Pular para o conteúdo
GVM Consulting

Responsabilidade Civil Profissional

Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Fisioterapeutas

O tratamento atua sobre o corpo do paciente — e qualquer lesão ou agravamento pode ser atribuído à sua conduta. O seguro de RC Profissional garante a sua defesa e protege o seu patrimônio.

O fisioterapeuta trabalha diretamente sobre o corpo do paciente — em reabilitação ortopédica, neurológica e respiratória, terapias manuais, pilates clínico, eletrotermofototerapia e procedimentos dermatofuncionais. Sempre que há dor, lesão ou um resultado abaixo do esperado, a conduta do profissional pode ser questionada, e uma reclamação pode gerar custos de defesa e pedido de indenização. A responsabilidade é pessoal e acompanha o registro no CREFITO, não o crachá da clínica. O seguro de Responsabilidade Civil Profissional assume esse risco: custeia a defesa técnica e responde por eventuais indenizações, dentro das condições contratadas, preservando a reputação e o patrimônio do fisioterapeuta.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Lesão ou agravamento durante o tratamento

Agravamento de um quadro ou nova lesão atribuída à técnica, à intensidade ou ao manejo do paciente na reabilitação.

Intercorrência na estética (dermatofuncional)

Queimadura, mancha, hematoma ou resultado abaixo do prometido em procedimentos com finalidade estética — área tratada com mais rigor pela Justiça.

Uso de equipamentos e eletroterapia

Queimadura ou dano atribuído a ultrassom, laser, corrente elétrica, crioterapia ou aparelho durante a sessão.

Queda ou acidente na sessão

Queda do paciente, uso incorreto de aparelho de pilates ou exercício que resulta em lesão.

Citação nominal na ação

Ser incluído individualmente, com nome e CREFITO, em processo movido contra a clínica em que atua.

Custos de defesa

Advogado, perícia e custas acionados desde a reclamação — mesmo em ação que venha a ser julgada improcedente.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Ação por agravamento de lesão atribuído à técnica de terapia manual ou à intensidade da reabilitação.
  • Reclamação por queimadura ou mancha em procedimento de fisioterapia dermatofuncional.
  • Pedido de indenização por dano atribuído a laser, ultrassom, corrente elétrica ou crioterapia.
  • Queda de paciente ou lesão durante o uso de aparelho de pilates clínico.
  • Ação relacionada a atendimento domiciliar (home care) prestado de forma autônoma.
  • Fisioterapeuta citado nominalmente em ação movida contra a clínica em que presta serviço.

Responsabilidade técnica e legal

A sua responsabilidade — e como o seguro responde por ela

Conselho: CREFITO

A Fisioterapia é reconhecida como profissão de nível superior pelo Decreto-Lei nº 938/1969, e o exercício é fiscalizado pelo sistema COFFITO/CREFITO — o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, criados pela Lei nº 6.316/1975. O fisioterapeuta responde civilmente pelos danos causados ao paciente e, como profissional liberal, tem sua responsabilidade pessoal apurada mediante culpa (Código de Defesa do Consumidor, art. 14, § 4º) — é preciso demonstrar imprudência, negligência ou imperícia.

A reabilitação é, em regra, uma obrigação de meio: o fisioterapeuta se compromete a empregar a técnica e o cuidado adequados, não a garantir a cura ou um desfecho específico. Ainda assim, quando o paciente sofre um dano, cabe ao profissional demonstrar, com registro e perícia, que agiu corretamente — e isso tem custo.

Nas frentes com finalidade estética (fisioterapia dermatofuncional), a análise tende a ser mais rigorosa, aproximando-se da obrigação de resultado: quando se promete um efeito estético, presume-se que ele deveria ser entregue. É um ponto que a apólice precisa contemplar corretamente, com a atividade declarada de forma expressa.

Vale distinguir as esferas: a responsabilidade civil (indenização ao paciente) é diferente da ética-profissional (processo no CREFITO) e da eventual esfera criminal. O seguro de RC Profissional atua sobre a esfera civil — a que mais frequentemente atinge o patrimônio — custeando a defesa e respondendo pela indenização devida.

Conteúdo informativo, com base na legislação vigente; não substitui orientação jurídica individualizada. As coberturas seguem as condições gerais da apólice contratada.

