou um efeito específico, e não obtê-lo já basta para presumir a falha, invertendo o ônus da prova contra o profissional. Na prática, isso significa mais processos e mais condenações nessa frente — e reforça por que a atividade estética precisa ser declarada corretamente na apólice. Um médico que faz procedimentos estéticos e não os informa pode se ver sem cobertura justamente onde o risco é maior.

Prontuário e consentimento informado: a base da defesa

Na prática, o que decide boa parte das ações médicas não é apenas o mérito da conduta, mas a qualidade do registro. Um prontuário completo, legível e contemporâneo ao atendimento é a evidência de que a boa técnica foi empregada — e, sem ele, mesmo uma conduta correta fica difícil de sustentar em juízo. Como o ônus de demonstrar a diligência com frequência recai sobre o próprio médico, sobretudo em relações regidas pelo Código de Defesa do Consumidor, o prontuário costuma ser o documento que carrega esse peso.

O termo de consentimento informado cumpre papel parecido. Ele documenta que o paciente foi esclarecido sobre riscos, alternativas e possíveis complicações antes do procedimento. Um consentimento bem feito não é uma renúncia de direitos — não isenta o médico de responder por um erro efetivo —, mas comprova que o risco assumido foi devidamente comunicado, o que enfraquece a alegação de falha no dever de informação, uma das mais frequentes nas ações de reparação.

Para o seguro, esses documentos importam por dois motivos. Primeiro, porque a defesa custeada pela apólice se apoia neles para reverter a acusação. Segundo, porque uma boa disciplina de registro tende a reduzir a frequência e a severidade dos sinistros ao longo do tempo — e um histórico consistente é o que ajuda a sustentar condições melhores nas renovações. Orientar essa rotina de documentação faz parte do acompanhamento consultivo da GVM.

Riscos por especialidade

O seguro não é igual para todos porque o risco não é. A GVM dimensiona a apólice à sua área de atuação real.

  • Cirurgia. Procedimentos invasivos concentram complicações e pedidos de indenização de valor elevado. Limite de indenização e clareza sobre o rol de procedimentos são o centro da conversa. Casos de severidade máxima, como a cirurgia bariátrica, pedem desenho próprio.
  • Obstetrícia. Uma das especialidades mais processadas: um dano ao recém-nascido pode gerar indenização por toda a vida, com valores altíssimos. Merece limites robustos e cobertura específica — veja o seguro de RC para obstetras.
  • Anestesia. O anestesista responde por eventos de rápida evolução e alta gravidade, muitas vezes citado ao lado do cirurgião. A proteção individual é especialmente relevante — detalhamos na página do seguro de RC para anestesistas.
  • Ortopedia. Alto volume cirúrgico, plantão de trauma e sequelas funcionais que geram pensão colocam a especialidade entre as mais processadas do país — veja o seguro de RC para ortopedistas.
  • Oftalmologia. Volume altíssimo, cirurgias eletivas com expectativa de resultado e o dano visual entre os mais valorizados nas condenações — veja o seguro de RC para oftalmologistas.
  • Estética. Obrigação de resultado, expectativa alta e forte judicialização. Exige declaração precisa da atividade e atenção ao consentimento informado — detalhamos nas páginas de cirurgiões plásticos e dermatologistas.
  • Pronto-socorro e plantão. Alto volume, decisões rápidas, pacientes que o médico não conhece e prontuário nem sempre completo. O risco é de erro de conduta sob pressão e de falhas de registro.

Cada especialidade puxa o desenho da apólice para um lado — e é por isso que uma cotação bem feita começa por entender exatamente o que você faz.

Por que a apólice do hospital não protege você

É comum o médico presumir que, atendendo em hospital ou clínica, já está coberto. Na maioria das vezes, não está — pelo menos não como pessoa.

A apólice da instituição foi contratada para proteger a instituição. Numa ação, porém, o paciente costuma citar nominalmente o médico como corresponsável. Nesse cenário:

  • A cobertura do hospital pode não responder pela sua defesa individual, ou responder de forma limitada.
  • Pode haver conflito de interesses entre a defesa da instituição e a sua.
  • A proteção acaba quando o vínculo acaba — troca de emprego, fim do plantão, encerramento do contrato.

O seguro próprio resolve isso porque acompanha o profissional, e não o emprego. Ele vale onde você atende, some do vínculo específico e mantém a sua defesa alinhada aos seus interesses. Se você é sócio ou responsável por uma estrutura, vale ainda combinar a proteção pessoal com o programa da clínica ou consultório, que cuida do patrimônio, dos equipamentos e da responsabilidade do estabelecimento.

Telemedicina e LGPD: os riscos novos

A telemedicina deixou de ser exceção. Com ela vieram exposições que a apólice precisa endereçar de forma expressa: o atendimento à distância, o consentimento remoto e, sobretudo, a guarda de dados.