A cobertura

O que o seguro cobre

Danos a pacientes por erro ou omissão

Indenizações por dano decorrente de falha profissional, dentro dos limites e condições da apólice.

Custos de defesa

Honorários advocatícios, perícias e custas em processos cíveis, acionados desde a reclamação.

Danos morais e estéticos

Reparação por dano moral ou estético atribuído ao atendimento, conforme as condições contratadas.

Frentes específicas da fisioterapia

Cobertura ajustada à atuação ortopédica, neurológica, respiratória, dermatofuncional, pilates clínico, RPG e outras.

Eletrotermofototerapia e equipamentos

Proteção para danos atribuídos ao uso de aparelhos e recursos eletrotermofototerápicos na sessão.

Atendimento em clínica, hospital e domicílio

Proteção nos diferentes ambientes de atuação, incluindo o home care, conforme declarado.

Cobertura individual

Proteção pelo seu nome e CREFITO, mesmo quando você atua em clínica que já possui seguro próprio.

Exclusões comuns

  • Atos dolosos (intenção de causar dano).
  • Procedimentos fora da habilitação da fisioterapia ou de competências privativas de outras categorias.
  • Uso de técnicas e equipamentos sem respaldo técnico-legal para a profissão.
  • Multas e penalidades administrativas do CREFITO ou de órgãos de fiscalização.
  • Sanções de natureza criminal.

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

O seguro de RC para fisioterapeutas está entre os mais acessíveis da saúde — o prêmio costuma ser proporcionalmente baixo diante do patrimônio e da carreira que protege. Não existe valor único: o preço acompanha as técnicas que você aplica, o volume de atendimentos e a presença (ou não) de frentes estéticas. Práticas manuais, uso de equipamentos e atendimento domiciliar têm pesos próprios na cotação.

Técnicas e área de atuação

Reabilitação ortopédica, neurológica, respiratória, terapia manual, RPG, pilates clínico ou dermatofuncional: cada frente tem seu peso, e a estética costuma pesar mais.

Uso de equipamentos

Eletrotermofototerapia, laser e aparelhos entram na avaliação do risco.

Volume e local de atendimento

A quantidade de pacientes, os plantões e o atendimento em clínica, hospital ou domicílio compõem a base do cálculo.

Limite de indenização (LMI)

O teto que a apólice paga por reclamação — perfis com estética ou maior contato físico tendem a pedir limites maiores.

Retroatividade

Cobrir atendimentos anteriores ao início da apólice amplia a proteção e influencia o preço.

Pelo prêmio tipicamente baixo, a relação custo-benefício é excelente. O valor exato sai do seu perfil — a cotação com a GVM é gratuita e sem compromisso, comparando as principais seguradoras que atendem a fisioterapia.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Fisioterapeutas ortopédicos, neurológicos e respiratórios.
  • Fisioterapeutas dermatofuncionais (estética).
  • Profissionais de pilates clínico, RPG e terapias manuais.
  • Fisioterapeutas de home care e atendimento domiciliar.
  • Responsáveis técnicos e proprietários de clínicas de fisioterapia.
  • Profissionais que atuam em clínica, hospital, academia ou consultório próprio.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

O fisioterapeuta atua onde o cuidado é mais físico: as mãos sobre o corpo do paciente, o aparelho aplicado sobre a pele, o exercício conduzido no limite entre o desafio terapêutico e o risco. É justamente essa proximidade que traz resultados — e também exposição. Quando há dor, uma nova lesão, o agravamento de um quadro ou um efeito estético abaixo do prometido, a conduta do profissional pode ser questionada, e o desfecho pode ser uma ação de indenização.

A responsabilidade acompanha o seu registro no CREFITO, não o crachá da clínica onde você atende. A boa notícia é que existe uma proteção específica e, para a fisioterapia, proporcionalmente barata. O seguro de Responsabilidade Civil (RC) Profissional custeia a sua defesa e responde pela eventual indenização, dentro das condições contratadas.

Este guia explica, sem juridiquês, como funciona a responsabilidade do fisioterapeuta, por que a estética muda a análise do risco, quais frentes mais geram processos e o que observar ao contratar.

O fisioterapeuta responde pessoalmente pelo cuidado

A Fisioterapia é reconhecida como profissão de nível superior pelo Decreto-Lei nº 938/1969, e o seu exercício é fiscalizado pelo sistema COFFITO/CREFITO — o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, criados pela Lei nº 6.316/1975. Na prática, isso significa que a sua atuação é regulada, e que você responde tecnicamente pelos atos praticados no exercício da profissão.

Como profissional liberal, a responsabilidade civil do fisioterapeuta é apurada mediante culpa (Código de Defesa do Consumidor, art. 14, § 4º). Ou seja: para que haja dever de indenizar, é preciso demonstrar imprudência, negligência ou imperícia — não basta o paciente não ter melhorado. Ainda assim, é você quem precisará demonstrar, com registro e, muitas vezes, perícia, que a sua conduta seguiu a boa técnica. Esse ônus tem custo, e é sobre ele que o seguro atua.

Um ponto que costuma passar despercebido: quem atua em clínica de terceiros também pode ser citado individualmente. A apólice da clínica protege a pessoa jurídica; quando o paciente move a ação, é comum que o fisioterapeuta seja nomeado pelo próprio nome e número de CREFITO. A cobertura individual segue o profissional, e não o empregador — vale em qualquer vínculo e também na atuação autônoma.

Obrigação de meio x obrigação de resultado: onde a estética muda o jogo

Esse é o conceito jurídico que mais impacta a fisioterapia — e o que separa a reabilitação da estética.

Reabilitação: obrigação de meio

Na fisioterapia ortopédica, neurológica, respiratória e nas terapias manuais, a regra é a obrigação de meio. Você se compromete a empregar a técnica adequada, o cuidado e o acompanhamento corretos — não a garantir a cura ou um prazo específico de recuperação. Se o resultado não vem apesar do tratamento correto, em regra não há responsabilidade. O que se discute é se a conduta foi tecnicamente adequada.

É a mesma lógica que rege a atuação de médicos e de outros profissionais da saúde: o dever é de empregar os melhores meios, não de entregar um desfecho garantido.

Dermatofuncional e estética: tendência à obrigação de resultado

Na fisioterapia dermatofuncional, quando o procedimento tem finalidade estética — redução de medidas, tratamento de flacidez, celulite, gordura localizada, cicatrizes —, a análise da Justiça tende a ser mais rigorosa, aproximando-se da obrigação de resultado. A lógica é: se um efeito estético foi prometido, presume-se que ele deveria ser entregue, e cabe ao profissional provar que a frustração do resultado não decorreu de falha sua.

Isso tem duas consequências práticas:

  • A exposição é maior. Além das intercorrências (queimadura, mancha, hematoma), há o próprio risco de insatisfação com o resultado estético.
  • A apólice precisa ser declarada com precisão. A atividade dermatofuncional deve constar expressamente na contratação. Um seguro pensado só para reabilitação pode não responder adequadamente por uma reclamação estética.

Esse cuidado de declaração vale para toda a área da saúde estética. É o mesmo raciocínio que se aplica, por exemplo, a dentistas que atuam com harmonização e odontologia estética: a promessa de resultado eleva a régua da responsabilidade.

Onde estão os riscos da fisioterapia

Conhecer onde estão os riscos ajuda a atuar com mais segurança — e a contratar a cobertura certa.

Lesão ou agravamento em terapia manual e reabilitação

É uma das alegações mais comuns. Uma manobra, uma mobilização articular, um alongamento ou a progressão de carga na reabilitação podem ser apontados como causa de nova lesão ou de agravamento do quadro. Nesses casos, a defesa se apoia na avaliação inicial, no plano terapêutico e na evolução registrada. O que não está no prontuário, para fins de processo, muitas vezes é tratado como não realizado — o registro claro é, ao mesmo tempo, boa prática e a sua melhor prova.

Eletrotermofototerapia e uso de equipamentos

O uso de recursos eletrotermofototerápicos — ultrassom, laser, corrente elétrica (TENS, FES, corrente russa), ondas de choque, crioterapia, termoterapia — concentra parte relevante dos sinistros. Queimaduras, manchas na pele e lesões atribuídas à dosagem, ao tempo de aplicação ou ao mau contato do equipamento são queixas típicas. A cobertura precisa contemplar expressamente o uso desses aparelhos.