Dados de saúde são dados sensíveis pela LGPD. Prontuário eletrônico, aplicativos de teleconsulta e armazenamento em nuvem criam um risco de vazamento que pode gerar tanto sanção regulatória quanto reclamação do paciente. Parte dessa exposição é de responsabilidade civil profissional; parte é endereçada por um seguro cyber, que responde por incidente de dados, notificação e resposta. Na estruturação, verificamos se o seu perfil de telemedicina justifica essa camada adicional.

O que a apólice cobre — e o que não cobre

De forma geral, e sempre conforme as condições contratadas, a RC Profissional médica cobre:

  • Indenizações a pacientes por danos decorrentes de erro ou omissão profissional.
  • Custos de defesa: honorários, perícia e custas em ações cíveis.
  • Danos morais e estéticos atribuídos ao atendimento.
  • Fatos anteriores ao início da apólice, respeitada a data de retroatividade.

E, em regra, não cobre:

  • Atos dolosos (intenção de causar dano).
  • Procedimentos fora da sua habilitação ou da especialidade declarada.
  • Multas e penalidades administrativas ou criminais, que são pessoais e não seguráveis.
  • Reclamações e circunstâncias já conhecidas antes da contratação.

A leitura correta das exclusões é parte do trabalho da corretora. Muita frustração no sinistro nasce de uma atividade mal declarada — e é isso que evitamos na largada.

O que move o preço

Não há tabela única. O prêmio nasce do seu risco, e os principais fatores são:

  • Especialidade: cirurgia, obstetrícia, anestesia e estética pesam mais que áreas clínicas.
  • Limite de indenização (LMI): o teto por sinistro; quanto maior a proteção, maior o prêmio.
  • Retroatividade: cobrir mais tempo de passado amplia a proteção e influencia o cálculo.
  • Perfil de atuação: volume de atendimentos, procedimentos, atuação em equipe e telemedicina.

Aprofundamos essa conta no artigo quanto custa o seguro de RC médico. O que não muda é o princípio: valor justo é o que reflete o seu risco real, nem mais, nem menos.

Cível, ética e criminal: três esferas distintas

Um mesmo fato pode gerar três frentes independentes: a cível (indenização ao paciente), a ética (processo no CRM) e a criminal. Elas correm separadas e podem ter desfechos diferentes.

O seguro de RC atua sobre a esfera cível — a que costuma atingir o patrimônio e a que envolve os maiores valores. Algumas apólices oferecem suporte a despesas de defesa em frentes correlatas conforme as condições, mas penalidades pessoais e sanções do conselho não são seguráveis. Entender essa divisão é o que permite ter expectativas corretas sobre o que a apólice faz.

Vamos desenhar a sua proteção

Cada médico tem um risco diferente, e a apólice certa é a que reflete a sua especialidade, o seu volume e o seu histórico de atuação — com a retroatividade e o limite dimensionados ao seu caso. É exatamente isso que a GVM faz: entende o seu perfil, compara as principais seguradoras e estrutura a cobertura que protege a sua carreira e o seu patrimônio, sem cobertura genérica e sem letras miúdas que só aparecem no sinistro.

Se você é médico e quer entender qual proteção faz sentido para a sua realidade, fale com a GVM. A cotação é gratuita e sem compromisso — e conhecer as opções antes de precisar é sempre a decisão mais barata.

Foco na saúde

Somos especialistas em seguros para profissionais da saúde e conhecemos os riscos de cada especialidade.

Apólice sob medida

Dimensionamos limite, retroatividade e escopo ao seu perfil real de atuação — sem cobertura genérica.

Ao seu lado no sinistro

Orientamos o acionamento e acompanhamos você no momento em que o seguro mais importa.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O seguro cobre processos por dano moral?

Sim. As apólices de RC Profissional médica normalmente incluem danos morais e estéticos atribuídos ao atendimento, dentro dos limites e condições contratados.

A apólice paga minha defesa mesmo se eu não tiver errado?

Sim. Os custos de defesa são acionados pela existência da reclamação, independentemente de o profissional ter ou não cometido o erro alegado — e é exatamente nas ações improcedentes que esse benefício mais se prova.

O que significa apólice à base de reclamações (claims-made)?

É o formato usual da RC profissional no Brasil. A apólice responde pela reclamação apresentada durante a vigência, desde que o fato gerador tenha ocorrido após a data de retroatividade contratada. Difere da base de ocorrências, em que o que importa é a data do fato. Por isso, na RC médica, manter a apólice ativa e a retroatividade preservada é tão importante quanto a cobertura em si.

O que é a data de retroatividade e por que ela importa tanto?