Fisioterapia dermatofuncional (estética)

Como visto, é a frente de maior exigência. Intercorrências e insatisfação com o resultado caminham juntas, e a apólice deve estar dimensionada para essa realidade — inclusive com limite de indenização compatível.

Atendimento domiciliar (home care)

O atendimento em domicílio mudou o perfil de risco de muitos fisioterapeutas. No home care, o profissional muitas vezes está sozinho, longe da estrutura da clínica, tomando decisões com menos recursos ao redor. Não há apólice de instituição alguma para invocar — a proteção precisa ser sua. A apólice deve contemplar o atendimento na residência do paciente, o deslocamento e a atuação em múltiplos endereços.

Quedas, exercícios e pilates clínico

No pilates clínico, no RPG e na cinesioterapia, o risco de queda, de uso incorreto de aparelho ou de exercício executado além do limite do paciente é real. Um acidente durante a sessão pode gerar tanto o dano corporal quanto a alegação de falha de supervisão. Declarar essas atividades garante que elas estejam dentro da cobertura.

Como funciona o seguro de RC do fisioterapeuta

O que a apólice cobre

De forma geral, a cobertura contempla:

  • Danos ao paciente decorrentes de erro ou omissão no exercício da fisioterapia, dentro dos limites contratados.
  • Custos de defesa — honorários advocatícios, perícias e custas em ações cíveis, acionados desde a reclamação.
  • Danos morais e estéticos atribuídos ao atendimento, conforme as condições da apólice.
  • Frentes específicas — reabilitação, dermatofuncional, pilates clínico, RPG, eletroterapia — quando declaradas.
  • Cobertura individual, pelo seu nome e CREFITO, mesmo com vínculo em clínica que já tem seguro próprio.

Quem tem clínica própria pode ainda compor a proteção do profissional com a da estrutura. Nesse caso, vale conhecer o panorama de seguros para clínicas e consultórios, que abrange patrimônio, equipamentos e responsabilidades do negócio.

Base “claims made” e retroatividade — o ponto mais importante

Este é o conceito que mais gera dúvida e que mais protege (ou desprotege) o fisioterapeuta. A maioria das apólices de RC Profissional é emitida na base claims made, ou “à base de reclamações”.

Na prática, isso significa que a apólice responde pelas reclamações apresentadas durante a vigência, e não pela data do atendimento. Como uma ação pode surgir tempos depois da alta, dois elementos são decisivos:

  • Retroatividade. É a data a partir da qual os fatos passados ficam cobertos. Uma boa retroatividade garante que atendimentos antigos — inclusive de quando você tinha outra apólice ou nenhuma — sejam amparados se a reclamação chegar durante a vigência atual. Sem ela, um fato antigo fica descoberto.
  • Prazo complementar (cauda). Período após o fim da apólice em que ainda se pode reclamar fatos ocorridos na vigência. Importante em transições, encerramento de atividade ou troca de seguradora.

Manter a continuidade da apólice e não deixar a retroatividade “recomeçar do zero” é o que preserva anos de proteção. Explicamos o mecanismo em detalhe em como funciona a retroatividade no seguro de RC — vale a leitura antes de trocar de seguradora. Para entender o funcionamento geral de um seguro de erro na saúde, veja também como funciona o seguro de erro médico, cuja lógica se aplica às demais profissões do cuidado.

O que o seguro não cobre

Nenhuma apólice cobre tudo. Ficam de fora, em regra:

  • Atos dolosos (intenção de causar dano).
  • Procedimentos fora da habilitação da fisioterapia ou de competências privativas de outras categorias.
  • Uso de técnicas e equipamentos sem respaldo técnico-legal para a profissão.
  • Multas e penalidades administrativas do CREFITO ou de órgãos de fiscalização.
  • Sanções de natureza criminal.

Declarar corretamente a sua atividade e as suas técnicas é o que evita surpresas na hora do sinistro.

As três esferas: cível, ética e criminal

Um mesmo fato pode gerar processos em frentes diferentes, e é importante não confundi-las:

  • Cível: o paciente pede indenização. É aqui que atua o seguro de RC.
  • Ética-profissional: o CREFITO apura eventual infração e pode aplicar sanções. O seguro não paga essas penalidades.
  • Criminal: em casos de dano grave, pode haver apuração criminal. Também fora da cobertura patrimonial.

Embora o seguro atue diretamente na esfera civil — a que mais frequentemente atinge o patrimônio —, uma defesa técnica bem conduzida costuma repercutir favoravelmente em todas as frentes.

Quanto custa: uma das proteções mais acessíveis da saúde

Comparado a outras profissões, o seguro de RC do fisioterapeuta tem um dos prêmios mais baixos — proporcionalmente pequeno diante do patrimônio e da carreira que protege. Não há valor único: o preço acompanha o seu perfil de risco.

Os principais fatores são as técnicas e a área de atuação (a estética dermatofuncional pesa mais que a reabilitação), o uso de equipamentos, o volume e o local de atendimento (clínica, hospital ou domicílio), o limite de indenização (LMI) e a retroatividade contratada.

Como referência de método, sem cravar valores, o raciocínio de precificação é o mesmo que aplicamos em outras carreiras da saúde — o guia quanto custa um seguro de RC explica os fatores que entram na conta. O que muda é o patamar: para a fisioterapia, ele costuma ser especialmente acessível.

Como estruturar a sua apólice

Contratar bem é mais do que escolher um preço. Vale observar:

  • Escopo das técnicas: reabilitação, dermatofuncional, pilates clínico, RPG, eletroterapia, home care — tudo que você faz precisa estar declarado. A estética é o ponto que mais exige atenção.
  • Limite de indenização (LMI): dimensionado à sua exposição real. Perfis com frente estética ou maior contato físico pedem limites maiores; nem tão baixo que deixe você descoberto, nem tão alto que encareça sem necessidade.
  • Retroatividade: a mais ampla possível diante do seu histórico de atuação.
  • Continuidade: manter a apólice ativa e a retroatividade preservada ao longo da carreira.

Como profissional da saúde, você também pode compor essa proteção com outras coberturas úteis à sua vida financeira. Veja o panorama em seguros para profissionais e monte com a GVM o conjunto que faz sentido para você.

O que fazer ao ser citado em um processo

Se você for notificado de uma ação ou de uma reclamação:

  1. Comunique o corretor ou a seguradora imediatamente. O acionamento tempestivo é condição para a defesa custeada.
  2. Reúna a documentação. Avaliação inicial, plano terapêutico, evolução, termos de consentimento (sobretudo na estética) e registros de sessão. O registro é a sua prova.
  3. Não responda nem assine nada sem orientação. Declarações informais podem prejudicar a defesa.
  4. Deixe a defesa com quem entende do assunto. Com a apólice ativa, o advogado é custeado pelo seguro e a estratégia é conduzida em conjunto.

Manter a calma e agir rápido faz diferença — e ter uma corretora ao lado, que já conhece o terreno, tira boa parte do peso desse momento.

Cote com a GVM

Na GVM Consulting somos especialistas em seguros para profissionais da saúde. Conhecemos as frentes da fisioterapia — da ortopedia à dermatofuncional — e a forma como as ações chegam, muitas vezes tempos depois do atendimento. Por isso não vendemos apólice genérica: estruturamos a proteção conforme as suas técnicas, o seu volume e o seu local de atuação, seja você fisioterapeuta de reabilitação, de estética, de pilates clínico ou de home care.

Mais do que contratar, acompanhamos você quando o seguro é acionado, porque é no sinistro que o seguro se prova. Se quiser entender qual cobertura faz sentido para o seu caso, fale com a GVM: a cotação é gratuita, comparamos as principais seguradoras que atendem a fisioterapia e apresentamos a melhor relação entre cobertura e preço — sem compromisso.

Foco na saúde

Conhecemos as frentes da fisioterapia e os riscos de cada uma, da ortopedia à dermatofuncional.

Atenção à estética

Declaramos corretamente a atividade dermatofuncional, onde a exigência de resultado muda a análise do risco.

Apólice conforme a sua atuação

Estruturamos para clínica, hospital, home care, pilates ou consultório próprio, com o escopo certo.

Ao seu lado no sinistro

Orientamos o acionamento e acompanhamos você no momento em que o seguro mais importa.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

Fisioterapeuta precisa de seguro de responsabilidade civil?

É altamente recomendável. O tratamento atua diretamente sobre o corpo do paciente, e qualquer lesão, agravamento ou resultado abaixo do esperado pode ser atribuído à conduta do profissional. O seguro endereça esse risco, custeando a defesa técnica e respondendo por eventuais indenizações.