É a data a partir da qual os fatos geradores passam a estar cobertos. Como uma ação médica costuma surgir anos depois do atendimento, uma retroatividade que alcance o seu histórico de atuação é decisiva. Ao contratar ou trocar de seguradora, a GVM cuida para que essa data seja preservada e não abra uma lacuna no seu passado profissional.

O que é o prazo complementar e suplementar (tail)?

São janelas para reportar, após o fim da apólice, reclamações relativas a fatos ocorridos durante a vigência. O prazo complementar costuma ser automático e mais curto; o suplementar é contratado à parte e mais longo. Esse mecanismo é essencial em momentos de transição — troca de seguradora, redução de atividade ou aposentadoria.

Posso incluir minha equipe na cobertura?

Sim, é possível estender a cobertura à equipe sob sua responsabilidade direta. A GVM estrutura a apólice conforme o seu modelo de atuação.

Já tenho a cobertura do hospital. Preciso de seguro próprio?

Em geral, sim. A apólice da instituição protege a instituição, e nem sempre o médico individualmente — que pode ser citado nominalmente na ação, inclusive como corresponsável. Além disso, essa proteção termina quando o vínculo termina. A cobertura própria acompanha o profissional, e não o emprego.

O que é a cobertura retroativa?

É a proteção para fatos geradores ocorridos antes do início da apólice, desde que a reclamação surja durante a vigência. Importante porque ações médicas costumam aparecer anos depois do atendimento.

Por quanto tempo posso ser processado por um atendimento?

Os prazos prescricionais variam conforme a natureza da relação e o caso concreto, e podem ser longos. Por isso a estrutura de retroatividade e de prazo complementar da apólice é tão relevante — ela é o que permite responder a uma reclamação que chega muito tempo depois. A GVM orienta a melhor configuração.

O que acontece com a cobertura se eu trocar de seguradora?

Numa apólice à base de reclamações, a troca precisa preservar a data de retroatividade para não deixar descoberto o período anterior. É um dos pontos mais sensíveis e mal compreendidos da RC médica. A GVM conduz a migração cuidando exatamente disso, para que você não perca o histórico de proteção.

Qual limite de indenização devo contratar?

Depende da especialidade, do volume de atendimentos e do perfil de risco. Especialidades cirúrgicas, de obstetrícia e de estética tendem a exigir limites maiores. Fazemos essa análise com você, dimensionando o LMI ao seu risco real.

Telemedicina está coberta?

A telemedicina pode ser contemplada conforme a contratação. Com a expansão do atendimento remoto, é um ponto que a GVM verifica expressamente na estruturação da apólice — inclusive quanto à guarda de dados e ao consentimento à distância.

E os riscos de dados do paciente (LGPD)?

O tratamento de dados de saúde — dado sensível pela LGPD — cria uma exposição própria, sobretudo com prontuário eletrônico e telemedicina. Parte desse risco pode ser endereçada em conjunto com um seguro cyber. A GVM avalia se o seu perfil justifica essa camada adicional.

O seguro cobre tratamento estético com finalidade de embelezamento?

Procedimentos estéticos podem ser cobertos, mas exigem atenção redobrada, pois a jurisprudência costuma analisá-los como obrigação de resultado, com mais rigor contra o profissional. Declaramos corretamente a sua atividade para que a cobertura reflita o que você realmente faz e não haja surpresa no sinistro.

O seguro me defende no processo ético do CRM ou no criminal?

O foco do seguro é a responsabilidade civil (a indenização ao paciente). O processo ético no conselho e o criminal são esferas distintas. Algumas apólices oferecem suporte a despesas de defesa em frentes correlatas conforme as condições — a GVM verifica esse escopo caso a caso, mas multas e penalidades pessoais não são seguráveis.

Sou recém-formado ou residente e atendo pouco. Vale a pena?

Sim. O risco existe desde o primeiro atendimento, e o custo para quem inicia costuma ser proporcionalmente baixo. Contratar cedo é a forma mais barata de proteger uma carreira inteira e de começar a construir a retroatividade desde o começo da atuação.

Atendo em mais de uma cidade ou estado. A cobertura vale?

Em regra, a cobertura acompanha o profissional no território contratado, independentemente do local de atendimento no país. O que importa é declarar corretamente o perfil de atuação. A GVM estrutura a apólice conforme onde e como você exerce.

Preciso manter o seguro depois de reduzir a atividade ou me aposentar?

Vale avaliar. Como as reclamações podem surgir depois de você parar de atender, o prazo suplementar (tail) permite manter a proteção sobre os atendimentos já realizados. A GVM orienta essa transição para que o encerramento da atividade não deixe você desprotegido.

Como contrato com a GVM?

Você fala com a gente pelo WhatsApp, telefone ou formulário, informa a sua especialidade e o perfil de atuação, e nós cotamos com as principais seguradoras e apresentamos a melhor opção. Sem compromisso.

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