O seguro cobre fisioterapia estética (dermatofuncional)?

Sim, conforme a contratação — desde que a atividade seja declarada expressamente. É um ponto de atenção, porque procedimentos com finalidade estética costumam ser tratados com mais rigor pela Justiça, aproximando-se da obrigação de resultado. Por isso é essencial que a apólice contemple essa frente corretamente.

Qual a diferença entre obrigação de meio e obrigação de resultado na fisioterapia?

Na reabilitação, em regra, há obrigação de meio: o profissional se compromete a empregar a técnica adequada, não a garantir a cura. Já na fisioterapia dermatofuncional, quando se promete um efeito estético, a análise tende à obrigação de resultado — presume-se que o efeito deveria ser entregue. Isso muda a forma como um eventual processo é avaliado e reforça a importância do seguro para quem atua na estética.

Cobre danos por eletroterapia e uso de equipamentos?

Sim, conforme as condições contratadas. Queimaduras, manchas ou lesões atribuídas a ultrassom, laser, corrente elétrica, crioterapia e outros recursos eletrotermofototerápicos podem ser amparadas, desde que o uso esteja dentro da habilitação da profissão.

O seguro paga a defesa mesmo em ação improcedente?

Sim. Os custos de defesa são acionados pela existência da reclamação, independentemente de procedência — e é justamente nas ações improcedentes que esse benefício mais se prova, evitando que você pague advogado e perícia do próprio bolso.

Cobre atendimento domiciliar (home care)?

Sim, a cobertura pode contemplar o atendimento em domicílio, conforme contratado. No home care não há apólice de instituição alguma para invocar, então a proteção precisa ser sua — a GVM estrutura o escopo para esse modelo de atuação.

Pilates clínico e RPG estão cobertos?

Sim, declarando a atividade. A GVM ajusta a apólice às frentes que você atende, incluindo pilates clínico, RPG e terapias manuais, para que a cobertura acompanhe a sua rotina real.

Atendo em clínica de terceiros. Preciso de seguro próprio?

Pode ser recomendável. A apólice da clínica protege a pessoa jurídica e nem sempre o profissional individualmente, que costuma ser citado pelo próprio nome e CREFITO nas ações. A cobertura individual segue você, e não o empregador, fechando essa lacuna.

O que é a cobertura retroativa?

É a proteção para fatos geradores anteriores ao início da apólice, desde que a reclamação surja durante a vigência. É relevante porque uma ação pode aparecer tempos depois do atendimento — sem retroatividade, um tratamento antigo ficaria sem cobertura.

O seguro cobre danos morais?

Sim, conforme as condições contratadas. A reparação por dano moral, e mesmo por dano estético, pode integrar a cobertura, dentro dos limites da apólice.

Qual limite de indenização devo contratar?

Depende da sua área de atuação e exposição. Perfis com frente estética ou maior contato físico podem demandar limites maiores. A GVM dimensiona o LMI junto com você, sem exageros nem lacunas.

O seguro cobre processo ético no CREFITO ou processo criminal?

Não. O seguro de RC Profissional atua na esfera civil (indenização ao paciente). Multas e penalidades administrativas do CREFITO e sanções criminais ficam fora da cobertura. Ainda assim, uma defesa civil bem conduzida costuma repercutir favoravelmente nas demais frentes.

Fui notificado de um processo. O que faço primeiro?

Comunique o corretor ou a seguradora o quanto antes, reúna prontuário, evolução e registros do atendimento e não assine nem responda nada sem orientação. O acionamento tempestivo do seguro é o que garante a defesa custeada. A GVM orienta esse passo a passo com você.

Como contrato com a GVM?

Pelo WhatsApp, telefone ou formulário. Entendemos as suas frentes de atuação, cotamos com as principais seguradoras e apresentamos a melhor opção, sem compromisso.

Atendem fisioterapeutas em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende fisioterapeutas em todo o território nacional, seja em clínica, hospital, consultório próprio ou home care.

Veja também

Outros seguros que podem te interessar

Cotação sem compromisso

Receba uma proposta sob medida

Conte o que você precisa proteger. Um especialista da GVM analisa o seu caso e leva a melhor cotação do mercado até você.